Um significado amor lados

Encantador, alegre e sedutor O amor não tem medo de quebrar as regras. Ela vive exclusivamente a mando do coração, nunca negando a si mesma o prazer de estar no centro da atenção de todos. Esta mulher simpática, simpática e simpática sabe como arranjar alguém. No entanto, a leveza de seu caráter tem o lado Significado do número 444. O contato dos Anjos pode ser feito tanto na forma numérica, 444, quanto por extenso, quatrocentos e quarenta e quatro. Em ambas as formas, é um jeito encontrado de falar sobre o apoio que as divindades dão ao indivíduo, reconhecendo o seu esforço e determinação. O amor é um traço de caráter. Desde a infância, Luba tem um caráter forte, mas ao mesmo tempo é uma garota muito gentil e sociável. Embora na comunicação não franken e não se abre até o fim, mesmo para a namorada mais próxima, e pode ser muito egoísta, mantendo sempre em primeiro lugar os seus interesses. Infelizmente temos vivido numa época em que a palavra amor tem-se tornado apenas em um significado de sentimento. Amar alguém é confundido com o significado de 'sentir-se bem com eles'. Contudo, 'se sentir bem' com alguém não constitui necessariamente um amor em termos bíblicos. Resposta:O amor e odio são os dois lados da mesma moeda. Eles andam lado a lado, mas não podem reinar juntos. Quem ama é incapaz de odiar. E quem odeia não tem … O beijo na palma da mão tem um significado diferente do beijo na parte de fora da mão, porque tem um sentido mais romântico. Na maior parte das vezes, esse beijo é sinal de interesse amoroso. Já para alguns, o beijo na palma da mão é dado para que o seu parceiro guarde o beijo para a eventualidade de um dia estarem separados. Amor é voce falar pro menino que camisa linda voce ta usando e daí ele passa a usar a camisa todo dia. Quando voce tem amor por alguém seus olhos sobem e descem e pequenas estrelas saem de voce. *esse é um romântico* Voce sabe que amor quando seu cachorro lambe a sua cara depois de ter deixado ele sozinho o dia inteiro. Ao longo do tempo as diversas culturas concebidas pela humanidade conferiram um significado próprio sobre o amor. O termo ágape possui a sua origem na Grécia, designando o significado de amor em grego naquela época. Vamos entender mais sobre como os gregos e outras culturas enxergavam isso.

[Reflexão] O Estado Novo - Beneficial ou prejudicial?

2020.09.08 01:46 theEXPERTpt [Reflexão] O Estado Novo - Beneficial ou prejudicial?

Boa noite, queria trazer a todos uma discussão que me têm vindo cada vez mais à cabeça e têm persistido: o património que herdamos, principalmente aquele proveniente do estado novo. Antes de começar, queria esclarecer que estas são as minhas modestas opiniões, e gostava de aprender e ouvir os restantes. Por favor corrijam-me se algo estiver errado.
Como a grande maioria do povo concorda, o estado novo foi parte da nossa história de que a maioria não se orgulha, mas até que ponto? De um ponto de vista social e de distribuição de riqueza, estávamos muitíssimo mal posicionados. No entanto, cada vez mais sinto que a forma como nos têm ensinado acerca do estado novo têm sido, talvez, demasiado "por alto" e pejorativamente. E é aqui que entra o primeiro ponto.
  1. Autovalorização da Pátria
Não é novidade que o estado novo tinha como um dos pontos principais a valorização da Pátria. Eu, como patriótico que sou, sempre gostei disso, embora isso fosse usado como pretextos para a guerra e outros feitos extremos. No entanto, o patriotismo de hoje já não é o mesmo, sempre gira em volta de duas coisas: o futebol, ou a política. Por esta razão, sou da opinião que se devia restaurar o sentimento patriótico, não lavando a mente às pessoas, mas através da educação e conhecimento. Nenhum cidadão português deveria crescer sem saber pelo menos o Hino, a História básica e o significado da Bandeira e Capital. Além disso, uma maior valorização das história portuguesa deveria ser dada nas disciplinas de história, sem desmerecer a história global, que oferece muito contexto à situação portuguesa (quem já ouviu falar da grande depressão, do Plano Marshall ou da Guerra dos 100 anos mas nunca de Brites de Almeida, de Aristides de Sousa Mendes ou da Guerra Luso-Holandesa?)
  1. A sustentabilidade e manutenção da economia
Estou consciente que falar destes assuntos no estado novo implica falar da pobreza generalizada e da economia baseada no sector primário da economia. No entanto, é impossível negar que foi feito em Portugal um trabalho esplêndido em relação à economia do país. Para um país periférico, que tinha passado por uma guerra, que levava décadas de atraso para com a restante europa e que estava a passar por uma outra guerra nas suas províncias, o estado novo fez o trabalho que a 1º república não conseguiu fazer, e que a atual nunca conseguiu atingir: um crescimento económico sustentável, embora lento, mas constante. Incrivelmente, mesmo em tempos de guerra, Portugal, contra todas as hipóteses, ainda tinha um crescimento do PIB, mostrando o quão forte e independente era a economia portuguesa da altura. Apesar da pobreza continuar a ser uma constante na altura, a verdade é que ainda hoje continua a ser, e cada vez maior é a nossa depedência de outras economias, com um mercado interno decadente e uma economia frágil. A pergunta que ponho é: seria o modelo económico do estado novo fiável, ou apenas possível nas circunstâncias do estado novo? E assim sendo, seria a economia do estado novo uma melhor opção àquele que possuímos hoje em dia?
  1. Coesão territorial e Identidade Única
O Estado Novo tinha, sem qualquer dúvida, um amor ardente por todas as suas províncias. Acredito que a história do colonialismo português, apesar de todas as atrocidades, foi feito sempre com o foco de cristianizar, "educar" e nunca com o objetivo de destruir, pilhar. Temos o exemplo da miscigenação no Brasil, ou em Macau, entre muitos outros. No contexto do estado novo, acredito que estava sendo feito um esforço muito árduo para reforçar a identidade nacional e melhorar a coesão de todo o império. Foi inaugurado por exemplo o estádio Salazar em Moçambique, o Liceu Salazar, a famosa Ponte Salazar, o Aeroporto de Lisboa, inúmeras barragens, fábricas, escolas, aeroportos, portos navais, navios de guerra, postos do exército, etc. Isto tudo mostra que realmente havia desenvolvimento nos territórios, mesmo com os recursos muito limitados da época. No entanto, muitos deles eram reservados às elites brancas, principalmente devido ao quão escassos eram os recursos da época para Portugal, que não recebia ajudas do Plano Marshall (não foi relevante para Portugal), nem apoios da União Europeia, nem quaisquer benefícios de outras organizações internacionais, principalmente por causa da sua posição na diplomacia internacional. A quantidade de obras e desenvolvimento público que houve no período do estado novo foi mesmo assim imensa, e espalhada pelos diversos territórios.

  1. As suas consequências
Até hoje em dia são possíveis ver as marcas que o estado novo deixou na sociedade portuguesa. Foram imensas as obras públicas concretizadas, apesar de muitas delas terem sido renomeadas (25 de abril/barragem de pego do altar) ou então abandonadas/deixadas em mau estado (escola cantina salazaponte salazar foz do dão/observatório do monsanto). Apesar das muitas coisas erradas que houveram, é muitas vezes também ignorado o bom trabalho que se fez, e o quão modesto era o próprio Salazar (a luta pelas províncias, o lucro e a geopolítica envolvida na 2º guerra mundial, a preservação e a autovalorização da história nacional - ex. padrão dos descobrimentos e a preservação da cultura, o esforço para a industrialização de todos os territórios). Além disto, todas as províncias eram ferozmente protegidas, e a sua independência causaria, de facto, a sua desgraça (muitos dirão que foi pela saída desorganizada do nosso governo provavelmente) com guerras civis, invasões, massacres, etc. Claro que não se pode justificar uma guerra com outra, mas a verdade é que os povos dos territórios mereciam uma independência mais gradual e estruturada, tal não permitido pela revolução de 25 de abril e pela sede de poder dos grupos guerrilheiros. Até hoje são explorados (timor leste pela austrália), são roubados (a corrupção em angola), são destruídos pela mesma ideologia que os formou, bem presente na bandeira de angola e moçambique principalmente. No entanto, a sua independência era inevitável, com especial carinho para com o Estado da índia (que, na minha opinião, deveria ter seguido independente), e timor leste (que sofreu uma invasão da indonésia, massacres, exploração por parte da Austrália, pobreza extrema, perda de infraestruturas, e ainda sofre devido ao seu isolamento para com o resto da comunidade lusófona), com excepção de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, que, dados os seus territórios diminutos e a sua pequena voz em organizações internacionais poderiam ter permanecido em Portugal.

Conclusão e Reflexões finais:
Com toda a história que nos precede, é me claro que do continente europeu sempre tivemos alegrias, mas, mais que tudo, perigos, como o caso das guerras napoleónicas, da crise da sucessão, da 1º grande guerra, entre outros. Creio que o destino de Portugal não está incutido por completo no continente europeu, mas no outro lado, no oceano. É preciso confiança e esperança em nós mesmos, algo que temos perdido desde essa libertação da ditadura, e resiliência que sempre tivemos, principalmente nos assuntos além mar. Uma maior conexão à comunidade lusófona, um maior investimento mútuo, uma economia circular entre toda a lusofonia. Precisaremos de mais autonomia? Precisaremos de confiar novamente naquele que nos trouxe mais alegrias, mais glórias, mais lembranças, o Mar? Estará o destino de Portugal num estado periférico europeu ou num cantinho plantado à beira do Atlântico, tão próximo do Novo Mundo? Podem parecer perguntas tolas, mas de certa forma fazem referência a alguns dos valores que gostaria de ver restaurados num Portugal futuro.
Caros redditors Portugueses, qual é a vossa opinião no assunto?
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2020.09.06 20:36 lvdovic Percebi que não entendo a ideia de amor romântico e nem o sentido de se ter um relacionamento.

Hoje eu vi um vídeo no YouTube de um criador de conteúdo e sua agora ex namorada falando como terminaram seu relacionamento da melhor maneira possível, super de boa e sem treta. Vi eles falando sobre alguns aspectos de um relacionamento daora, sobre companheirismo, sobre planos, romance, etc. Assim, eu percebi que eu simplesmente não consigo entender nada disso.
Fiz 21 ainda esse ano. Nunca namorei. Só não sou virgem porque no meu grupo de amigos todo mundo se pega e graças a deus eu não fiquei de fora. Desde a adolescência eu tenho muito problema com minha autoestima baixíssima, timidez enorme, e minha vida pessoal tá bem ruinzinha também (acho que faz uns anos isso).
Acho nunca me apaixonei de verdade. Só cheguei a gostar de umas pessoas, mas nunca nem falei o que eu sentia pra elas. Nunca nem cheguei perto de um relacionamento. Lembro que quando eu tinha uns 15/16 anos tudo o que eu queria era um namoro (sair com a pessoa, passar tempo juntos, além da vida sexual e etc), mas quanto mais o tempo passa, menos eu compreendo essas coisas. Hoje em dia não entra na minha cabeça do porquê das pessoas namorarem, de como elas conseguem passar tanto tempo juntas, de como funcionam esses sentimentos de amor romântico e companheirismo.
Sei muito bem que atualmente a última coisa que eu quero é um relacionamento, já que tenho muitos problemas internos pra resolver e não quero projetar nada em ninguém, mas mesmo sabendo que um dia eu ainda posso consertar esses traços ruins, eu não consigo conceber uma realidade onde eu não vou estar sozinho. Eu sei que boa parte desse pensamento só existe por causa da minha autoestima afundada (eu sei que é objetivamente possível achar alguém que goste de mim, mas as vezes fica difícil de acreditar em mim mesmo e que eu mereço ter alguém do meu lado), mas, como eu disse antes, conforme o tempo passa eu assimilo cada vez menos o significado de se ter um um relacionamento, de conseguir amar de maneira romântica uma pessoa (porque vejam bem, eu, por exemplo, amo meus amigos, mas sei e imagino que amar alguém de maneira romântica é completamente diferente), de ter alguém ao seu lado todos os dias, de fazer planos juntos.
Espero que um dia eu consiga passar por cima desses pensamentos. Mesmo que tudo isso seja extremamente abstrato pra mim hoje, eu imagino que deve ser muito bom esse negócio de amor. Todo mundo diz que é incrível. Es mesmo tendo a parte ruim de sofrer caso não dê certo, eu queria muito viver e entender tudo isso um dia.
(criei uma conta nova só pra desabafar isso sem correr o risco de alguém que eu conheça reconhecer meu outro username e espero do fundo do meu coração que nenhum conhecido reconheça toda essa minha descrição aí ahduabduhshdbdud)
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2020.08.15 18:37 Lucas_D_Soares Os Dois Lados da Mesma Moeda...

Fala seus lindos, maravilhosos e cheirososo cheios de amor, muito importantes para todos. MInha internet caiu e decidi escrever um pouquinho, espero que gostem e reflitam talvez.
Eu noto algumas coisas sem sentido às vezes, mas que depois tem muito significado.
Se quiserem me avaliar, fiquem a vontade, aberto a criticas.
Os Dois Lados da Mesma Moeda!
Que vivemos em uma sociedade capitalista, isso não é novidade para ninguém, mas os efeitos, sejam bons ou ruins, não serão sentidos por todos, isso é um fato. Quero compartilhar algo que notei e como uma palavra que grande parte daqueles que vivem no meio de tal sistema nem sabem o que é influência tanto nas vidas e criação das pessoas, como um todo. Às quintas-feiras tenho trabalhado como ajudante numa pequena barraca de temperos. É uma feira noturna, a maioria dos produtos lá vendidos são churrascos, pasteis, bolos, doces, e algumas bijuterias etc. Algumas vezes ela está sem movimento e outras, algumas barracas faltam, às vezes. E foi no lugar de uma barraca de doces, que se estabeleceu um trio de crianças: dois garotos e uma garota. Um dos dois meninos era provavelmente o mais velho dentro do grupo, talvez tinha uns 12 a 13 anos; a menina por sua vez deveria ter uns 10 a 11; quanto ao caçula, no máximo uns 8 anos. Esse infame trio, como todos os outros adultos ali presentes, queriam vender seus produtos: maçãs do amor, espetos de morango banhados em chocolate e algumas balas de menta, aquelas verdes de goma, vendidas num saquinho bem pequeno, com certeza eles tinham concorrentes! Eles ficaram estacionados ao lado duma barraca de frutas, utilizando caixotes do vizinho como mesa e cadeira. Sinceramente, se venderam 10 coisas de suas caixas de isopor fora muito, mas ali ficaram até umas 22h. Do lado oposto á eles, a barraca vizinha há minha, o nosso companheiro de feira vendia brinquedos, que era para aqueles três, e para todas as crianças que passam por lá, algo lindo e fantástico de se apreciar. Mesmo gritando(ou melhor, tentando), para chamar a atenção de seus possíveis clientes, vira e mexe seus olhos iam de encontro aquelas obras de plástico que continham luzes e sons atraentes a todos. Um olhar de desejo, e desejo distante. No mesmo lado em que se encontravam, um pouco mais longe tem uma imensa barraca de churrasco, e meu povo, parece que ninguém mais se importa com Covid, seja 19 ou 1000. Durante aquela noite, mais uma família chega ali para comer algo que pode ser feito em casa com segurança e conforto. Eram dois casais: O pai e a mãe, e dois filhos, os quais aparentavam ter a mesma faixa etária que os dois mais novos vendedores de doces. Esse par de bem-vestidos, enquanto seus pais estavam na mesa aguardando seu pedido, foram visitar o “parque” de brinquedos chamativos, na esperança de levar alguns para casa. Eles eram iguais aos que estavam do outro lado com o mesmo desejo, porém, esses, nem gastavam os esforços de visitar a barraca, pois sabiam que nada levariam dali, seria inútil desgastar mais ainda seus chinelos de tamanhos desproporcionais a seus pés ou arriscar rasgar suas roupas que, muito provavelmente, outrora, pertenceu a outro dono. Escrevi tudo isso para chegarmos nesse ponto: dois pares de crianças; com quase as mesmas idades; dos mesmos sexos; no mesmo lugar;. um par observara tudo aquilo de longe, enquanto o outro tocava e experimentava todos aqueles brinquedos chamativos; um tinha certeza de que não o teria, o outro gritaria para seus responsáveis na grande possibilidade de obter; os mesmos desejos, oportunidades e vidas completamente diferentes. Apesar das igualdades, a quantidade de papel vindo de uma fabrica dum lugar que poucos sabem onde fica, determina seus destinos, suas vidas, seu crescimento, tudo... Eu só tenho a agradecer a Deus por poder hoje ter um celular e um computador para passar esta informação, pois apesar de tudo o que somos ou o que queremos ser, o dinheiro que determinará o quanto teremos que nos esforçar para conquistar o que queremos, que horas iremos chegar em casa, que horas acordaremos, atrás de qual volante iremos ir ao trabalho ou ir passear, tudo isso que foi definido por pessoas que nunca falamos, que só conhecemos por vista na internet, televisão ou livros de historia. Um dia um homem depois de perceber que tinha muita comida, decidiu fazer trocas, depois outro decidiu vender, e esses homens que só Deus sabe quem são definiram o nosso hoje, definiram por onde você lê isso, definiram até as amizades e felicidades que você tem e compartilha. No mover e no falar de um homem, muitas vidas perecem e nascem, tem sucesso ou fracasso, naquilo que você escolhe fazer, o mundo todo pode mudar. O mundo esta em nossas mãos, basta move-las para o lugar certo que encontraremos a felicidade ou tristeza, o sucesso ou fracasso, nossos sonhos ou mortes...
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2020.08.05 22:35 7asessao 7 Minutos Depois da Meia-noite

7 Minutos Depois da Meia-noite


O filme retratado para um suposto diagnóstico referente às estruturas da psicanálise freudiana, é encenado por um menino de 12 anos de idade, chamado Conor O’Malley, que constantemente tem pesadelos relacionados à morte da mãe, os quais se tornam claros do porquê quando a sua mãe, Lizzie O’Malley, aparece bastante doente, passando por diversos tratamentos contra o câncer. Apesar de nas cenas iniciais Conor demonstrar impressionantemente ser um menino prestativo, dedicado exclusivamente à mãe e ser um “bom filho”, cuidando da casa, da mãe e de si próprio de forma metódica e organizada, nota-se o seu sofrimento por meio do silêncio e submissão aos eventos.
Nas primeiras cenas, Conor acorda cedo, lava as roupas sujas, faz seu próprio café-da-manhã, prepara o chá e limpa o balcão da cozinha, sempre aparentando bem vestido, limpo e neutro emocionalmente. Logo após, nota-se um grande apego entre ele e sua mãe com fotos dos dois pela casa, com uma relação de muito carinho, assistindo filme juntos, dialogando com compreensão e em alguns momentos dormindo na mesma cama. Porém, além do grande amor na interrelação, já observa-se um medo e preocupação incessante do filho por Lizzie, totalmente justificável pela doença da mesma, demonstrado pelos seus cuidados e tentativas de protegê-la, além de se ver como o único protagonista que tem o poder de curá-la.
Conor se coloca no lugar de privilegiado por ter sido muito amado pela mãe, por isso, tenta o tempo todo se sentir fálico novamente e se manter como o seu único objeto de desejo, ao mesmo tempo em que se sente endividado e culpado pelo amor recebido. Essa culpa o consome, tornando-o passivo e inacessível aos seus afetos e desejos por ser de dor insuportável. Por outro lado, para se sentir completo e perfeito novamente, ele tampona as faltas e satisfaz as suas necessidades por meio de deveres cumpridos. Com esse misto de querer voltar a se sentir fálico e sentir culpa, Conor procura sempre agradar à mãe e ao mesmo tempo se punir com a sua submissão e passividade dentro de casa, diante do bullying e dos espancamentos sofridos na escola, porque o que importa para ele é que a mãe o escolha como objeto de desejo. A sua procura por punição também acontece depois de espancar o seu colega de turma ou destruir a sala de sua avó, esperando receber um castigo severo.


Diálogo entre Conor e Lizzie sobre a esperança de cura do câncer.
Com a chegada da avó e do seu pai, que propõem a mudança de Conor para a casa da avó sob seus cuidados e a internação de Lizzie, o protagonista começa a ser reativo, lutando contra sua separação da mãe. Conor começa a se sentir ameaçado porque percebe que está perdendo o controle de toda a situação com a chegada, investidas e decisões da avó. Como Conor é um menino controlador com o intuito de manter tudo perfeito, a perda desse controle aumentam o seu medo da mãe desejar algo além dele e a sua rivalidade com a avó, o que o faz pedir para a árvore que a mate. Consequentemente, as suas reações se tornam agressivas contra a avó e seus pesadelos com o monstro da árvore mais intensos.
O monstro da árvore pode ser interpretado como um processo terapêutico psicanalítico porque retrata a cura, não com a eliminação dos sintomas, mas como um processo de ressignificação da sua dor para torna-la suportável e acessar o seu desejo, se responsabilizando e admitindo para si mesmo a própria verdade, o que Conor continuamente expressa resistência e repressão; como também o Inconsciente sistemático de Conor, cujo se manifesta por meio dos sintomas e dos sonhos. Seus sintomas são mostrados nas cenas de espancamento contra o seu colega de classe, e de destruição da casa da avó, onde nas duas cenas o menino parece ser controlado pelo monstro. São os momentos em que a criança sente dor conscientemente por saber que está cometendo um erro moral, mas sente prazer inconscientemente por finalmente conseguir transgredir. Ou seja, os conflitos psíquicos entre o seu desejo e o mecanismo de defesa, produz esses comportamentos violentos.
Para revelar os conflitos internos, liberar tensão e aos poucos, progredir para o acesso aos seus afetos, como no processo terapêutico citado anteriormente, o monstro da árvore ergue-se para contar histórias que se entrelaçam com a vida de Conor. Além disso, os sonhos de Conor passam uma rica fonte de material emocional e contém pistas para as demandas e causas. Como por exemplo, as analogias feitas pelas três histórias contadas pelo monstro são os próprios sonhos de Conor distorcidos e deslocados por meio do sistema psíquico.
Os sonhos demonstram que Conor não sabe lidar com seus desejos: Conor alimenta grande sofrimento, não consegue acessá-lo por ser insuportável e o Inconsciente acaba se manifestando com o fenômeno lacunar para a realização do seu desejo. Contudo, sabe-se que os pesadelos não são somente o medo de algo, mas o medo do desejo, pois ambos se interligam com a falta. Já os pesadelos de Conor se repetirem com frequência, denuncia situações de afeto durante a sua vigília e esse afeto é levado ao Inconsciente, se manifestando nos sonhos, como a sua relação com a mãe doente.

Cenas finais de Conor enfrentando a sua verdade.
Por fim, o filme inteiro mostra a luta de Conor contra o acesso ao seu próprio desejo porque, para ele, as regras tem grande valor como controle da situação, e como a consciência censura os seus afetos por saber que é um pensamento “errado e intolerável” moralmente, se torna um processo doloroso. O monstro da árvore é criado para superar os mecanismos de defesa e reconhecer a verdade, onde essa interpretação é concretizada nas cenas finais quando se descobre a verdade de Conor. A aniquilação da mãe é trazida à tona e é decifrado como um desejo de que a mãe faleça rapidamente de câncer para aliviar o seu sofrimento. E quando o mesmo admite para si, ele é capaz de criar um novo significado para a morte da mãe, permitindo a sua separação e capacidade de elaborar o seu luto.
Concluimos dentro dos sintomas e de todo o contexto elaborado pelo filme, que a estrutura da personalidade de Conor é possivelmente referente a neurose obsessiva. O EGO de Conor a todo momento tenta silenciar o ID e se manter fiel ao mundo externo, mas tem como resultado uma repressão fracassada. Por isso, Conor utiliza das fantasias com o monstro para tentar substituir a realidade desagradável. O filme destaca as interrelações familiares e escolares, a intrarrelação do protagonista e a transferência feita com a árvore como psicanalista, para relacionar o comportamento de Conor ao Complexo de Édipo. Nesses comportamentos, o mesmo tenta resistir ao máximo, renega e recalca a informação da castração.
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2019.12.26 02:32 altovaliriano O contragolpe em Meereen

A paz em Meereen se foi com a fuga de Daenerys e a prisão de Hizdahr Zo Loraq.
Como já visto anteriormente, existem fortes argumentos para acreditarmos que Cabeça-Raspada tenha envenenado os gafanhotos de Daenerys a fim de quebrar a paz e que Barristan está sendo manipulado por ele. Selmy consegue que Skahaz prometa que nenhum mal será causado a Hizdhar ou às crianças reféns de Daenerys, que, no máximo serão trocadas pelos reféns de Daenerys entre os Yunkaítas (Herói, Jhogo e Daario).
Contudo, se por um lado a manutenção dessas promessas é fácil enquanto as forças de Daenerys permanecerem em Meereen, a questão ficará inteiramente ao arbítrio de Skahaz caso os aliados de Daenerys atravessem os portões de Meereen.
E é precisamente isto que está para acontecer em Os Ventos do Inverno.
A série da HBO incutiu em boa parte do fandom a noção de que a hora de Barristan Selmy chegará logo no começo do próximo livro. À falta de Skahaz na série, Selmy foi morto pelos Filhos da Harpia em uma emboscada sem sentido durante a 5ª temporada. Ainda assim, muitos leitores tem firme convicção de que isso anuncia que Barristan morrerá.
No capítulo final de A Dança dos Dragões, Skahaz já chama Barristan de Mão da Rainha e lhe atribui a responsabilidade do conselho de guerra formado ("seu conselho"). Tudo indica que Skahaz está se aproveitando do fato de que Barristan está fazendo o trabalho sujo sozinho, quase como se o cavaleiro fosse a mente e a espada por trás do golpe contra Hizdahr Zo Loraq.
Selmy, contudo, parece alheio a estes sinais, de modo que insiste em trasmitir a mensagem errada. Veja, por exemplo, que Selmy se traja ricamente para a Batalha e ainda usa a própria montaria de Daenerys:
O velho cavaleiro vestia a armadura que sua rainha havia lhe dado – um traje de aço esmaltado, incrustado e ornado com ouro. A capa que pendia de seus ombros era branca como a neve do inverno, assim como o escudo pendurado em sua sela. Sob si estava a montaria da própria rainha, a égua prateada que Khal Drogo havia dado a ela no dia de seu casamento. Era presunçoso, sabia ele, mas se Daenerys em pessoa não podia estar com eles em sua hora de perigo, Sor Barristan esperava que a visão de sua prata no combate pudesse dar ânimo aos guerreiros, lembrando-os de por quem e pelo quê eles lutavam. Além disso, a prata havia estado por anos na companhia dos dragões da rainha, e se acostumara à vista e ao odor deles. Isso não era algo que pudesse ser dito dos cavalos dos inimigos.
(TWOW, Barristan I)
Apesar de que ele pretenda enviar uma mensagem bem-intencionada para seus homens, o comportamento de Barristan pode ser capitalizado por seus opositores para envenenar até mesmo aqueles que apoiam o regime de Daenerys.
Por outro lado, os dragões ficaram no centro do debate diplomático com Yunkai e com os filhos da Harpia. A prisão de Hizdahr se deu na mesma noite em que Quentyn Martell acidentalmente libertou os dragões sobre Meereen. Portanto, é natural que a população veja um plano westerosi sendo posto em prática contra a Cidade durante o vácuo de poder deixado por Daenerys.
Assim, a morte dos dragões se tornou imprescindível para o retorno à paz, acima de qualquer coisa. Podemos ver isso na forma como as únicas mensagens que não foram "apagadas pela chuva" são aquelas que condenam os dragões e exaltam Harghaz (que morreu tentando matar Drogon):
A Harpia quer Hizdahr livre, então ele envia seus filhos de volta às ruas com facas nas mãos. Os mortos são todos libertos e cabeças-raspadas, como antes. Um deles era meu, uma Besta de Bronze. O sinal da Harpia foi deixado ao lado do corpo deles, riscado no chão ou rabiscado em uma parede. Há mensagens também. Os dragões devem morrer, escreveram, e Harghaz, o Herói. Morte a Daenerys foi visto também, antes que a chuva apagasse as palavras.
(ADWD, A Mão da Rainha)
Mas também podemos perceber em como os Yunkaítas não aceitam qualquer proposta que permita que os dragões vivam:
– Recusaram. Nem todo o ouro comprará seu pessoal de volta, me disseram. Apenas o sangue dos dragões pode libertá-los.
Era a resposta que Sor Barristan esperava, não a que desejava. Sua boca se apertou.
(ADWD, A Mão da Rainha)
Mas há algo muito curioso no modo em como tanto os Meereeneses quanto os Yunkaítas requerem a morte dos dragões. Eles a pedem, como se eles não fossem capazes de fazer isso eles mesmos - mas outra pessoa fosse.
É diante desta constatação que um pequeno rumor que Cabeça-raspada conta assume novo significado:
Há duzentos bem-nascidos reunidos na praça, parados na chuva com seus tokars e uivando por audiência. Querem Hizdahr livre e eu morto, e querem que você mate esses dragões. Alguém contou para eles que cavaleiros são bons nisso.
(ADWD, A Mão da Rainha)
Este tipo de informação poderia ser facilmente espalhado por Skahaz e suas Bestas de Bronze enquanto eles vagavam mascarados ao redor da Cidade.
Porém, como uma informação similar poderia ter circulado entre os Yunkaítas? Ou como Skahaz poderia ter certeza de que Meereen e Yunkai compreenderiam em uníssono que Barristan seria capaz de se livrar dos dragões que ele mesmo havia libertado? Ora, tendo homens também no acampamento inimigo:
– Eu disse para você, as Bestas de Bronze são minhas.
– Você disse que tem homens entre os yunkaítas?
– Delatores e espiões. Reznak tem mais.
Reznak não é de confiança. Ele cheira muito doce e parece muito desleal.
(ADWD, O Cavaleiro Descartado)
Veja que Cabeça-Raspada parece saber que Selmy desconfia de Reznak e imediatamente acusa Reznak de ter mais tentáculos no acampamento yunkaíta. Numa tática digna de Petyr Baelish, Skahaz não precisa entrar em contradição para manipular Selmy, somente precisou plantar a idéia de que Reznak é mais influente perante o inimigo do que ele.
Portanto, há indícios de que Cabeça-Raspada esteja colocando Meereen e Yunkai contra Barristan. Diante da inabilidade política do guarda real, estas circunstâncias permitiriam que Skahaz forçasse Barristan a enfrentar os Yunkaítas em batalha, deixando a cidade à mercê de seus próprios planos (a saber: matar Hizdahr e os reféns de Daenerys e tomar o trono de Meereen para ele).
Um indício de que Skahaz já pôs estes planos em execução podem ser vistos em A Dança dos Dragões, quando Cabeça-Raspada participa ativamente do conselho de guerra antes de Barristan garantir que quebraria a paz, mas não fala nada durante o planejamento do ataque (ADWD, A Mão da Rainha).
Em assim não comprometendo seus homens com a batalha, sobrou para as Bestas de Bronze um trabalho muito conveniente para os planos de Cabeça-Raspada:
Acima, as ameias da portaria estavam abarrotadas com homens em capas remendadas e máscaras de bronze: o Cabeça Raspada enviara suas Bestas de Bronze às muralhas da cidade, para liberar os Imaculados para o campo. Se a batalha estiver perdida, caberá a Skahaz e seus homens defender Meereen contra os yunkaítas... até o momento em que a Rainha Daenerys possa retornar.
(TWOW, Barristan I)
Inadvertidamente, portanto, Barristan se pôs entre o inimigo e um traidor (Skahaz), tornando qualquer retirada para dentro de Meereen uma tática impossível.
Esta constatação é especialmente trágica quando vemos que recuar faz parte dos planos de Selmy e que as Bestas de Bronze tem o controle de balestras que podem acabar com as forças de Barristan:
– Procurem ouvir meu berrante, – Sor Barristan disse a eles. – Se ouvirem a retirada, recuem​. Nossas muralhas estão atrás de nós, abarrotadas de Bestas de Bronze. Nossos inimigos não ousarão chegar muito perto, senão estarão ao alcance das balestras. Se ouvirem o berrante soar o avanço, avancem de imediato. Dirijam-se a meu estandarte ou ao da rainha.
(TWOW, Barristan I)
Entretanto, as Bestas de Bronze não são a única força à disposição de Skahaz para atacar Barristan.
Os lutadores de arena reiteradamente demonstram sua lealdade a Hizdahr zo Loraq e Barristan, poucos dias antes do conselho de guerra, havia matado o gladiador Khrazz quando executva o golpe para depor Hizdahr:
Khrazz golpeou seu braço e o acertou, mas o arakh conseguiu apenas lascar o esmalte duro antes de encontrar o açoembaixo.
– Na arena, isso teria arrancado seu braço, velho.
– Não estamos na arena.
Tire essa armadura!
– Não é tarde demais para baixar seu aço. Renda-se.
– Morra – cuspiu Khrazz... mas quando ergueu o arakh, a ponta da lâmina ficou presa em uma das tapeçarias da parede. Aquela era a oportunidade que Sor Barristan precisava. Cortou a barriga do lutador de arena, defendeu-se do arakh que se libertou, então acabou com Khrazz com um rápido golpe no coração enquanto as entranhas do lutador começaram a escorregar para fora como um ninho de enguias gordurosas
(ADWD, O Derrubador de Reis)
Apesar deste acontecimento, Selmy parece não temer represálias pelos lutadores. Até mesmo chama alguns deles para seu conselho de guerra, sob protestos de Cabeça-Raspada:
E, do outro lado da mesa de onde se sentava Sor Barristan, estavam quatro guardas do outrora Rei Hizdahr, os lutadores de arena Goghor, o Gigante, Belaquo Quebra-Osso, Camarron do Conde e o Gato Malhado. Selmy insistira na presença deles, apesar das objeções de Skahaz Cabeça-Raspada. Eles haviam ajudado Daenerys Targaryen a tomar a cidade uma vez, e aquilo não podia ser esquecido. Podiam ser brutamontes encharcados de sangue e matadores, mas à sua maneira haviam sido leais... ao Rei Hizdahr, sim, mas à rainha também.
(ADWD, A Mão da Rainha)
Vê-se que eles participam ativamente do conselho, expondo suas opiniões de como efetivamente vencer os Yunkaítas. Contudo, a força de lutadores que compareceu aos Portões de Meereen para sair ao campo de batalha não se limitava àqueles cuja presença Skahaz havia se oposto.
Na verdade, compareceram lutadores que nunca foram citados antes nos livros e alguns deles usavam armadura:
Não muito longe deles, perto do sinistro monumento que os Grandes Mestres chamavam de Espiral de Caveiras, várias centenas de gladiadores haviam se reunido. Selmy viu o Gato Malhado entre eles. Ao lado dele estava Ithoke Destemido, e alhures Senaera Cobra, Camarron da Conta, o Açougueiro Tigrado, Togosh, Marrigo, Orlos, o Catamita. Até Goghor, o Gigante, estava lá, assomando sobre os outros como um homem em meio a meninos. ​A liberdade significa alguma coisa para eles no final das contas, ao que parece. ​Os gladiadores sentiam mais amor por Hizdahr do que jamais haviam demonstrado por Daenerys, mas Selmy estava contente de tê-los da mesma forma. ​Alguns até estão usando armadura​, ele observou. Talvez a vitória dele sobre Khrazz tivesse ensinado alguma coisa a eles.
(TWOW, Barristan I)
Em um momento de total ingenuidade, Barristan deixa de considerar a possibilidade de que este lutadores estão vestindo armaduras porque pretendem atacá-lo. Ou seja, o que aprenderam com a morte de Khrazz foi apenas que, para matar Barristan Selmy, é melhor estar completamente equipado.
E assim que os portões de Meereen são abertos, os lutadores deixam preocupantemente clara sua lealdade para com o Rei deposto por Selmy:
Os lutadores de arena na maior parte gritam “Loraq!” e “Hizdahr!” mas alguns gritam “Daenerys!”.
(TWOW, Barristan II)
Em razão disto, eu penso que os lutadores poderiam estar apenas esperando uma oportunidade para, no calor da batalha, atacar Barristan. Eu não sou capaz de dizer se eles contam com o apoio de Cabeça-Raspada, Galazza Galare ou fazem isto de forma independente, mas acredito que Martin está plantando as sementes da morte de Selmy nestes detalhes.
Na verdade, eu acredito que a chegada dos homens de ferro à Meereen forneceu a distração perfeita para que os lutadores executem seus planos. Barristan começa a comemorar a vitória antes do tempo, observando que eles e os homens de Victarion flanquearam os Yunkaítas de modo definitivo... provavelmente porque não percebe a fragilidade da própria posição:
Ele vê que os homens de ferro estão desembarcando, lutando contra os yunkaítas, e diz, surpreso, “Eles estãodo nosso lado!” Os mercenários não vieram fazer frente a seu ataque porque já estão preocupados com os nascidos do ferro!
Barristan está quase alegre.
– É como Baelor Quebralanças e o Príncipe Maekar, o martelo e a bigorna. Nós os pegamos! Nós os pegamos!
(TWOW, Barristan II)
E é exatamente neste momento de autoconfiança que as armadilhas dos Lutadores de Arena e Bestas de Bronze seriam mais eficientes contra Selmy e os exércitos aliados da Rainha Dragão.
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2019.11.22 08:14 luvdeluxe02 Atomic

Vou sossegado e assobio na madrugada fresca indo comprar cigarros na padaria 24 horas do bairro. O silencio faz eu entrar em contato comigo mesmo como se já não estivesse o tempo todo. E observando as ruas vazias eu percebo que estou cheio… de vida. As palavras já não suportam mais o significado do que sinto. Antes tudo isso era concentrado no meu pinto mas em algum momento do tempo espaço houve uma explosão nuclear dentro de mim e apenas esse corpo já não dá mais conta sentir toda a intensidade do que é viver.
Pedalo na busca pelo esvaziamento de significados. Meditação, sexo, música, açúcar qualquer coisa que me deixe viciado. Meus amores platônicos que tento não pensar sobre, não mais por medo do possível mas pela impossibilidade que o romantismo impõe a pessoa amada. Conto estrelas nascendo toda vez que ela sorri mas meus pés estão sempre no chão, na raiz do que eu espero conseguir.
Quero prosseguir com o texto mas não encontro história para contar além da atmosfera em que seu nome tem orbitado dentro de mim. Vou tentar falar da coruja em que vi passando por sobre minha cabeça mas saibam que provavelmente vou terminar falando de como eu queria que minha cabeça estivesse sob a saia dela. E não vejo problema algum nisso. O maior problema novamente é o romantismo que nos veste uma capa de ilusão e não nos deixa ver a realidade que me impossibilita de estender a mão até o meu desejo fugaz.
Chego na padaria e peço um maço de cigarro. Olho para o lado e vejo você na forma de uma lata de coca cola. Vou até o freezer e te pego com a mão cheia. Te bebo, te saboreio, te sinto em todo meu ser. O açúcar circula no meu sangue faz minha energia aumentar. BUUUUM!! No meu cérebro explode hormônios do prazer, simulacro do amor que eu sinto por você. Da impossibilidade do desejo é que nasce arte. Se eu tivesse agora entre suas pernas não estaria escrevendo e você não seria eterna nas minhas palavras. Ou seja, estou mais próximo do eterno do que de ti mas sou mais intenso que o sol que beija sua pele pela manhã quando você abre a janela para sair. Tenho medo de ser teu Dionísio por isso nos transformo em personagens para que toda essa energia não seja em vão. Para que pelo menos eu consiga dormir.
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2019.10.04 16:06 ItsTimeToFinishThis Quero ler Wittgenstein.

A primeira vez que eu ouvi falar de Ludwig Wittgenstein foi num vídeo do Henry Bugalho, onde este disse que a filosofia do austríaco era sobre como a linguagem é usada pra acessar a realidade, e que os escritos dele eram bem difíceis de entender. Isso coincidiu com o meu interesse recente em linguística. Depois de ver esse caos na política brasileira onde os direitistas distorcem os significados das palavras eu tive minha vontade de saber se a filosofia chegou em um consenso absoluto sobre como a linguagem pode realmente ter acesso à realidade.
Recentemente eu finalmente entendi do que se trata a filosofia do Kant. E um dos principais pontos é a distinção entre juízos sintéticos e analíticos, os quais dependem da linguagem pra fazerem sentido. Os juízos analíticos partem do princípio de "algo que está contido no próprio significado da palavra". Quando eu ouvi isso, um monte de dúvidas apareceram na minha cabeça. Por exemplo: se a definição de triângulo é algo que tem 3 lados, então significa que eu defini o triângulo usando a linguagem ou apenas usei a linguagem pra ter acesso a algo que existe? Palavras que descrevem coisas concretas como um tijolo estão sendo precisas em sua descrição? Coisas humanas abstratas como amor, ódio, ansiedade são o que? Um outro motivo que me fez me interessar por esse assunto são os debates de internet. Eu vejo, por exemplo, marxistas debatendo com anarcocapitalistas onde cada um define capitalismo de uma forma diferente. Daí penso: existe um fenômeno no mundo real no qual usamos a palavra "capitalismo" pra descrevê-lo ou a palavra capitalismo é que dá sentido a uma série de fenômenos? Eu acho que esses debates são prejudicados por ambas as partes não fazerem uma análise mais rigorosa sobre os termos que estão usando e que eles deveriam, antes do debate, descrever e chegar a um consenso sobre o que estão falando. E por chegar a essa conclusão, penso que com certeza pessoas mais bem instruídas e mais inteligentes do que eu refletiram sobre isso no passado e devem ter, talvez, chegado a algum consenso sobre isso. Daí que entra Wittgentein e a filosofia da linguagem. Wittgenstein fechou de maneira absoluta esse assunto? Há uma forma de deixar nossa linguagem mais aprimorada pra não cairmos nos erros que apontei acima? Se sim, são só meras técnicas arbitrárias ou são deduções sintéticas a priori? Nunca li nenhum livro de filosofia na vida. Eu preciso de alguma preparação ou já posso começar a ler os livros de Wittgenstein logo de cara?
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2019.09.17 12:07 jwachowski Sarah & Noelly

Eu e Sarah nos conhecemos há muito tempo. Nossa relação nunca foi nada oficial apenas ficamos juntos e grudados durante toda a adolescência, natural como um dó maior. Nunca nos cobramos nada um do outro. Nem ciúmes nem fidelidade nem nada. Apenas éramos e só.
Eu tocava violão e Sarah cantava muito bem pois tinha sido criada no coral da igreja. Nosso pacto social era na música acima de tudo. Era o que nos ligava no mais fundo de nosso ser.
Ela gostava de Tim Maia, Jorge Ben, dos Beatles e de Mazzy Star. Sua voz era forte como a de anjo caído nas ruas do capão redondo. Sua voz tinha um timbre parecido com o da Nina Simone.
Terminamos o ensino médio. Eu queria fazer Universidade e passei naquele mesmo ano para o curso de letras. No primeiro dia de aula, uma garota sentou ao meu lado. Com um vestido vermelho e muito bem maquiada ela respondeu a chamada pedindo para o professor corrigir seu nome. Noelly era o nome que ela escolheu para ser seu. Eu lembrava dela do dia vestibular. Lembro que alguma coisa naquela garota fez disparar em mim um sinal, um algo que eu não sei explicar. Era uma fagulha nas folhas secas do meu coração.
Não tardamos a se conhecer e a conversar sobre tudo na hora do intervalo. Além da matéria do curso nós falávamos sobre séries, livros e música. Ela me falava sobre magia, meditação e viagem astral. Karl Marx, teoria queer, amor liquido e sobre como tudo na vida era natural, enquanto outras coisas eram só construção social.
Natural como um sol maior era como eu me sentia conversando com ela e eu a queria mais perto como eu tinha a Sarah perto de mim. Mas o que a Sarah iria pensar? O que a própria Noelly iria pensar? Eu amava as duas e não queria magoa-las de forma alguma nem que para isso eu tivesse que me magoar.
No segundo semestre eu e Noelly estávamos cada vez mais íntimos. Ela estava cada vez na minha também mas eu não tomava iniciativa. Nunca tomei. O medo de ver alguém chorar me paralisava. Eu não achava errado amar duas pessoas ao mesmo tempo o que eu achava errado era magoar duas ao mesmo tempo. Sei que tudo é normal tudo é natural mas e as raízes que trazemos desde de o nascimento? Uma arvore presa no asfalto duro da sociedade, seus frutos são a certeza absoluta e a conceito antecipado sobre as coisas que não conhecemos. Acho que subestimei todos nós.
Noelly escrevia. Escrevia muito e todos os dias. Queria ser escritora. Ela passou a me mandar muitos textos e um deles eu transformei em música. Sarah me ouviu tocar violão no quarto e entrou perguntando de quem era aquela canção. Pela primeira vez eu falei de Noelly para Sarah que cantou com sua voz de anjo caído nas ruas do Capão as dores e experiências de Noelly. Foi um casamento perfeito. Eu senti que ali nascia algo maior que nós.
Mandei o áudio para Noelly que adorou e perguntou de quem era aquela voz. No final de semana seguinte nos reunimos os três no meu quarto e apesar de aparentar calma eu estava um turbilhão de ansiedade. As duas ali na minha frente eu só conseguia tocar e tocar meu violão calado enquanto as duas conversavam como se já se conhecessem a anos. Acho que a primeira palavra que eu falei foi quando respondi que queria sim a tora que Noelly tinha apertado.
Tocamos a música de Noelly e a voz da Sara estava mais linda e macia do que nunca. O back vocal meu e de Noelly eram um céu a noite sem nuvens que brilhava com os agudos emocionados de Sarah. Naturais como uma tríade maior, cada palavra que entrava e saia de nós três na cama fazia cada vez mais sentido e ao mesmo tempo perdia seu significado quando chegávamos nós três juntos no refrão daquela nova viagem sem volta rumo a sentimentos e prazeres desconhecidos.
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2019.09.17 12:07 jwachowski Sarah & Noelly

Eu e Sarah nos conhecemos há muito tempo. Nossa relação nunca foi nada oficial apenas ficamos juntos e grudados durante toda a adolescência, natural como um dó maior. Nunca nos cobramos nada um do outro. Nem ciúmes nem fidelidade nem nada. Apenas éramos e só.
Eu tocava violão e Sarah cantava muito bem pois tinha sido criada no coral da igreja. Nosso pacto social era na música acima de tudo. Era o que nos ligava no mais fundo de nosso ser.
Ela gostava de Tim Maia, Jorge Ben, dos Beatles e de Mazzy Star. Sua voz era forte como a de anjo caído nas ruas do capão redondo. Sua voz tinha um timbre parecido com o da Nina Simone.
Terminamos o ensino médio. Eu queria fazer Universidade e passei naquele mesmo ano para o curso de letras. No primeiro dia de aula, uma garota sentou ao meu lado. Com um vestido vermelho e muito bem maquiada ela respondeu a chamada pedindo para o professor corrigir seu nome. Noelly era o nome que ela escolheu para ser seu. Eu lembrava dela do dia vestibular. Lembro que alguma coisa naquela garota fez disparar em mim um sinal, um algo que eu não sei explicar. Era uma fagulha nas folhas secas do meu coração.
Não tardamos a se conhecer e a conversar sobre tudo na hora do intervalo. Além da matéria do curso nós falávamos sobre séries, livros e música. Ela me falava sobre magia, meditação e viagem astral. Karl Marx, teoria queer, amor liquido e sobre como tudo na vida era natural, enquanto outras coisas eram só construção social.
Natural como um sol maior era como eu me sentia conversando com ela e eu a queria mais perto como eu tinha a Sarah perto de mim. Mas o que a Sarah iria pensar? O que a própria Noelly iria pensar? Eu amava as duas e não queria magoa-las de forma alguma nem que para isso eu tivesse que me magoar.
No segundo semestre eu e Noelly estávamos cada vez mais íntimos. Ela estava cada vez na minha também mas eu não tomava iniciativa. Nunca tomei. O medo de ver alguém chorar me paralisava. Eu não achava errado amar duas pessoas ao mesmo tempo o que eu achava errado era magoar duas ao mesmo tempo. Sei que tudo é normal tudo é natural mas e as raízes que trazemos desde de o nascimento? Uma arvore presa no asfalto duro da sociedade, seus frutos são a certeza absoluta e a conceito antecipado sobre as coisas que não conhecemos. Acho que subestimei todos nós.
Noelly escrevia. Escrevia muito e todos os dias. Queria ser escritora. Ela passou a me mandar muitos textos e um deles eu transformei em música. Sarah me ouviu tocar violão no quarto e entrou perguntando de quem era aquela canção. Pela primeira vez eu falei de Noelly para Sarah que cantou com sua voz de anjo caído nas ruas do Capão as dores e experiências de Noelly. Foi um casamento perfeito. Eu senti que ali nascia algo maior que nós.
Mandei o áudio para Noelly que adorou e perguntou de quem era aquela voz. No final de semana seguinte nos reunimos os três no meu quarto e apesar de aparentar calma eu estava um turbilhão de ansiedade. As duas ali na minha frente eu só conseguia tocar e tocar meu violão calado enquanto as duas conversavam como se já se conhecessem a anos. Acho que a primeira palavra que eu falei foi quando respondi que queria sim a tora que Noelly tinha apertado.
Tocamos a música de Noelly e a voz da Sara estava mais linda e macia do que nunca. O back vocal meu e de Noelly eram um céu a noite sem nuvens que brilhava com os agudos emocionados de Sarah. Naturais como uma tríade maior, cada palavra que entrava e saia de nós três na cama fazia cada vez mais sentido e ao mesmo tempo perdia seu significado quando chegávamos nós três juntos no refrão daquela nova viagem sem volta rumo a sentimentos e prazeres desconhecidos.
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2019.09.15 19:11 YareYareDaze007 Minha "breve" história amorosa

Essa História que será aqui contada, nesse livro, é a jornada de um garoto chamado Giovane, um garoto quieto, de poucos amigos, porém muito estudioso, sempre tirava boas notas na escola. E é exatamente lá que nossa história começa.
No ano de 2017, nosso protagonista está sentado tranquilamente em sua mesa, na sala de aula, quando repentinamente ao olhar de relance para a porta, ele percebe alguém entrando, mais especificamente uma garota, uma linda garota, que instantaneamente desperta o encanto de Giovane. Vale lembrar que naquela época, ele era um garoto de 13 anos, sem nenhuma preocupação além de vídeo-games e estudos, mas tudo aquilo estava prestes a mudar. Naquele momento, ele havia descoberto o amor, que muitas vezes pode ser comparado à uma benção ou maldição. Ao ver a garota de nome desconhecido entrar, Giovane logo ficou surpreso com tamanha beleza, porém no momento não fez muita coisa. Apenas voltou aos estudos e tentou não pensar muito naquilo, porém era quase impossível, a cada conta que fazia, a cada texto que lia, a imagem da garota continuava a aparecer em sua cabeça. O que era muito ruim, considerando o fato de Giovane sempre dar muita importância aos estudos, aquilo estava o atrapalhando. Mas logo o nome da garota foi revelado: Sabrina. Giovane ouvira a professora dizer esse nome na chamada e viu a garota responder.
Não demorou muito para ele se dar conta do que havia acontecido. Ele sabia que estava sob o efeito da droga mais poderosa que existe: O Amor. E para o amor não existe cura, apenas o tempo, que foi justamente o que decidiu fazer: dar um tempo e ver o que acontecia. Giovane Não tinha ideia de como os eventos se desenrolariam dali em diante, não sabia o quanto sofreria pensando nela.
Passado algum tempo, cerca de 3 meses, e o amor de Giovane por Sabrina continuava aumentando, como uma fogueira que é atiçada pelo vento. No entanto, uma dúvida ainda pairava sobre sua cabeça: O sentimento era recíproco? Sabrina via Giovane com outros olhos? Ele não sabia, e isso estava o enlouquecendo.
Um mês depois do acontecimento anterior, ele havia pensado em uma maneira de acabar com suas dúvidas, era o único modo que nosso protagonista havia pensado: Falar à Sabrina sobre seus sentimentos. Porém, Giovane era um garoto extremamente tímido, o que deixava essa hipótese quase impossível. Ele tinha medo de contar o que sentia e não ser correspondido, ou ainda pior, ser ridicularizado pelas pessoas ao redor da escola. Chega o fim do ano e Giovane não havia conseguido se declarar. "Meu Deus, mas e se ela não estiver aqui o ano que vem? " Pensava.
2018, início do ano. E para sua surpresa, ele estava na mesma sala que Sabrina. Seria o destino dando uma segunda chance a ele? Talvez. E como dito anteriormente, seu amor não diminuía, apenas crescia dia após dia. Nosso protagonista tem 14 anos agora, muito mais maduro, certo? Errado! Ele continuava com uma ideologia de " deixar o rio fluir ", ou seja, não fazer nada e deixar que o destino cuidasse do resto. Claramente essa tática não deu certo. Porém, Giovane possuía um amigo chamado Marcos, cujo qual se dava muito bem com as mulheres. E fui justamente a ele que Giovane foi pedir ajuda. E acontece que Marcos era realmente bom no que fazia, e milagrosamente conseguiu fazer Sabrina se aproximar consideravelmente de nosso protagonista, que estava pensando sobre a vida e as decisões que havia tomado e aparentemente não interagindo com Sabrina, o que fez Marcos aparecer e talvez ter causado o maior arrependimento da vida de Giovane. Ou não? Marcos chegou conversando com ambos e acabou deliberadamente por falar que Giovane estava apaixonado por Sabrina, o que deixou nosso protagonista completamente paralisado, como se tivesse visto um fantasma, sem nada para dizer, como se tivesse visto a morte cara-a-cara. E Sabrina pareceu incrédula do fato, tanto que até se levantou da cadeira na qual estava sentada e estava se dirigindo a seu lugar, quando Marcos a parou e tentou argumentar com ela, mas nada parecia dar certo. Enquanto isso, nosso protagonista continua sentado imóvel na mesma posição que havia começado a conversa. Passados cerca de 3 minutos, Sabrina chega à mesa de Giovane e pergunta:-O que aconteceu?
-Nada. Diz Giovane
-Você está com cara de bravo. Foi alguma coisa que eu fiz?
-Não, não foi nada.
E Sabrina sai daquela mesa e volta para a dela.
A partir daquele dia, Giovane se tornou outra pessoa, alguém completamente novo. Ao invés do garoto alegre e piadista de sempre, ele havia se tornado alguém quase depressivo, não falava quase nada, passava horas parado pensando na vida, não fazia mais tantas piadas. Até o dia 10 de agosto de 2018, quando ele decide que não vale mais a pena sofrer tanto por conta de falta de coragem. Na escola, durante a aula de geografia a lição era fazer um mapa-múndi e foi o que nosso protagonista fez, porém Marcos tinha um plano para ambos ganharem nota apenas com o esforço de Giovane, que aceitou ajudar já que poderia precisar de algum favor de Marcos algum dia. E foi um plano, absurdamente bem bolado, executado com maestria e finalizado com êxito.
Na noite daquele mesmo dia, Giovane decide cobrar a ajuda que ofereceu à marcos. Mandou uma mensagem para ele e combinou que iriam executar um plano para que nosso guerreiro Giovane tivesse a coragem de se declarar à belíssima donzela Sabrina. Marcos a convenceria a segui-lo e passaria por um local combinado, onde Giovane apareceria e abriria seu coração para ela, acabando de uma vez por todas com isso, do jeito bom, que Giovane sairia com uma namorada e se livraria de sua tristeza ou do modo ruim, que era o que Giovane achava mais provável, onde ele seria completamente rejeitado e jogado à depressão para sempre, porém esquecendo de Sabrina. Nada poderia impedir esse plano de funcionar.
Exceto uma coisa: O esquecimento de Marcos que não conseguiu atrair Sabrina até o local combinado, o que fez com que Giovane saísse vagando pela escola envolto em seus pensamentos, e andando sem parar, para praticar pelo menos de alguma maneira, algum exercício, contudo ao fazer a volta na escola várias e várias vezes, no caminho Giovane se deparava com Sabrina andando com uma amiga e seu namorado, e durante algumas dessas vezes ele pôde ouvir claramente a amiga de Sabrina dizer: " quem quer catar a Sabrina? " Duas vezes na mesma hora em que ele estava passando e ainda ouviu mais uma última vez: " Ela está se doando ". Giovane estava começando a ligar os pontos, tudo começava a fazer sentido em sua cabeça. A vontade dele era alterar o curso de sua caminhada e abrir seu coração a ela, porém se fizesse isso, ele estaria desperdiçando um favor de Marcos, então Giovane Simplesmente continuou sua jornada de volta à sala de aula. Ele estava prestes a descobrir o significado de tudo que aconteceu.
No final daquele dia, Giovane decidiu perguntar à marcos se ele havia se esquecido. E de fato ele havia, no entanto se ofereceu para fazer o mesmo plano no dia seguinte. Giovane concordou.
Terça-feira, 14 de agosto de 2018, nosso protagonista vai para a escola apreensivo pensando em como vai ser, no que ele vai dizer..., mas durante a aula de história, nosso herói percebe que Sabrina estava muito impressionada com o professor novo. Estaria ela realmente afim do professor? Ou seria apenas uma brincadeira? Ele não sabia e isso o deixava apreensivo. Na próxima aula, a de matemática, a professora havia mudado Sabrina de lugar. E coincidentemente, o lugar que ela foi designada era bem perto do lugar de Giovane. Seria esse o destino colaborando mais uma vez para que tudo desse certo em sua vida?
No recreio, tudo estava combinado com Marcos. Só lhe restava sair da sala e seguir com o plano. Acontece que um amigo de nosso protagonista, conhecido pelo codinome Sem Mão, decidiu segui-lo e ver o que aconteceria e como acabaria. Giovane conta o plano à Sem Mão, que fica impressionado e diz que aquele plano era como fazer roleta russa com 5 balas. No entanto, Marcos demorou muito para fazer o plano e quando fez, não fez corretamente: Ele simplesmente disse para Sabrina que Giovane gostaria de conversar separadamente com ela, enquanto nosso protagonista apenas passava por ela e ia direto ao banheiro, pois estava muito tenso. Acaba o intervalo e Giovane se dirige à sala de aula. Na última aula, logo em seguida da de educação física, todos voltam para a sala e se preparam para a aula de matemática e provavelmente a coisa mais inesperada desse livro acontece: Ele pensando na vida como sempre, consegue ouvir Sabrina e Vinícius, um outro colega de sala, discutirem sobre voltar ao lugar anterior deles, e de repente ouve ela dizer que aquele lugar era bom porque ela conseguia ter uma boa vista de uma coisa. Instantaneamente nosso protagonista percebeu que essa "coisa" era nada mais nada menos que ele mesmo, até porque em certo momento dessa conversa ele pôde perceber Vinícius responder: Do G? Que foi logo respondido com uma resposta de Sabrina: Por que você não grita logo de uma vez?! Seguido disso, Vinícius em tom de brincadeira, aumenta levemente sua voz e repete a frase anterior. A teoria das cinco balas de Sem Mão acabara de ser refutada, pois com essas informações, suas chances aumentaram consideravelmente, deixando a arma com apenas uma bala. Estava muito claro para Giovane que Sabrina aparentemente gostava dele, mas não queria que isso fosse exposto. Passado certo tempo da aula, mais uma vez Sabrina diz que é um bom lugar e que ela consegue observar muito bem essa "coisa" e foi respondia por Vinícius: Mas do seu lugar anterior, você também consegue ver. E logo veio a resposta: Sim, mas daqui eu consigo ver mais de perto, logo esse lugar é melhor. Ele sabia que, ou se tratava dele ou de algum de seus amigos que sentavam perto, e estava bem convencido de que se tratava dele. Nesse momento, Giovane estava pulando de alegria por dentro, mas por fora só se via sua expressão mais comum: a de indiferença. Ninguém simplesmente olhando, poderia saber a felicidade que residia dentro de Giovane naquele instante. Ele foi para casa se sentindo renovado e feliz, só não voltou saltitando por motivos de masculinidade. O que aconteceria depois?
No dia seguinte, Giovane não foi para a escola. Ele havia ido ao médico, e como o sistema de saúde do Brasil não é dos melhores, não conseguiu voltar a tempo de ir para a escola. Ainda nesse dia, pela primeira vez ele decide tirar seu bigode e por incrível que pareça, se achou mais bonito e se sentiu deveras confiante em sua jornada. Por volta das 18 horas, conversa por mensagens com seu amigo Sem Mão e lhe conta sobre o que havia descoberto ouvindo aquela conversa, e para desanimar um pouco nosso herói, Sem Mão diz que o "G" mencionado na conversa, poderia ser de Gustavo, outro aluno da mesma sala, mas Giovane prefere acreditar que ela se referia a ele. Logo em seguida, começa a conversar com Marcos, que também fica ciente da situação e diz:
- Ela está brincando com você, cara...
- Não, estou tão confiante que apostaria cinco reais que ela não está brincando!
- Cinco reais? Apostado então! Mas para você ganhar, ela tem de deixar explícito que aceita você. Assim como para eu ganhar, ela deve deixar explícito que rejeita você.
- Claro.
Giovane não possuía cinco reais, nem sabia onde conseguir, mas estava confiante.
16 de agosto de 2018, nosso protagonista aparece na escola e diferentemente do último dia, não parecia tão tenso, parecia até mesmo confiante do que iria fazer. Logo Marcos apareceu:
- Está fechada a aposta de hoje?
- Com certeza!
- Você sabe que vai perder, né?
- Certamente que não, estou tão confiante que nem trouxe o dinheiro, como sinal de que sei que não vou falhar! – Cada frase que nosso protagonista falava, era dita com convicção.
- Se está tão confiante assim, suba a aposta para dez reais!
Giovane pensou por alguns segundos. Ele não tinha esse dinheiro em mãos, mas para mostrar confiança à Marcos e a si mesmo, subiu a aposta.
- Feito!
No instante que disse isso, o sorriso malicioso que habitava o rosto de Marcos fora substituído por uma expressão de espanto. Não podia acreditar que nosso herói estava tão confiante. Porém, durante toda essa conversa na aula, Marcos decide contar à professora de ciências sobre a aposta, e para a surpresa de ambos, ela havia achado uma aposta interessante.
15:30, havia chegado a hora do intervalo, a hora da verdade. Quando pôs o pé para fora da sala de aula, soube que duas coisas importantíssimas estavam em jogo: Seu futuro amoroso e dez reais, que podem não parecer muito, mas na época que o país estava... Ele achava que seria fácil, mas estava muito enganado, pois quando estava fazendo o reconhecimento do melhor lugar para a abordagem, pôde sentir sua perna fraquejar. Depois de dar algumas voltas na escola e consequentemente acabar encontrando com Sabrina no caminho, ele havia achado que estava pronto e quando foi procurar seu alvo em movimento, não o encontrou, no entanto, logo descobriu que ela estava sentada, com sua amiga já mencionada anteriormente. Não havia mais escapatória, teria de se declarar na próxima volta e podia sentir seu coração bater cada vez mais forte ao se aproximar do local. Infelizmente, ao chegar e estar preparado, se depara com mais 4 garotas conversando com Sabrina e sua amiga, o que fez nosso herói alterar o curso e ao invés de parar, acabou seguindo sua trajetória comum. Faria na próxima volta, não importava o que acontecesse, porém, ao chegar novamente e ver que só estavam ela e sua amiga sentadas, não conseguiu. Era como se uma força desconhecida o impedisse.
Bate o sinal para todos voltarem para suas salas de aula e nosso protagonista entra e percebe que teria uma aula vaga, e logo seu lamento em não ter conseguido se declarar, se tornou em forças para tentar agora que não haviam tantas pessoas lá fora. E mais uma vez não conseguiu, até que Sem Mão propõe um desafio: reproduzir um desenho de seu amigo Raul, um cara vidrado em desenhar, e Giovane aceita, pois ficar andando e se lamentando não era a melhor atividade. Chegando onde Raul estava, Sem Mão explica o desafio, porém, por algum motivo Raul pega uma folha e corta em duas, dando uma parte para Sem Mão e outra a si mesmo. Giovane não se importa. Na verdade, parecia não se importar com mais nada depois de ter fracassado em conversar com uma garota. Sem Mão reproduz um desenho de um homem com terno roxo e gravata que Raul havia feito. A única diferença, no entanto, foi que sua reprodução ficou parecendo o cruzamento de um desenho de uma criança sem talento com um feto malformado em um pote com formol. Após isso, aparentemente Sem Mão ficou tão entediado quanto nosso protagonista e decidiu voltar a andar, quando de repente veem Marcos e o namorado da amiga de Sabrina tentando tirar a namorada de Marcos e a amiga de Sabrina de um banco no qual estavam todas sentadas. Giovane pensou que poderia ser Marcos querendo ajudá-lo a conseguir, mas qual seria sua motivação além de perder dinheiro? E eles conseguiram tirar as garotas do banco, deixando Sabrina sozinha, que decidiu levantar e começar a andar, mas nosso herói não pensou em abordá-la, simplesmente não tinha a coragem para isso. E acontece que ele era um cara muito corajoso quando se tratavam de brigas e tudo mais (até enfrentou um bando de garotos que estavam o incomodando uma vez), mas quando se tratava de garotas, ele não sabia o que fazer. Depois disso voltou para a sala a tempo de acompanhar as duas últimas aulas de geografia. Contudo, no final da última aula, Marcos veio conversar com nosso herói:
- E aí cara, cadê meus dez reais?
- Eu não falei com ela, logo não tomei um fora, o que significa que eu ainda fico com meu dinheiro.
- Porra, cara. Qual a dificuldade? É só chegar lá e falar " eu estou afim de você, vamos ficar juntos? " E acabou.
- Se fosse tão fácil assim, eu já teria feito há um ano e oito meses atrás...
- Mas é fácil!
- Não para mim. Me falta coragem.
Então Marcos decide tomar uma abordagem mais agressiva.
- Olha lá a bunda dela como é grande! Você não quer ter isso?
Giovane continuava dizendo que não tinha coragem.
- Olha lá, o cara foi dar tchau para ela e passou a mão na bunda dela! E ela ainda deu risada! Você vai deixar o cara fazer isso com sua futura esposa?
O sangue de Giovane fervia, como se ele mesmo fosse explodir a qualquer momento, mas ele era um cara calmo e conseguiu se manter normalmente apenas dizendo " calma e tranquilidade " a si mesmo enquanto Marcos dizia:
- Se amanhã você não conseguir, você vai ter de dizer para todo mundo que você é um merda e eu sou superior!
- Okay, já me considero um merda normalmente...
Mas aquela conversa lhe deu forças para o que ele faria no dia seguinte.
Dia 17 de agosto de 2018, nosso herói está prestes a sair de casa, enquanto seu pai assistia tevê, e de relance, pôde ver a notícia mais bizarra que já havia visto em toda a sua vida: " Homem-Aranha do crime " que aparentemente era um ladrão que escalava prédios tão bem que recebeu esse nome.
Chegando na escola, pronto para fazer um trabalho de artes, acaba descobrindo que haveria outra aula vaga, já que sua professora tinha faltado, o que o deixou feliz e enraivecido. Quando já havia saído da sala e estava andando pela escola, começa a falar com Sem Mão desse livro que está sendo escrito agora mesmo.
- Vai ter muita coisa nesse livro!
- Essa conversa também?
- Provavelmente, já que eu vou colocar qualquer coisa que pareça insignificante o suficiente no lugar de alguma informação que seria crucial, ou seja, essa conversa vai direto para ele.
- Bem, isso não seria meio que...
- Um Inseption muito foda!
- Eu ia dizer quebra da quarta parede, mas Inseption também está valendo.
- Não é bem uma quebra da quarta parede. Eu só estaria fazendo isso se eu dissesse: " Ei, você aí que está lendo esse livro, como é que você está? "
- É, realmente...
Ao andar, se deparava algumas vezes com Sabrina andando com Marcos e outra pessoa não apresentada anteriormente: Kauã. Em algum momento, Marcos tentou parar Giovane o empurrando e lembrando que ele tinha de concluir sua tarefa naquele dia, ou então seria um fracassado.
- Você tem até hoje para conseguir.
- Veja bem, meu amigo, até a meia-noite ainda é hoje.
E essa foi uma sacada bem esperta, tenho que admitir. Enfim, nosso protagonista continuou andando um pouco até que...
- Giovane! Chega aqui! – Disse Marcos aos berros sentado em um local perto de uma árvore.
- Porra... – Disse Giovane.
E foi andando até chegar a ele.
- Que foi, cara? – Perguntou em tom de desânimo.
Eu preciso que você tire uma foto.
" Uma foto? " Pensou Giovane, achando que poderia ter um esquema armado por Marcos.
- Ok, vamos lá!
E foram caminhando em direção à uma outra parte da escola. Quando chegaram, nosso herói se pôs em posição e segurando o celular de Marcos, estava pronto para fotografar. Enquanto olhava para a tela do celular, podia ver Sabrina e sua beleza, ao mesmo tempo que pensava " Caralho, eu sou um merda meu irmão! " E tirou a foto. No entanto, o que não sabia, é que quando já ia se retirando do local, Marcos o chamou e disse:
- Não, cara. A gente só quer que pegue essa parte da parede.
- Ah, ok.
E novamente estava em posição observando Sabrina pela câmera, e logo tirou outra foto. E dessa vez, conseguiu voltar à sua rota sem ser chamado mais uma vez. Andava e andava, sem rumo, sem destino, sem coragem, quando com sua super audição pôde ouvir Sabrina discutindo com Marcos, atrás dele.
Ouvindo isso, ela decide desafiar Marcos para uma briga, e ele logo se acovarda. Como Giovane, ele não tinha coragem. Quanta hipocrisia, não é mesmo, caro leitor? No entanto, ele logo teve uma ideia.
- Vai lá e usa essa raiva no Giovane!
E Giovane continuava andando na frente apenas ouvindo essa conversa, quando foi chamado.
- Giovane! Chega aqui!
E lá ele foi conversar com ele.
- O que foi dessa vez?
- A Sabrina quer te dar um soco.
Mas ela não queria.
- Não, eu não vou! – Disse ela.
- Por que não? – Perguntou Marcos
- Porque eu estou com raiva de você, não dele!
Mas depois dessa breve conversa, Giovane notou um olhar de Sabrina dirigido ao nosso herói. Sabrina realmente teria olhado para ele da forma que imaginava? Ou só estava ficando louco? Descobriria tudo isso em breve...
Dia 18 de agosto de 2018, sábado, por volta das 22:30 da noite Giovane é contatado por Marcos com uma mensagem:
- E aí, cara?
- Opa.
- Tudo beleza, cara?
- Tudo de boa.
- Então, cara... eu acho que você perdeu a aposta.
- Não, pois a aposta não tinha prazo. A única coisa que tinha prazo era eu dizer que sou um merda e a sexta já passou, então você foi enganado...
- Aí é que está, meu amigo quem está se enganando é você mesmo. O único que está sofrendo por amor é você.
- Sim, mas ainda assim, a cada dia minha coragem vai aumentando...
- Não se iluda meu pobre amigo. Esse seu coração não merece sofrer!
- Eu estou apenas contando os fatos.
- Não ame aquela garota, ela não merece você.
- Se fosse tão fácil assim... E você não vai me fazer desistir, porque sou brasileiro e brasileiro não desiste nunca!
- Entendo, apenas não quero que sofra por algo que não tem futuro.
- Eu já sofri para caralho, eu tentar isso não vai aumentar a dor que eu sinto por não estar ao lado dela.
- Você realmente quer isso, não quer?
- Sim, porra!
- Para que você possa ver que eu não estou mentindo. Eu nunca disse isso para você, porém... eu realmente não tenho nada para fazer.
- Etcha porra!
- Sim, essa foi a única palavra que você nunca me ouviu dizer.
- E qual seria? – Perguntou Giovane apenas para ver Marcos admitindo que estava tão perdido quanto ele.
- Eu não sei o que fazer.
- Ca ra lhou.
- Por conta dela, não tem muito o que fazer.
- Isso mostra que é um caso absurdamente difícil.
- Sim, porém não impossível.
- Até porque nada é impossível, exceto o Palmeiras ganhar um Mundial. Isso é impossível.
- Kkk verdade. Como eu já vi que você não vai desistir da Sabrina...
- Certamente que não.
- Eu vou pelo menos tentar ajudar.
- Que bondoso.
- Porém, como nada na vida é perfeito, eu vou usar minhas técnicas...
- Caralho. Tenho trauma dessas técnicas.
- Pode apostar! Até porque, eu aprimorei elas...
- Acho bom mesmo, kkk
- Porém não foi para um lado bom! Foi para um lado mais extremo.
- Puta merda.
- Eu já pensei no que vou fazer. Funciona muito em filmes e novelas.
- Diga-me.
- Vou trancar vocês dois, em algum lugar sozinho.
- Caralho. – Giovane já sabia que aquele plano não iria funcionar, porém decidiu ouvir até o fim.
- Vai ser perfeito. Você vai ver, aí é por sua conta. Na verdade, a parte mais difícil sempre vai ser para você.
- Eu estou com um certo medo do que pode acontecer.
- Ela pode falar tudo que sente por você, ou ela pode ficar de fato com você.
- Ou pode não acontecer nada.
Depois de um tempo de conversa Marcos se convenceu de que seu plano não era dos melhores. Até que disse:
- Eu te ajudo e você me ajuda. Eu te ensino o que sei, e você o que sabe...
- O que exatamente você precisa?
- Eu quero saber como você pensa tanto e quero saber como você é tão concentrado, etc....
- Caralho, sério?
- Sim.
- Ok, aqui vai. Não tem segredo: Você só tem que pensar que sua vida dependesse daquilo. Mas, o lance de ser pensativo, acho que é porque eu não tenho muito o que fazer, apenas pensar.
- Ótimo!
- Espero ter ajudado.
- Ajudou sim, muito obrigado. Agora o que você precisa?
- Fora o lance da Sabrina, nada.
- A melhor opção seria chegar nela em alguma hora em que ela estivesse sozinha ou falar que é uma conversa em particular.
- Sim, o lance é que eu preciso de coragem.
- Quer saber, você transmite confiança. Algo que eu queria muito transmitir.
- Só reprimir suas emoções e mostrar nos momentos mais cruciais.
- Como assim?
- Você nunca sabe se eu estou feliz ou triste, certo?
- Certo.
- Mas as minhas emoções mudam. Tudo que eu faço é mostrar o que eu quero que os outros vejam: A minha cara de indiferença de sempre.
- Porra.
- É basicamente só isso.
- Valeu, cara.
- Você me ajuda muito, estou retribuindo.
- Muito obrigado. Mesmo, cara.
- Não há de quê.
Dia 19 de agosto de 2018, Marcos envia uma mensagem por volta das 21:00 para Giovane:
- Cara, estamos na mesma situação. Eu me apaixonei e ela não dá bola para mim. Fudeu, eu me apaixonei. Isso não é natural no universo.
- Vamos conversar.
- Fudeu.
- Você se fodeu.
- Sim, Fudeu. Eu me apaixonei e isso não é normal da porra da natureza! Eu sou Marcos Ribeiro, não posso me apaixonar!
- Agora sente o que eu sinto há quase dois anos. Não é fácil quando é com você, né?
- Literalmente não. Mano, ela é maravilhosa e não me dá bola. Nem com meus truques e experiência não consigo.
- Você sabe que se eu conseguir ficar com a Sabrina e você não pegar essa mina, o mundo deu uma puta volta.
- Sim.
- Algo de errado não está certo.
- Nem um pouco. Mas, mano ela é perfeita! Pensa na Sabrina e multiplica por 20.
- Impossível!
- Juro.
- Para mim não existe nenhuma garota na face da terra que se compare à beleza da Sabrina. Acho que o amor faz isso...
- Mano, Fudeu. Eu me apaixonei. Pera aí...
- Eu poderia ser muito cuzão e não ajudar, mas você tentou me ajudar, então farei o que puder.
- Pronto. Não sou mais apaixonado.
O amor não é brincadeira de criança, é coisa séria e não se livra do amor tão rapidamente. E Giovane sabia disso, então ou Marcos não estava apaixonado desde o início, ou ainda estava apaixonado ou talvez estivesse inventando tudo aquilo.
- Ata kkk.
- Sério, passou. Eu me controlei.
- O amor vai e vem como uma montanha-russa.
- Não. Não comigo.
E foi então que nosso herói se preparou para fazer um dos melhores discursos de todos os tempos.
- Você pode ter esquecido agora, mas vai pensar nela de novo. E aí fodeu. Mas, se tem uma coisa que eu aprendi é que você tem que insistir...
- Não. Foda-se.
- ... até não ter mais forças. Você não vai esquece-la, apenas aceite o destino. Se você não tentar, alguém vai e você vai ficar muito arrependido. Então você não vai desistir, porra! Logo você, o cara que me incentivou a correr atrás da Sabrina, não pode simplesmente desistir. Essa pode ser a mulher da sua vida, então você teria que ser muito burro para deixar de tentar. E é por isso que você vai correr atrás dela.
Esse foi um puta discurso. Foi tão bom que parece que foi redirecionado a si mesmo e deu forças para ele fazer o que faria amanhã.
Dia 20 de agosto de 2018. O que nosso herói fez? Nada! Até tentaria falar com Sabrina, mas o problema é que não a via. Ficou todo depressivo por passar mais um dia sem conseguir e foi para casa. Chegando lá, sente uma certa fome e decide fazer uma omelete. Uma coisa que deve ser dita anteriormente, é que independente de quanta pimenta do reino colocasse, não conseguia sentir a picância que deveria. Fazendo a omelete, coloca pimenta do reino e seus dedos ficam sujos. Logo vem seu pai, com uma má intenção.
- Lambe a pimenta aí para você ver que não arde quase nada.
Giovane confiava em seu pai então provou e por um segundo pensou " nossa, não arde mesmo ", mas estava muito enganado e arrependido, pois depois de dizer isso, pôde sentir sua língua queimando como carvão em brasas, então pensou " vou tomar um copo de leite e estará tudo resolvido ", acontece que no momento a caixa de leite que estava na geladeira, havia acabado e Giovane teve que esperar cerca de trinta segundos de pura dor e sofrimento até conseguir abrir outra caixa de leite.
Esse pequeno conto não interfere em nada nossa história, mas achei que deveria ser compartilhado.
Quinta-feira, 23 de agosto de 2018. Nosso herói já está na escola durante a terceira aula, esperando o sinal para o intervalo. Ao ouvi-lo, Giovane, como sempre, começa a andar em voltas, porém, mais uma vez se depara com Sabrina, mas dessa vez ela não está andando, e sim parada com algumas garotas, o que eliminava completamente a possibilidade de tentar fazer seu plano, então apenas segue seu caminho. Voltando para a sala, ele não sabia, mas sua vida que já era depressiva, estava prestes a ficar pelo menos três vezes pior, por um tempo. Ao entrar e sentar em sua cadeira, pôde ouvir Yasmin, sua prima, dizer claramente que era um cupido, logo em seguida Sabrina conversa com alguém que ele não conseguira identificar, mas ouve a seguinte frase durante a conversa " Eu virei e dei um beijo na mina ". Naquele momento, não sabia o que fazer. Seus olhos começaram a lacrimejar como se estivesse cortando um milhão de cebolas enquanto um anão tailandês chicoteava suas costas. Sentiu que todo o sentido de sua vida havia acabado, sentiu-se como se o chão que estava aos seus pés havia desabado. Para esconder sua tristeza de todos e de si mesmo, Giovane adotou um comportamento bem agressivo, mas enquanto conversava com Marcos ouviu-o dizer:
- Vamos fazer uma aposta amanhã. Tipo os gringos jogam pôquer e apostam salgadinho essas coisas, já a gente que é fudido aposta bala. A gente poderia, sei lá, jogar algum jogo de azar tipo pôquer, truco...
- Eu toparia um truco. – Disse nosso protagonista.
- Ok, então amanhã todo mundo traz bala para apostar e a gente joga um truco.
Chegando em casa, de noite, Giovane decide contar a seus amigos sobre o motivo de ter ficado tão furioso a partir do intervalo, exceto por uma parte que ele não conseguia parar de rir como se fosse um retardado " Bebidas Xabás ". E ao contar para Semeão, ele recebe um discurso motivacional quase tão bom quanto o que havia feito para Marcos.
- Giovane, sabe o que você precisa?
- O que?
- TVNC
- Wtf?
- Tomar vergonha na cara.
- Porra, semeon.
- Criar coragem e ir.
- Sim. Só preciso do meu bigode, ele me transmite segurança.
- Não deixe que coloquem o dedo na sua cara e digam quem você é!
- Minha autoestima começou a subir...
- Virou mó conversa motivacionap. Maldito correto. R.
- Maldito analfabetismo!
- Cara, você é o cara!
- É bizarro que eu nunca pensei que não conseguiria por falta de coragem, mas sim por rejeição.
- Você vai conseguir. Se tiver a lábia mais do que perfeita, você é imbatível!
- Sim, eu só preciso chegar nela.
- E puxar um bom papo.
- Com puxar um papo, você deve saber que eu vou chegar fazendo a proposta.
- Hum, é mesmo?
- Se a porra do Marcos tivesse seguido o plano...
- Então quando você chegar nela, já sabe...
- Agora tenho que ir.
- Vou recobrar o favor do Marcos, mas falous.
- O Kauã está mandando eu jogar com ele.
- Olha só, escravatura, mas falous.
Naquele mesmo dia, ele cobrou o favor e Marcos concordou em ajudar.
Dia 24 de agosto de 2018, na escola durante a primeira aula que deveria ser de artes, mais uma vez é uma aula vaga. Ao andar com Sem Mão e Raul, como sempre nosso herói se depara com Sabrina sentada com algumas amigas. Dando algumas voltas, durante uma delas, ao passar pelo grupo de garotas, nosso protagonista consegue ver claramente Sabrina olhar diretamente para ele por cerca de três segundos. E não era qualquer olhar, era um olhar tão certeiro que não havia a possibilidade de ela estar olhando para algum outro lugar. Esse fator somado às informações que Giovane havia conseguido ouvir ao longo do tempo, lhe dava uma chance de 99% de Sabrina estar afim dele.
Feliz para cacete, depois que a aula vaga acaba, volta para a sala e vai fazendo as lições até chegar a última aula de geografia. Todos haviam se lembrado do que Marcos havia combinado sobre o truco. Mas ninguém trouxe um baralho.
Depois de tudo isso, com sua confiança, nosso herói faz uma das coisas que mais se arrependeria em sua vida, ele decide aumentar a aposta que havia feito com Marcos para 20 reais. Se ele conseguisse, seria ótimo ganhar esse dinheiro, mas Giovane não pensou no caso de não ganhar a aposta, pois estava cego pela ganância do dinheiro fácil. Marcos aceita a proposta e dessa vez foi mais esperto por ter colocado um prazo de dois dias na aposta.
Durante alguns dias, nada de tão importante acontece que deva ser mencionado nesse livro. Isso até o dia 30 de agosto de 2018...
Giovane decide que pediria Sabrina em namoro durante o recreio, mas para isso precisaria da ajuda de Marcos, que concordou em ajudar depois de certas negociações.
É chegado o intervalo e a tensão estava subindo, até porque agora além de Sabrina, 20 reais estavam em jogo, e nosso herói não tinha nem perto disso...
Giovane anda durante o recreio procurando Marcos e acaba o encontrando.
- Então, cara... agora seria uma ótima hora para aquela ajuda...- Disse nosso protagonista.
- Ah, sim claro, claro... A gente só precisa encontrar a Sabrina...
E lá se vão Marcos, Giovane e Thiago (Não o Sem Mão) procurando a garota. Até que Marcos tem uma genial ideia (sem sarcasmo).
- Giovane, faz o seguinte: fica ali na árvore que eu vou ver se eu encontro ela e chamo-a aqui.
Nosso herói concordou com a cabeça e foi se dirigindo à árvore. Chegando lá, não parava de pensar o que iria dizer, até que de relance, consegue ver Marcos caminhando com Sabrina em sua direção. Eles haviam chegado.
- Então, o Giovane tem um negócio para te falar...
"É agora", pensava Giovane. Não havia mais escapatória.
- É então, é sobre o lance que eu ia falar ontem... Sabrina eu sou absurdamente afim de você, e você sabe disso, então... quer namorar comigo?
- Então... no momento eu não estou disponível..., mas se quiser a amizade, estamos aí.
Ele se sentia arrasado, detonado, zuado, fudido, quebrado.
Aquelas palavras ecoaram na cabeça de Giovane, que agradeceu a Sabrina por ter cedido seu tempo e foi embora andando. Por incrível que pareça, ele se sentia libertado. Triste, porém, libertado.
E nossa história termina aqui com um final não tão feliz(ou será que não?).
E com essa finalização, eu agradeço por ter tirado um tempo do seu dia para ler isso.
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2019.09.07 14:37 TaoQingHsu Capítulo 11: Dar refeições se transforma em vitória

(Capítulo 11) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda
Co-tradutores no tempo da dinastia Han Oriental, China (25 a 200 dC): Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).Professor e escritor por explicar a dita Escritura: Tao Qing Hsu
Capítulo 11: Dar refeições se transforma em vitóriaO Buda disse: “Dar cem refeições a pessoas más não é tão bom quanto dar uma boa refeição a uma pessoa;dar mil refeições a boas pessoas não é tão bom quanto dar uma refeição para uma pessoa que obedece aos cinco preceitos;dar refeições a dez mil pessoas que obedecem aos cinco preceitos não é tão bom quanto dar uma refeição a Srotāpanna;dar um milhão de refeições a Srotāpanna não é tão bom quanto dar uma refeição a Sakridāgāmi;dar dez milhões de refeições a Sakridāgāmis não é tão bom quanto dar uma refeição a Anāgāmi;dar cem milhões de refeições Anāgāmis não é tão bom quanto dar uma refeição a Arhat;dar dez cem milhões de refeições de Arhats não é tão bom quanto dar uma refeição a Pratyeka-buddha;dar dez mil milhões de refeições de Pratyeka-buddha não é tão bom quanto dar uma refeição a um Buda do Terceiro Mundo;dar mil trilhões de refeições de três mundos de Buddhas não é tão bom quanto dar uma refeição a uma pessoa que está em estado de não pensar, não morar, não praticar e não provar ”.
Dar refeições aos outros se transforma em vitória; a vitória não é sobre os outros, mas para nós mesmos. Se dermos refeições a cem pessoas más, o que fizemos foi ajudá-las a fazer as coisas más. Isso significa que fazemos as coisas más indiretamente. Não é a vitória, mas a perda da nossa vida e do nosso espírito.
Pelo contrário, se dermos refeições a mil pessoas boas. O que fizemos foi ajudá-los a fazer as coisas boas. Isso significa que fazemos as coisas boas diretamente. É a vitória para aumentar a felicidade pela nossa vida e pelo nosso espírito. As pessoas acima mencionadas são as pessoas que não aprendem o Buda e não praticam o Tao. Mas isso não significa que eles não sejam boas pessoas. Se aprender o Buda e se praticar o Dao ou não, não está relacionado a se a pessoa é boa ou não. Se uma pessoa má pudesse arrepender-se de sua falta, tivesse o coração de compaixão e desejasse alcançar o estado de Buda, ele também poderia aprender o Buda.
Se uma pessoa aprendesse o Buda, ele seria ensinado a obedecer aos cinco preceitos no primeiro trabalho de classe. Aqueles que são aprendizes de Buda, mas não monge ou freira budista, são necessários para obedecer aos cinco preceitos. Uma pessoa boa não obedece necessariamente a esses cinco preceitos. Mesmo não sendo o aprendiz de Buda, também podemos obedecer aos cinco preceitos automaticamente. Então, quais são os cinco preceitos? É o seguinte: Não matar os outros e não nos matar.Não roubar.Não fazer sexo de maneira inadequada. Isto é, não se prejudique e não prejudique os outros, e respeite um ao outro.Não mentir.Não tomar álcool ou drogas ilegais. É demonstrar que obedecer aos cinco preceitos é a vitória. Como sabemos, tal vitória não se compara a outros, mas a nós mesmos. Oferecer refeições à pessoa que obedece aos cinco preceitos é melhor do que oferecer refeições a mil pessoas boas. É a vitória também.
Srotāpanna, Sakridāgāmi e Anāgāmi são sânscritos e são algum tipo de substantivo. Eles não são limitados em monge ou freira budista. Isto é, eles são usados ​​para identificar o nível de cada aprendiz de Buda. Eles também são mencionados em diferentes escrituras e, às vezes, a explicação para eles é diferente. Em uma palavra, ao aprender Buda, eles ainda estão em níveis diferentes de autoconservação.
Além disso, eles ainda não foram capazes de se libertar do sofrimento, muito menos de ter a capacidade de salvar outros para libertar-se do sofrimento. Por quê? Na virtude, sabedoria e bem-aventurança, o que eles fizeram e o que ganharam não é suficiente. É por isso que eles estão se poupando em esforço, mas não em outros. Também existe a diferença de grau. O grau de Srotāpanna é menor que Sakridāgāmi. E o grau de Sakridāgāmi é menor que Anāgāmi. Mesmo que isso, em virtude, sabedoria e bem-aventurança, eles sejam melhores do que a pessoa que obedece aos cinco preceitos.
Arhat e Pratyeka-buddha foram libertados do sofrimento. Isso também significa que eles conseguiram mais em virtude, sabedoria e felicidade. Mas por que dar a cem milhões de refeições de Arhats não é tão bom quanto dar uma refeição a Pratyeka-buddha? Se alguém quiser atingir o grau de Arhat, eles ainda terão que depender da força da sabedoria e da força de compaixão de Buda; além disso, eles têm que colocar o Dao em prática e então provar o fruto de Dao. Significa que ser Arhat ainda precisa ouvir a lei de Buda e ser ensinado por Buda. Arhat também tem a capacidade de falar da lei de Buda.
Mas aqueles que alcançam o grau de Pratyeka-buddha dependem de si para serem iluminados. Isso significa que eles alcançaram a iluminação da igualdade-sabedoria e a natureza do Buda. Eles também estão em estado de não praticar e não provar. Sendo Pratyeka-buddha não ouve a lei de Buda de Buda, e também não é ensinado por Buda. Eles não falam da lei de Buda. Na sabedoria e virtude, seu grau é mais do que o grau de Arhat. Assim, oferecer uma refeição para Arhat ou Pratyeka-buddha conectaria com eles, para nutrir seu corpo e ajudá-los a alcançar o estado de Buda. Isso também nos ajudaria a semear a semente da sabedoria, virtude e bem-aventurança nesta vida; e os frutos da sabedoria, virtude e bem-aventurança seriam ganhos em nossa vida presente e em nossa vida futura.
É por isso que o budista está mais disposto a oferecer qualquer coisa ao aprendiz de Buda, especialmente àquelas pessoas que são iluminadas na natureza do Buda. Mas isso não significa que o budista não ofereça nada aos pobres. No budismo, é o conceito de que aqueles que estão nos pobres são porque são mesquinhos com o dinheiro e não estão dispostos a oferecer qualquer coisa aos outros generosamente em sua vida passada. Essa é a causa do passado para fazer o resultado presente. Percebendo a igualdade, os pobres também estão tendo a natureza de Buda, no entanto, sua natureza de Buda ainda não foi iluminada. Ou seja, sua sabedoria natural ainda foi coberta, não apareceu. Se nossa sabedoria natural aparecesse, seríamos muito felizes e estaríamos cheios de riquezas. Há duas explicações para o Buda dos Três Mundos, é sobre o tempo e o espaço, o que significa que o Buda viveu no passado mundo / tempo, o Buda viveu no mundo / tempo presente e o Buda viveu no mundo futuro / O outro é destinado ao Buda Sakyamuni no mundo do meio, o Buda Amitabha no mundo ocidental e o Farmacêutico de Buda - luz de vidro no mundo oriental.
O espaço e o tempo são unificados, são um e são ilimitados. Portanto, não importa qual Buda esteja em qualquer momento ou em cada espaço, eles são um. Este conceito é difícil de ser entendido, muito menos de ser experimentado e provado por si mesmo, a menos que o conceito para a linha divisória existente e para a diferenciação de qualquer coisa tenha sido quebrado e eliminado totalmente.
Em nossa cognição, o Buda dos Três Mundos é alguém que deve ser respeitado por nós. Na experiência profunda, o Buda dos Três Mundos não está em nosso exterior, mas em nossa natureza própria. Quando respeitamos o Buda dos Três Mundos, também queremos nos respeitar. Quando oferecemos refeições ao Buda dos Três Mundos, também se destina a oferecer algo para nós mesmos. O Buda dos Três Mundos é unificado conosco. Somos Um. O que é Buda?Quando alguém se ilumina totalmente da sabedoria, liberta do sofrimento e conhece toda a verdade, enquanto isso, não tem mais medo no coração, e também pode usar seu grande poder de bondade e simpatia para salvar todos os seres sencientes, a fim de libertem-se do sofrimento na vida e na morte, chamamos essa pessoa de “Buda” para respeitá-la. Na língua chinesa, chamamos de "Fo" ou "Fu", que é transliterado da palavra chinesa, e sua língua original é do sânscrito.
Agora temos uma pergunta. O acima mencionado mencionou que o Buda dos Três Mundos é unificado conosco e nós somos um. Por que não somos Buda? Esse não é o problema do Buda dos Três Mundos, mas o nosso. É porque o nosso coração interior não está no reino de Buda. Isso também significa que ainda não alcançamos o estado de Buda.
Então, dar refeições ao Buda dos Três Mundos é mais vitória; é porque é difícil para nós oferecer refeições para eles. Se tivermos a oportunidade de oferecer refeições a eles, isso também significa ter mais chance de nos libertarmos do sofrimento e ter a chance de ganhar mais virtude, sabedoria e bem-aventurança, e ter a chance de alcançar o estado de Buda, devido à O Buda dos Três Mundos nos daria sabedoria e compaixão, nos ensinaria o budismo e como ser iluminado. É por isso que oferecer refeições ao Buda dos Três Mundos é uma vitória especial. Já é uma vitória tão especial. Por que doar milhares e milhares de milhões de refeições de Budas Três-Mundiais não é tão bom quanto dar uma refeição a uma pessoa que está em estado de não pensar, não morar, não praticar e não provar?
Nenhuma moradia significa não se apegar ou não depender de nada. Uma pessoa que está em estado de não pensar, sem morada, sem praticar, e sem provar que nós já mencionamos e explicamos no capítulo 2 (Capítulo 2). Uma Breve Conversação sobre a Escritura de Quarenta e Dois Capítulos dita por Buda.
Capítulo 2: Cortando o desejo e não exigindoO Buda disse: “Aqueles que saem da família, tornam-se os Sramana, cortam o desejo, removem o amor, reconhecem a fonte do seu próprio coração, alcançam o princípio profundo do Buda, percebem a lei do não fazer, nada está sendo ganho por dentro, não tem nada sendo exigido do lado de fora, não prenda o Tao no coração, nem colete o carma, não tenha pensamentos, não faça, não seja praticante, não seja provado, não experimente o níveis sucessivos, mas atingem o estado mais alto de todos, são chamados de Tao. ” Se não entendermos o budismo, podemos entendê-lo erroneamente, e pensar que tal pessoa não é útil, é um perdedor. Não, absolutamente não é assim. No budismo, aqueles que poderiam estar em estado de não pensar, sem morada, sem praticar e sem provar estão atingindo a sabedoria superior, estão ganhando a maior virtude e bem-aventurança. Ou seja, sua conquista é maior e quase perto ou no topo.
Poderíamos pensar que aqueles que estão em estado de não pensar, não morar, não praticar e não provar são outra pessoa, porque dar refeições a eles é melhor do que dar refeições ao Buda dos Três Mundos. Se pensamos assim, está totalmente errado.
Se todas as doações mencionadas não pudessem nos fazer atingir o estado de Buda, essa doação não é quase um significado para nós. Algumas pessoas imprudentes que oferecem refeições aos outros querem apenas obter mais riqueza. Se temos esse pensamento, o reino do nosso coração é muito limitado e muito pequeno. Então, toda a doação mencionada acima é para nos ajudar a alcançar o estado de Buda. Isto é, é o significado muito importante para nós. Se entendermos profundamente o budismo, poderemos descobrir que tudo o que ele mencionou não é outra pessoa, mas nós mesmos. O que o mencionado no budismo parece outra pessoa. Mas, na verdade, isso significa nós.
Aqueles que estão no estado mencionado são mais elevados em virtude, sabedoria e bem-aventurança. Eles estão quase no estado de Buda. Contudo, tal pessoa é muito rara no mundo. Se pudéssemos ter a chance de oferecer uma refeição para eles, é a vitória mais especial. Por quê? É porque tal pessoa alcançou o estado de um, para unificar-se com o Buda dos Três Mundos.
Enquanto isso, isso também significa que se pudéssemos ter uma chance de oferecer uma refeição para eles, poderíamos ter a chance de estar em tal estado, conectando-nos e aprendendo com eles. Além disso, finalmente poderíamos ser também aquele em tal estado. Tornar-se atingido pelo estado de Buda é muito nobre e vale a pena ser respeitado pelo ser todo senciente; É por isso que oferecer refeições a essa pessoa é a vitória mais especial. Em uma palavra, oferecer refeições para os outros é oferecer refeições para nós mesmos. Proporcionar algo aos outros é nos apoiarmos. Este é o princípio da igualdade no budismo. O que a conquista, a virtude, a sabedoria e a felicidade que eles alcançaram nos ajudaria a ser o mesmo com eles. Inglês: (Chapter 11) A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
https://po-bvlwu.blogspot.com/2018/10/capitulo-11-uma-breve-conversa-sobre.html
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2019.09.07 14:25 TaoQingHsu Capítulo 9: Retornar para a raiz e entender o Dao

(Capítulo 9) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda
Co-tradutores no tempo da dinastia Han Oriental, China (25 a 200 dC): Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).Professor e escritor por explicar a dita Escritura: Tao Qing Hsu
Capítulo 9: Retornar para a raiz e entender o DaoO Buda disse: ”Ouvindo e gostando extensamente do Dao, o Tao é certamente difícil de ser entendido; obedecendo a nossa própria aspiração e mantendo o Dao, esse Dao é muito grandioso ”.
Dao é Tao, que é transliterado do caráter chinês; seu significado original é caminho, caminho e caminho. Então, o significado de Dao é estendido mais amplamente e seu significado se tornou mais amplo com a mudança no tempo e no espaço, como falar, dizer, método, lei, doutrina, moralidade, habilidade, capacidade e o sistema de pensamento da religião ou Educação. O sistema de pensamento da religião ou educação inclui os significados acima mencionados.
Na história, na época da guerra na China, os letrados, os acadêmicos, intelectuais e alguns deles em reclusão, eles gostavam de estudar e falar sobre o Tao, e alguns deles colocavam o que haviam estudado sobre o Tao. em prática. Então, eles concluíram os conceitos e criaram seu próprio grupo para ensinar seus discípulos. Tal situação também aconteceu na antiga Índia, no tempo do Buda Siddhartha. Nos tempos modernos, especialmente nos últimos 300 anos, também existem diferentes conceitos ou dogmas sendo criados.
Muitos conceitos ou dogmas são criados desde os tempos antigos até os tempos modernos. Mas isso não significa que os conceitos em si sejam certos ou errados. O problema é como ele é aplicado corretamente por humanos e para beneficiar outros. Então, qualquer conceito ou dogma é algum tipo de Dao. Mas, na maioria das vezes, achamos que Dao é magro em relação ao conceito positivo que poderia beneficiar as pessoas e fazer as pessoas viverem uma boa vida, inclusive nas áreas materiais e mentais.
Qualquer conceito ou doutrina em si tem suas próprias vantagens e desvantagens. Mas como delimitamos isso? Em qualquer conceito ou doutrina, alguma vantagem pode ser uma desvantagem para os outros. E, alguma desvantagem que está sendo pensada pode ser uma vantagem para os outros. Ou seja, a vantagem que você pensou ou a doutrina é vantagem para você pode ser a desvantagem para nós.
Há mais de cem teorias, conceitos, princípios, dogmas ou doutrinas na China antiga, muito menos na Índia, na Europa ou em outro lugar. Aqueles mencionados acima são algum tipo de Dao. Mesmo que uma pessoa que tenha o espírito de aprender motivação e tenha aprendido muito conhecimento, honestamente, é quase impossível para ele compreender o todo, muito menos alguns conceitos podem nunca ser ouvidos ou vistos pelas pessoas, como essa escritura. Ter o conhecimento de Dao é uma coisa; colocar o conhecimento de Dao em prática é outro.
No capítulo 2, o Buda definiu o Tao para seus discípulos.O Buda disse: “Aqueles que saem da família, tornam-se os Sramana, cortam o desejo, removem o amor, reconhecem a fonte do seu próprio coração, alcançam o princípio profundo do Buda, percebem a lei do não fazer, nada está sendo ganho por dentro, não tem nada sendo exigido do lado de fora, não prenda o Tao no coração, nem colete o carma, não tenha pensamentos, não faça, não seja praticante, não seja provado, não experimente o níveis sucessivos, mas atingem o estado mais alto de todos, são chamados de Tao. ”
Tal Dao também é adequado para todas as pessoas. Mas é difícil para a maioria das pessoas entender, quanto mais praticar. Para a maioria das pessoas, eles acham que tal Dao não é útil para a vida deles. Mas, se você pudesse entendê-lo profundamente, você poderia achar que é muito útil para a nossa vida, mesmo que não sejamos discípulos de Buda. Se você está interessado no conteúdo do capítulo 2 que eu havia explicado, você pode encontrar aqui (Capítulo 2) Uma Breve Conversação sobre as Escrituras de Quarenta e Dois Capítulos dita por Buda. “Ouvindo e gostando muito do Dao, o Dao é certamente difícil de ser entendido. “Aqui, o primeiro Dao significa muita doutrina. O segundo Dao significa o Dao que é explicado por Buda. Isso também significa que não nos ajudaria a nos especializar na verdade, se ouvirmos e gostarmos muito de muita doutrina. Mas acho que isso nos ajudaria a abrir nossa mente e aumentar nosso conhecimento. E também nos ajuda a julgar e escolher que tipo de doutrina é adequada para nós.
Todos os ensinamentos de Buda incluem a filosofia, psicologia, ética, medicina, sociologia, economia, ciência, física e política. Se envolvêssemos amplamente esse conhecimento e tivéssemos o conceito fundamental do budismo, descobriríamos isso. É claro que o budismo não é classificado naqueles acadêmicos respectivamente. O budismo não é usado para pesquisar em qualquer acadêmico, mas para pesquisar para o nosso coração interior e praticá-lo em nossa vida real. Então, descobriríamos que a verdade está em nosso coração, não de qualquer pesquisa acadêmica e também de nenhum Espírito supremo externo. Essa é a verdade que o Buda quer que saibamos. Quando somos falta de conhecimento e, portanto, somos ignorantes, somos fáceis de ser limitados e ligados a uma doutrina, especialmente aquelas pessoas que são pobres e são oprimidas pela pressão da vida. Para eles, o Dao explicado por Buda é quase inútil.
Na história, infelizmente, há sempre pessoas para usar a doutrina o que eles acham que é certo, para usá-la como sua fé, e usar o poder militar ou os outros meios para forçar outras pessoas a obedecer a sua doutrina. O pior é que eles restringem a outra doutrina a ser transmitida e oprimir ou matar as pessoas que praticam essas doutrinas. A partir da história, podemos descobrir que o budismo no começo é aceito por aquelas pessoas que são mais instruídas, possuem mais conhecimento e estão em status elevado, como o imperador ou o primeiro ministro. As pessoas comuns mal têm a chance de ouvir ou ler A Escritura de Quarenta e Dois Capítulos dita por Buda, exceto por ser um monge ou freira budista. A maioria das pessoas sabe rezar para que o Buda as abençoe para ter uma vida boa e pacífica. Mas, eles não sabem, ter uma vida boa e pacífica é baseada no que eles fazem em compaixão e sabedoria, e em conhecimento. É por isso que o budismo foi considerado uma fé cega. Felizmente, essas pessoas nobres protegem o budismo.
Então, o Buda disse: “Ouvindo e gostando extensamente do Tao, o Tao é certamente difícil de ser entendido”. Em uma palavra, isso significa que poderíamos entender a verdade somente quando percebemos profundamente o Tao e o colocamos em prática intensamente.
O Buda disse: “Obedecendo à nossa própria aspiração e mantendo o Tao, esse Tao é muito grandioso”. Mesmo que essas palavras sejam ditas aos discípulos de Buda, também é bom para nós. Podemos estar curiosos sobre qual é a aspiração dos discípulos de Buda e por que Buda disse isso.
Na contemplação profunda sob a árvore Bodhi, Buda percebeu que existem três tipos de seres sencientes sobre sua raiz de sabedoria. Ele os classificou como raiz superior, raiz intermediária e raiz inferior em sabedoria. Por que é chamado a raiz da sabedoria? A raiz da sabedoria poderia dar os frutos de Buda. E ele também usou o contêiner como uma metáfora para descrever como o grau é que os seres sencientes poderiam aceitar o ensinamento de Buda, e como o grau é que eles poderiam alcançar o objetivo. Ele também classificou-o como grande contêiner, meio contêiner e pequeno contêiner.
Se as pessoas são comparadas e descritas como o grande recipiente, isso significa que essas pessoas poderiam aceitar a profunda doutrina dita por Buda. Pelo contrário, se as pessoas são comparadas e descritas como o pequeno recipiente, isso significa que essas pessoas não poderiam aceitar a doutrina profunda e só poderiam aceitar a doutrina simplista.
Então, nós conectamos a palavra "raiz" e "recipiente" para ser "recipiente-raiz". Podemos explicar como o container pode armazenar a raiz; o grande recipiente poderia conter a raiz grande; o pequeno recipiente só poderia conter a pequena raiz da sabedoria. O Buda então classificou os seres sencientes como grandes recipientes de raiz, o que significa que possui a grande sabedoria; meio recipiente raiz, o que significa que ele tem a sabedoria intermediária; e pequeno recipiente de raiz, o que significa que só tem pouca sabedoria.
Não importa se a sabedoria é grande ou pequena, ela não está relacionada à experiência acadêmica, status social, idade, QI e analfabetismo. Então, é muito importante desistir do preconceito e da restrição vinda de qualquer conceito.
Aqueles que estão nos pobres não têm chance de aceitar o ensinamento de Buda. você sabe quantos eles estão no mundo? Eles são mais da metade da população do mundo. Então, se você já leu A Escritura de Quarenta e Dois Capítulos dita por Buda, você é realmente sortudo e feliz. Por quê? Primeiro, você pode estar na riqueza para poder usar o smartphone ou o computador para ler este capítulo. Segundo, você pode ser saudável para ter energia para ler este capítulo. Terceiro, você tem tempo e cérebro para estudar este capítulo. Ser pensamento positivo é sempre bom para a vida.
Agora, voltamos à questão sobre qual é a aspiração dos discípulos de Buda. Você sabe quantos discípulos existem? De acordo com os registros da história, existem 2500 discípulos para seguir o Buda. Como mencionamos acima, os discípulos de Buda são classificados como grande recipiente de raiz, recipiente de raiz média e recipiente de raiz pequeno.
Então, de acordo com a diferença do contêiner da raiz, o que Buda ensinou a eles também é diferente. Há um ditado, "Ensinar de acordo com a aptidão do estudante". O ensinamento de Buda é muito esclarecido, isto é, Q & A, e há muito “por que” ou “por que a causa e condição é” vindo da investigação dos discípulos. Se você já leu alguma escritura no budismo, você a encontraria.
É claro que, de acordo com a diferença do contêiner-raiz, existe uma questão profunda ou superficial, de modo que suas aspirações são diferentes. Então, qual é a diferença de suas aspirações?
Aqueles que são pequenos recipientes de raiz podem entender pouco o que Buda ensinou, mas, pelo menos, poderiam ser cuidadosos para não cometer erros, apenas pedir para não ir para o inferno, e desejar que depois de morrer, seja melhor ter a chance de ir para o céu ou a terra pura criada pelo Buda Amitabha. Lá, eles ainda têm a chance de aceitar o ensinamento de Buda e aprender o Buda.
Aqueles que são intermediários podem não perceber o verdadeiro Dao dito por Buda, podem ser iluminados um pouco e colocá-lo em prática na vida às vezes, mas não completamente. Eles também obedecem aos preceitos e ainda fazem o bem, para salvar os seres sencientes para libertar-se do sofrimento.
Eles também poderiam ensinar e explicar o que Buda ensinou, mas, de acordo com as palavras, explicar o significado, não a partir de sua prática real e também de sua iluminação pessoal. Mesmo assim, eles desejaram se tornar Buda na vida futura e ir para a terra pura criada por Buda após a morte deles.
Aqueles que são grandes contêineres-raiz poderiam realizar o verdadeiro Dao dito por Buda, poderiam ser iluminados e colocados em prática na vida real. Eles poderiam ensinar e explicar o que o Buda ensinou com base em sua prática real e em sua iluminação pessoal. O que eles ensinaram é muito vivo e não se limita às palavras. Além disso, é muito possível que eles alcancem o estado de Buda, para se tornarem Buda, na vida presente. Eles criariam a terra pura no coração por si mesmos. Para onde ir depois de morrer? Apenas esteja lá.
Esses três tipos de pessoas têm uma base comum, isto é, suas mentes foram inspiradas por Buda e assim desejaram alcançar o estado de Buda, para se tornarem Buda, no futuro. Esta é a primeira e muito importante aspiração que foi obedecida. Com base nisso, eles poderiam aprender o Buda e aceitar o que o Buda havia ensinado e, assim, manter o Tao. Manter o Dao para se tornar Buda é o seu objetivo final. Por que é muito grandioso? Toda a lei de Buda é completamente entendida e alcançada, e toda a virtude é solene, depois de se tornar Buda. É por isso que tal Dao é muito grandioso para eles.
Então, podemos ter uma pergunta. Qual é a lei de Buda? Em geral, a lei búdica inclui o todo, o positivo e o negativo, e se é positivo ou negativo, julgado pela consciência subjetiva humana. Mas, no conceito da lei de Buda, as coisas delimitadas às vezes podem ser quebradas, porque o fato pode não ser o que vimos e o que pensamos. Além disso, se pudermos aplicar corretamente a lei búdica com nossa sabedoria em nossa vida, ela poderá tornar nossa vida viva e viver bem. Mas, se não pudéssemos aplicar a lei búdica corretamente, poderíamos "morrer" na lei de Buda, o que significa nenhuma elasticidade e nenhuma criação em nossa vida.
Então, nós entendemos que, se tal Dao é muito grandioso ou não, não está preocupado com os outros, também não preocupado com você e eu, mas preocupado com a pessoa que desejou atingir o estado de Buda, para se tornar Buda.
Como mencionado anteriormente, Buda é um substantivo substantivo dado pelas pessoas. Significa um estado de vazio e não-vazio, que inclui a paz, a sabedoria, a compaixão e a alma da bondade. Inglês: (Chapter 9) A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
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2019.09.07 13:54 TaoQingHsu (Capítulo 4) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda

Co-tradutores no tempo da dinastia Han Oriental, China (25 a 200 dC): Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).
Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).
Professor e escritor por explicar a dita Escritura: Tao Qing Hsu
Capítulo 4: Entenda a bondade e o mal ao mesmo tempo
O Buda disse: “Para os seres sencientes, há dez coisas como bondade e dez coisas como mal. Quais são as dez coisas? Três pertencem ao corpo, quatro à boca e três à mente. Matar, roubar e sexo maligno pertencem ao corpo. Duas línguas, fala maliciosa, mentira e fala frívola pertencem à boca. Inveja, ódio e paixão pertencem à mente. Tais dez coisas são nomeadas como dez más ações quando não seguem o caminho sagrado. Se tais males são parados, eles são nomeados como dez atos virtuosos ”.
Como um humano com o corpo físico e mental, podemos fazer o mal e podemos fazer o bem. Não importa o mal ou a coisa boa, podemos escolher o que queremos fazer. O que escolhemos é a causa básica para afetar o resultado da nossa vida.
O Espírito invisível com maior sabedoria e virtude é chamado Espírito luminoso, que existe de fato em nossa vida cotidiana, estando ao lado ou atrás de cada um, para registrar a boa ação ou má ação de cada um. Não importa se somos um rei ou um mendigo, o brilhante Espírito está sempre conosco.
Infelizmente, a maioria das pessoas não acredita nisso, e algumas delas ignorantemente fazem o mal sem vergonha. Eu conto uma história para você. Fico profundamente comovido com essa história quando aprendi o Buda por mais de três anos.
Há um Bhikkhu que se move com a prática das escrituras ao longo da beira da piscina de lótus na floresta. Ele cheira o aroma de lótus, se sente alegre e gosta muito. O Espírito de Lótus diz a ele: “Por que você abandona o assento com Zen limpo sob a floresta, mas rouba o aroma do meu lótus? Todo o aborrecimento é levantado por causa da fixação do aroma ”.
Então, o Bhikkhu vê um homem que entra na poça de lótus, pega muitos lótus e deixa a poça de lótus depois de pisotear. O Espírito de Lótus permanece em silêncio sem falar.
O Bhikkhu diz: “Essa pessoa estragou sua piscina de lótus e pega suas flores. Você não diz nada. Eu apenas ando ao lado da piscina e repreendo por você para dizer que roubei seu aroma. ”
O Espírito de Lótus diz: “A pessoa má do mundo está freqüentemente nas porcarias do pecado, sem limpeza e sem cérebro. Eu não falo com ele. Você é uma boa pessoa com a prática do Zen. No entanto, você quebrou a sua coisa boa por causa da fixação do aroma. É por isso que eu te repreendo. Tal como uma coisa preta suja em um pano branco limpo, as pessoas iriam ver isso. A pessoa má é como a tinta preta borrifada em roupas pretas, as pessoas não podem vê-la e quem perguntaria? ”
Esta história nos avisa que é uma coisa boa e feliz que alguém nos lembre sobre nossa deficiência. Somente quando alguém se preocupa conosco, gastaria seu tempo e energia para nos criticar.
Há muitas pessoas que são ateus. Mesmo que eles sejam ateus, isso não significa que eles fariam o mal. Infelizmente, algumas das pessoas ateus fizeram as coisas más, mas não pensam que fazem as coisas más, como intimidar os outros. O Espírito brilhante diria a eles que não fizessem as coisas más? Como sabemos da história acima mencionada, não seria. Mas eu te digo um segredo. De muitas maneiras, como o budismo, o Espírito brilhante ensinou as pessoas a não fazerem as coisas más. Infelizmente, algumas pessoas ainda não acreditam nisso.
Há um ditado que diz: “Abaixe a faca do açougueiro e fique em pé no chão para se tornar o Buda”. É aconselhar as pessoas a não fazer a matança e não coletar o mau carma. Uma vez descartada a mente de matar, a mente seria transformada para ser o coração de Buda imediatamente.
Eu te conto uma história sobre roubar. Essa história me impressionou e me emocionou muito.
Havia um monge budista que era muito pobre e vivia em um pequeno templo em uma montanha. À meia-noite, um dia, um ladrão entrou sorrateiramente neste templo, olhou em volta por toda parte e não encontrou valor algum. Finalmente, ele teve que roubar as roupas do monge budista e pensou em vendê-lo para conseguir algum dinheiro. Quando ele se preparou para sair, ele correu para o monge budista.
O monge budista viu suas roupas na mão do ladrão. O monge budista sabia que essa pessoa era um ladrão, e ele poderia se tornar um ladrão por causa de algumas dificuldades na vida. Então ele não o repreendeu. Pelo contrário, ele disse ao ladrão que está disposto a dar-lhe as roupas e disse-lhe que não roubou suas roupas porque as roupas foram dadas pelo monge budista.
O ladrão ficou muito comovido e sentiu vergonha. O monge budista olhou para o ladrão de volta para sair. Então, o monge budista olhou para a lua cheia e disse: "Eu realmente esperava dar a lua brilhante para ele ao mesmo tempo."
Depois de alguns meses, o ladrão chegou ao templo e se ajoelhou diante do rosto do monge budista, para se arrepender de sua falta, para pedir perdão ao monge budista e para pedir que o monge budista o recrutasse como discípulo. O monge budista sentiu sua sinceridade e finalmente aceitou seu arrependimento e concordou em aceitá-lo como seu discípulo.
O sexo do mal está envolvido em lascívia, atos sexuais incomuns, assédio sexual, abuso sexual e violência sexual. Estendendo o significado do sexo do mal está incluído o amor homossexual e o relacionamento sexual fora do marido e da mulher.
O amor homossexual já existe desde a antiguidade. No artigo chinês, nos tempos antigos, isso já foi mencionado. Nos tempos modernos, o amor homossexual é sempre a questão social controversa. Segundo meu conhecimento da escritura de Buda, o Buda não concorda com o amor homossexual. Não importa se somos o amor homossexual ou não, que não se entregam ao amor e o desejo é a coisa certa.
Nos pontos de vista do budismo, depois de morrer fazendo o sexo do mal, a retribuição de fazer o sexo do mal está no caminho dos animais, como ser o pássaro, porco, camelo ou burro, não no caminho humano. Significa que os animais são tolos e ignorantes, e teriam raras chances de ouvir o ensinamento de Buda.
“Duas línguas” significa que alguém instiga algo de propósito a fim de alienar e estragar a relação de harmonia de duas pessoas ou de um grupo com a observação viciosa, e assim causa a desconfiança mútua ou a falta de paz de um grupo.
“Fala maliciosa” existe em nossa vida cotidiana, como intimidar os outros por palavras ou amaldiçoar pessoas, o que podemos encontrar na comunidade da Internet ou na resposta às notícias ou artigos na Internet. Também podemos encontrar algum discurso malicioso em jornais ou em algum post no Youtube, que está em posição específica, especialmente, em consciência política ou propósito político. No país da liberdade de expressão, qualquer discurso malicioso é tolerado, mesmo que não seja como fala maliciosa.
Por que as pessoas têm o discurso malicioso? Se pensarmos profundamente, podemos descobrir que aqueles que têm a fala maliciosa são a pessoa ignorante e o medo próprio em mente. De fato, eles são lamentáveis e tolos. Mas, pensamos em como os ajudamos a não fazer algo tão estúpido? Você sabe? Alguns deles estão na alta educação e posição e seu discurso malicioso é muito "elegante" e parece muito "razoável". Que pena é que muitas pessoas que estão no ensino superior e posição também são persuadidos pelo discurso malicioso . Esse tipo de dano e desastre para o mundo todo está mais além do valentão pessoal.
Você sabe que os males voltariam aos malfeitores.
No capítulo 7 desta escritura: o Buda disse: “Alguém ouviu que eu obedeço ao Tao e aplico a grande benevolência para repreender o Buda. O Buda mantém silêncio, não responde a ele, enquanto a repreensão para, e pergunta: se você traz um presente para alguém, quem não o aceita, o presente volta para você? ”Um discípulo responde:“ Seria O Buda disse: Hoje você me repreende, eu não aceito isso. Você tem desastres sozinho para deixá-los voltar para você! Tal como um eco responde a um som, uma sombra segue uma forma, é finalmente incapaz de ser evitada e abandonada. Seja cauteloso em não fazer os males.
Você sabe, o que me surpreende é que aqueles que contam uma mentira têm o ensino superior e a posição, e seu motivo é proteger sua própria vantagem pessoal na vida e na posição. Às vezes, podemos descobrir que essas pessoas que mentem não são diferentes das pessoas que mentem. E nós também descobrimos que essas pessoas geralmente caem mal do topo de sua boa vida e boa carreira.
De acordo com a pesquisa para o caráter do líder global desde os tempos antigos até os tempos modernos, a honestidade e não mentir é uma das qualidades de um bom líder. No negócio, podemos descobrir que a qualidade do chefe ou líder bilionário é a honestidade. Se eles se atreverem a enganar o cliente ou consumidor, como seria possível que eles fossem o bilionário? Assim, o pensamento e nossa atitude decidiriam se somos ricos ou pobres.
Qual é o significado do discurso frívolo? Principalmente, significa que alguém fala de algo sem usar seu cérebro e o conteúdo falado não é uma vantagem para a vida das pessoas. Além disso, também significa que alguém usa palavras doces ou retórica para enganar ou atrair pessoas para alcançar seu propósito ou vantagem pessoal.
Você sabe, a maioria das pessoas iria encontrar o discurso frívolo pelo menos uma vez em toda a vida. As pessoas de sorte sairiam sem nenhum dano. No entanto, muitas pessoas podem ser prejudicadas no corpo físico ou mental, ou a perda de riqueza.
Então, podemos ter uma pergunta. Por que essas pessoas querem fazer o discurso frívolo? Relaciona-se também com os seguintes três atos malignos e com a mente gananciosa. Se as pessoas são devido à mente de inveja ou ódio, eles podem usar o discurso frívolo para destruir a contraparte. Se as pessoas são devido à mente de paixão ou ganancioso, eles podem usar o discurso frívolo para alcançar seu propósito pessoal ou vantagem.
Agora, para pensar sobre isso, somos as pessoas que fazem o discurso frívolo ou as pessoas que são prejudicadas pelo discurso frívolo? Você sabe, não importa qual nós somos, é lamentável. Mas, se nós somos as pessoas que são prejudicadas pelo discurso frívolo, sejamos fortes de coração agora, e perdoemos as pessoas miseráveis ao máximo que pudermos.
Como o supracitado, a mente de inveja, ódio e paixão, causaria o dano ao povo. E finalmente o desastre voltaria a si mesmo. Sobre a mente da inveja, a história da Branca de Neve me impressionou.
Se tais dez males são interrompidos, eles são nomeados como dez atos virtuosos. No budismo, fazer os dez males coletaria o carma maligno e seguiria o caminho do inferno, do fantasma faminto e do animal após a morte. Parar de fazer os dez males coletaria o bom carma e iria para o céu depois de morrer. Como sabemos, há a retribuição na vida atual. É claro que há boa recompensa na vida presente se coletarmos o bom karma. Inglês: (Chapter 4) A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
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2019.09.07 13:50 TaoQingHsu (Capítulo 3) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda

Co-tradutores no tempo da Dinastia Han Oriental, China (25 a 200 d.C.):
Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).
Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).
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Capítulo 3: Cortar o amor e remover a ganância
O Buda disse: "Aqueles que rasparem sua cabeça e barba para se tornarem os Sramana e aceitarem a Lei-Tao devem renunciar às posses mundanas, contentar-se em pedir esmolas e tomar apenas o que é necessário. Coma uma refeição antes do meio dia por dia. A noite embaixo das árvores, e seja cauteloso para não desejar mais, pois o amor e os desejos são o que torna as pessoas tolas e ocultas.
As referidas regras são estabelecidas por Buda para seus discípulos, Sramanas. Tais regras nos inspiram e nos lembram, para nos contentar com o que temos, e não para gananciá-las mais, porque o amor e o desejo são o que torna as pessoas tolas e ocultas.
Como mencionamos no capítulo supracitado, a definição de amor e desejo aqui é mais estreita, motivo que se baseia no ego pessoal e no egoísmo. É por isso que o amor e o desejo tornam as pessoas tolas e ocultas.
Há um ditado que diz: "Amar seria causar a morte tragicamente". Por quê? Está envolvido o fator pessoal e o fator do outro lado. Alguém não poderia aceitar ser traído ou quebrado em amor, e seu coração de ódio e sua mente de vingança seriam assim surgindo para se tornar a ação factual. Quando estão em tal estado, sua mente perderia a razão e sua ação estaria fora de controle e, assim, faria a coisa prejudicial. Nós chamamos essa pessoa de amante horrível. Em geral, essa pessoa é falta de confiança e auto-estima. Mesmo assim, eles ainda querem controlar seu amante. No ponto de vista de Buda, essa pessoa é tola e lamentável.
Alguém usa o amor ou desejo sexual como desculpa e significa ter a fortuna, especialmente, a jovem mulher com bela aparência e boa forma de corpo para atrair o homem mais velho rico. Então, eles teriam a fortuna por meio de divórcio ou de separação. Às vezes chamamos essa pessoa de mentirosa. O homem rico atribui a luxúria do amor e ele é assim oculto pela paixão.
A maioria das pessoas segue seu próprio hormônio do corpo e seu sentido visual, mas não segue sua mente da razão, para encontrar seu amor. Quando a segunda pessoa é mostrada, ela estaria interessada em tal pessoa seguindo seu próprio desejo sexual e senso visual. Nós chamamos isso de ilusão e paixão. Em tal estado, o fato não seria encontrado. Então, há um ditado: “Os amantes estão se apaixonando porque não se entendem. Os amantes se separam porque finalmente se entendem."
Na ficção ou drama, o amor é sempre criado como história romântica. Mas, de fato, isso não é verdade em nossa vida diária. No relacionamento do amor, está mais relacionado à responsabilidade, tolerância, respeito mútuo, doce fardo e honestidade. Infelizmente, a maioria das pessoas não entende, principalmente, os jovens do sexo masculino e feminino.
Quando as pessoas amam e desejam alguém, algo ou fazer alguma coisa, elas podem esconder outras por algumas razões. Ou eles podem ser escondidos por outros. Então, mentir aconteceu. O karma maligno é formado. O futuro do mal pode estar esperando lá.
O amor e o desejo, como mencionado aqui, é a causa do mal. Tendo cortado isto, o resultado mau não seria acontecido certamente.
Estendendo o significado do amor e do desejo, o ser humano pode amar ou desejar a fama, o poder, a fortuna, a comida e a carreira. Não importa amor ou desejo, fama ou poder, fortuna, comida ou carreira, sua essência não é pecado. Por quê? Se entendermos o significado profundo do budismo, saberemos que essas essências são vazias. Uma vez que essas essências são vazias, elas não são uma preocupação sobre o pecado ou não-pecado. Então, podemos ter uma pergunta. Qual é o problema ou o problema do amor ou desejo em tal coisa?
Como sabemos, existem dois pontos de vista em uma coisa. Isso é ponto de vista positivo e ponto de vista negativo. Quando usamos mal nosso amor e desejo por tais coisas, elas causariam o mau resultado em nossa vida. Por exemplo, há um ditado: “O ser humano tem medo da fama; Porco tem medo de gordura. Por quê? Quando uma pessoa atribui a fama, ciumento e ataque na fala é seguido. Quando um porco é gordo, seria morto como alimento.
No entanto, boa fama seria útil para as pessoas do mundo. Tal pessoa é um objetivo para beneficiar as pessoas do mundo, e a fama boa segue então ele (ou ela). Outras coisas podem ser deduzidas por analogia. Inglês: (Chapter 3) A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
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2019.09.06 18:41 TaoQingHsu Capítulo 2: Cortando o desejo e não exigindo

(Capítulo 2) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda
Co-tradutores no tempo da dinastia Han Oriental, China (25 a 200 d.C.): Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).
Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).
Professor e escritor por explicar a dita Escritura: Tao Qing Hsu
Capítulo 2: Cortando o desejo e não exigindo
O Buda disse: "Aqueles que saem da família, tornam-se os Sramana, cortam os desejos, removem o amor, reconhecem a fonte do seu próprio coração, alcançam o profundo princípio do Buda, percebem a lei do não fazer, Não ter nada sendo ganho por dentro, não ter nada sendo exigido do lado de fora, não prender o Tao no coração, nem coletar o carma, não ter pensamentos, não fazer, não praticar, não provar, não experimentar o Níveis sucessivos, mas atingem o estado mais alto de todos, são chamados de Tao. "
Então agora, o Buda explicou o que Dao significa. Eu tenho que explicar o significado original de "Dao" em cada capítulo, porque a maioria das pessoas lê apenas um ou dois dos quarenta e dois capítulos. Demora muito tempo para ler ou compreender todos os capítulos. Você pode encontrar o significado amplo de “Dao” na introdução desta Escritura. "Dao" é transliterado da palavra chinesa. É o significado original é caminho, caminho, estrada. Agora, o que o Buda explicou sobre Dao é um dos significados amplos e amplos. Poderíamos dizer que a definição de Dao dessa Escritura vem do Buda. Aceitar ou não é a sua escolha.
No passado, o significado de Dao me confunde muito. Finalmente, descobri que pode ser dado um significado diferente em situações diferentes. Então, não fique preso a um significado.
De fato, qual o significado de Dao neste capítulo é o Zen. O que é zen? Isto é. O Zen também confunde muitas pessoas. Eles não entendem o que é o zen. Quando ainda não entendi o que é aprender Buda. Eu também estou confuso com o Zen. "Zen" também é transliterado da palavra chinesa. Não é fácil ser compreendido pelo público. Aqueles que conseguiram compreender o Zen e colocá-lo em prática estão quase perto do grau de Buda. "Buda" é um nome dado pelas pessoas e não é mito. O significado de "Buda" é um estado. O dito significado de Dao neste capítulo é um dos estados de “Buda”. Há também muitos nomes diferentes que poderiam ser em vez da palavra "Buda". E esses nomes têm significados diferentes, respectivamente. Alguns deles também significam os diferentes estados de "Buda".
Então, podemos ter uma pergunta. Há apenas um "Buda" no mundo? Não. Existe apenas um "Doctor" no mundo? Não. Então, saberíamos que há muito Buda no mundo. O mundo inclui o espaço e o tempo. Em relação ao espaço, inclui os outros sistemas e planetas solares. Em relação ao tempo, inclui o passado, o futuro e o presente. Em geral, Buda existe em cada espaço e tempo. O número de Buda é imensurável. De fato, o que conhecemos em nosso mundo é muito limitado. Que o que não podemos ver ou o que não podemos ouvir não significa que não existe, como a luz ultravioleta. Há muitos objetos invisíveis ou voz não ouvida no mundo. Não importa que seja "objeto ou voz da virtude" ou "objeto ou voz maligna", não poderíamos provar que eles não existem. Da Escritura do Budismo, podemos encontrar isso. É pena que a maioria das pessoas nunca conheça ou leia a Escritura do Budismo. Embora conheçam ou leiam a escritura do budismo, não poderiam compreender o ensinamento de Buda, como o que foi dito anteriormente.
No mundo, existem 99,99% de pessoas que buscam o que as coisas existem e querem ter algo em mãos, como boa formação acadêmica, bom título ou carreira, fama, poder, muito dinheiro, amor, cônjuge ou filhos, e assim por diante. Ninguém quer ser Buda, porque Buda parece sempre nos ensinar a desistir daquilo a que nos apegamos. No entanto, você já pensou que o que foi mencionado acima tenha pertencido ao Siddhartha, antes de ele deixar sua família. E por que seu ensino poderia ser apoiado proativamente por pessoas por mais de dois mil anos, depois que ele tivesse iluminado e atingido o estado de Buda. Vale a pena pensar e entender seu significado, se você estiver interessado.
O Buda disse: “Aqueles que saem da família, tornam-se os Sramana, cortam o desejo, removem o amor, reconhecem a fonte de seu próprio coração.” O significado de desejo e amor nesta escritura é mais estreito como mencionado no primeiro capítulo. Isso significa que as pessoas romanticamente gostam de alguém ou são sexualmente atraídas. Se as pessoas se apegam a esse desejo e amor, seu pensamento, mente e coração são limitados. Isso também significa que as pessoas seriam ligadas ao pouco desejo e amor, e muitos problemas e aflições seriam assim causados.
Somente quando as pessoas cortam esse pequeno desejo e removem o pouco amor, é possível que permaneçam permanentemente no estado sem desejo e sem amor, e experimentem o estado sem problemas e sem aflição. A mente e o coração estariam na clareza e na paz. Por quê? Em nosso exterior, qualquer objeto ou situação não causaria nossa atenção ou apego. Em nosso interior, já que não há apego, nenhum problema ou aflição não mais ocorreria.
E então, o grande desejo e o grande amor seriam assim surgidos, isto é, para atingir o estado de Buda e salvar todos os seres sencientes. Então, você pode achar que parece abandonar algo, mas, ao mesmo tempo, parece possuir algo diferente. Podemos chamá-lo de transformação ou sublimação.
Em segundo lugar, cortar o desejo e remover o amor nos ajudaria a reconhecer a fonte do nosso próprio coração. Como mencionado acima, nós permaneceríamos no estado sem desejo e sem amor. Mantendo esse estado continuamente, seria possível reconhecermos a fonte de nosso próprio coração, isto é, o Vazio. O coração no estado de vazio é como o universo que inclui o todo. É também como o mar que pode conter todos os seres. Então, o limite do coração é ilimitado.
“Alcançar o princípio profundo do Buda, perceber a lei do não fazer, não ter nada sendo ganho por dentro, não ter nada sendo exigido do lado de fora, não prender o Tao no coração, nem coletar o karma, não ter pensamentos, não ter fazer, são não praticantes, não são provadores, não experimentam os níveis sucessivos, mas alcançam o próprio estado mais elevado de todos ”Você descobriu que tal conceito parece violar nosso conhecimento e o que aprendemos na escola e na sociedade. Então, se usarmos o conhecimento ou a lógica do passado, o que aprendemos da escola e da sociedade para ler este capítulo, não poderíamos entender o significado como foi dito por Buda. A maioria das pessoas não conseguia entender o significado como dito por Buda, eles até mesmo entendem errado.
Nós podemos ter uma pergunta. Se não há pensamento nem fazer, por que o Buda Siddhartha ensinou e falou sobre a lei de Buda por quarenta e nove anos, e o que ele havia pensado e o que havia feito durante esse tempo? Podemos achar que ele pensou e fez muito, incluindo este capítulo.
No passado, algumas pessoas aprenderam sobre não pensar e não fazer, e caíram no silêncio da morte, no corpo físico e mental. Eles não entenderam que o significado dito por Buda é apenas um estado de aprendizado de Buda. Quando a maioria das pessoas já ouviu o não-pensamento, o não fazer e o Vazio, elas não sabem o que fazer, porque não entendem o profundo princípio de Buda. Qual é o profundo princípio de Buda? Em uma palavra, Vazio e Existência são um. Ou, o vazio e o não-vazio são um. Quando experimentamos e nos mantemos no estado de não pensar e não fazer, podemos perceber que qualquer pensamento e qualquer ato são feitos a partir do não-pensamento e não-fazer. Isto é, qualquer situação ou qualquer assunto ou qualquer existência é ocorrida a partir do Vazio e, finalmente, eles retornariam ao Vazio.
Sentar-se para a meditação é uma forma de experimentar o não pensar e o não fazer. Neste momento, é possível entrar em contato e reconhecer o verdadeiro eu. Então, nós também reconheceríamos que nosso pensamento e nossa ação não seriam mais restringidos pelo valor mundano ou pela consciência. Neste momento, é possível para o nosso corpo mental experimentar a verdadeira liberdade. Por quê? O valor mundano, visão ou consciência é definido pelo humano. Todos eles estão ligados ao humano, situação, matéria ou fenômeno. Essas coisas não são permanentes, porque são causadas por causas e condições internas e externas. Uma vez que qualquer causa ou condição tenha desaparecido, qualquer valor, visão ou consciência mundana não seria estabelecida e também desapareceria. É por isso que o Buda disse que todo fenômeno é como a ilusão. Se nos apegamos a tal ilusão, somos como na escuridão e não temos a sabedoria.
“Não ter nada sendo ganho por dentro, não tem nada sendo exigido do lado de fora” Isso significa que não devemos nos apegar a nada do nosso interior ou exterior. A razão é exatamente como o supracitado.
“Não apertar o Tao de coração, nem coletar o carma, não ter pensamentos, não fazer nada.” Mesmo o Tao como o que havia dito neste capítulo, não devemos nos apegar a ele. O Buda disse que, não importa a lei de Buda ou o Tao como mencionado, que é como um barco a ser usado para atravessar o rio do sofrimento. Quando chegarmos à margem de libertação e liberdade, o barco não será mais necessário. No vazio do coração, não há Dao. Mas o Dao também existe lá. Por quê? Quando precisamos, fazemos uso disso. Quando não precisamos, nós o colocamos abaixo. É por isso que não apertar o Tao no coração.
"Nem coletar o carma" O karma significa que a ação de uma pessoa pode influenciar a vida presente e a vida futura. O carma inclui o carma da virtude e o carma maligno. A maioria das pessoas conhece o mau carma. Apenas poucas pessoas conhecem o karma da virtude. Tal como se tornar um Sramana e colocar o Dao em prática, ele é visto como o karma da virtude. Fazer as coisas boas e ajudar os outros também é visto como o karma da virtude. Por que não coletar o karma? Aqui, isso significa a virtude karma. É lembrar ao Sramana não se ligar ao karma da virtude. Porque, mesmo que uma pessoa faça as coisas boas e se apegue a ela, isso também causaria o problema no coração, e se tornaria o obstáculo para a prática do Tao. Em outras palavras, não coletar o karma significa não coletar o problema.
"Não tenha pensamentos, não faça" Como já mencionamos acima, com base no não-pensamento e não-fazer, entendendo a ilusão do fenômeno surgido de causas e condições, quando deixamos a meditação de sentar, qualquer pensamento correto é capaz de acontecer, e poderíamos fazer qualquer coisa certa, para beneficiar os outros e a nós mesmos. Mesmo assim, lembre-se do que o Buda dissera para não coletar o karma. Depois de termos feito alguma coisa boa, vamos esquecer e esquecer.
“Não são praticantes, não são provadores, não experimentam os níveis sucessivos, mas alcançam o mais elevado estado de todos”. Isso não significa que não precisamos praticar o Tao ou prová-lo. Isso significa que ainda temos que praticar o Dao, antes de estarmos no estado de não praticar e não provar. Como escalar a montanha, temos que caminhar para o destino passo a passo. Quando chegamos ao destino ou estamos no topo da montanha, é a melhor prova. Isso significa que não precisamos praticar mais quando já praticamos o Dao completamente. No sentido profundo, quando reconhecemos a fonte do coração, o Vazio e percebemos a lei do não-fazer, não ganhamos nada por dentro e nada é exigido do lado de fora, o que devemos praticar? O que devemos provar? Nada poderia ser prática e nada poderia ser provado. Praticar e provar é supérfluo em si mesmo.
Como mencionado no primeiro capítulo, mencionou os níveis sucessivos do estado de praticar. O Sramana é o nível mais alto. O Arhat é menor que o Sramana. No primeiro capítulo, mencionou que Arhat tem que seguir os 250 preceitos. Mas podemos descobrir que não há preceitos que devam ser obedecidos pelo Sramana. Por quê? A resposta pode ser encontrada no conteúdo mencionado acima.
“O Sramana não experimenta os níveis sucessivos, mas alcança o próprio estado mais sublime de todos.” O Sramana já provou seu fruto do Dao pelo modo silencioso e disforme. Se uma pessoa já esteve no topo da bem-aventurança e da liberdade, não é necessário que ele prove que nível de bem-aventurança e liberdade ele é. Como já temos muita fortuna, precisamos provar quantas riquezas somos? Não é necessário, porque o fato está aí.
Mesmo que não sejamos monge budista ou Sramana, isso não significa que não pudéssemos ou não pudéssemos colocar o Tao como dito em prática. O exterior do monge budista e do não-monge budista pode ser diferente. Mas o coração e a mente deles com a prática do Tao não são diferentes. Nos tempos modernos, as fêmeas não devem ser excluídas. O gênero não seria o impedimento de praticar o Dao e provar o Tao. Inglês: (Chapter 2)A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
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2019.09.06 18:36 TaoQingHsu (Capítulo 1) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda

Co-tradutores no tempo da dinastia Han Oriental, China (25 a 200 dC): Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).
Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).
Professor e escritor por explicar a dita Escritura: Tao Qing Hsu
Capítulo 1: Saia da família e prove a fruta do Dao
O Buda disse: “Aqueles que se despedem de seus familiares, saem da família, reconhecem o coração, alcançam a raiz de dentro, entendem a lei do não fazer, são chamados de Sramana. Aqueles que sempre seguem os 250 Preceitos, estão na limpeza e purificação enquanto vão e param, e fazem a prática do Dao das Quatro Nobres Verdades, tornam-se Arhats. Arhats são capazes de voar e mudar, têm a vida de grandes éons, podem habitar e se mover no céu e na terra. O próximo é Anāgāmi. No momento da morte, seus espíritos ascendem acima do décimo nono céu, onde provam os Arhats. O próximo é Sakridāgāmi, que ganha o Arhat imediatamente, depois de ascender ao céu uma vez e retornar à terra uma vez. O próximo é Srotāpanna, que prova Arhat, após sete mortes e sete nascimentos. Cortar o amor e o desejo é como membros quebrados que não podem ser usados ​​novamente. ”
Sramana, Arhat, Anāgāmi, Sakridāgāmi e Srotāpanna são todos em sânscrito. Eles são separadamente significados ao grau diferente relacionado a praticar o Dao. Tais nomes são todos diferenciados e dados por pessoas. Pensar nos diferentes graus do Doutor, Mestre e Bacharel, cujos nomes também são diferenciados e dados pelas pessoas. Espero que esse exemplo faça você entender mais isso.
"Saia da família", o que significa que um homem deixa sua família para se tornar um monge budista. Existem dois tipos de sair da família. Uma é que a forma de monge budista parece sair da família, mas seu coração ainda está na família. A outra é que a forma de não-monge budista vive na família, no entanto, seu coração é realmente sair da família, tal é o verdadeiro e sair da família. Ou seja, não importa qual seja a forma, o coração que saiu da família é realmente sair da família.
Então, podemos ter dúvidas. Por que um coração quer sair da família? Existe algum significado para? No capítulo vinte e três desta escritura, menciona-se uma das razões. O conceito desta escritura também é adequado para mulheres. O coração que sai da família significa deixar de lado o constrangimento, os problemas e a aflição ocorridos na família, não deixar de fora os membros da família. O significado mais profundo é transformar essas restrições, problemas e aflições em sabedoria para que nós e os outros tenhamos uma vida melhor.
Nos tempos antigos e modernos, quando as pessoas saíam da família para se tornar um monge ou freira, elas deveriam ter a permissão de seus pais primeiro. Isso é para respeitar os pais e agradecer-lhes para nos criar. Nos tempos passados​​da China, também deve ter a permissão do governo e ter que ser registrada no governo, o que é motivo para evitar que o criminoso contorne a punição da lei por meio da saída da família.
“Reconheça o coração, alcance a raiz do interior, entenda a lei do não fazer”, o que significa reconhecer que não há coração nem mente; tudo ocorre do nosso coração e mente. Quando temos o coração e a mente, tudo ocorre então. Quando removemos nosso coração e mente, tudo é eliminado. "Tudo" significa o fenômeno, situação, matéria, objeto e coisas do nosso exterior e interior. Algumas pessoas que ouviram o conceito de sem coração, sem mente e sem consciência, estão aterrorizadas e infelizes em repreender o budismo. Porque em seu pensamento e conceito, como seria possível que não houvesse coração, nem mente nem consciência? Eles não entendem isso.
Um dia, Huike, que foi o segundo fundador do zen na China, disse ao primeiro fundador Dharma: “Mestre, sinto que meu coração não está em paz. Por favor, ajude-me a ter meu coração em paz.
O fundador Dharma respondeu a ele: “Me dê seu coração. Eu te ajudo a ter o coração em paz.
Huike pensou por um tempo e depois respondeu ao fundador Dharma: "Mestre, não consigo encontrar meu coração".
Então, o fundador Dharma respondeu: “Eu já te ajudei a ter o coração em paz”.
A raiz do interior é o vazio. Alcançar a raiz do interior significa alcançar o vazio. A natureza maravilhosa do interior é o vazio. Se tivermos esse conceito, entenderemos o significado do não fazer.
A maioria das pessoas que ouviram o conceito de não fazer no budismo também estão aterrorizadas e infelizes, porque elas têm muito pensamento negativo e incompreensão sobre isso. Eventualmente, em alguma situação, não fazer é melhor do que fazer, você já pensou sobre isso? Não fazer é um estado que é preocupação com o não-coração e o vazio. Neste estado e momento, nosso corpo físico e mental estará em paz, silêncio e saúde. Isso é o Nirvana. O objetivo de praticar o Dao é o Nirvana. Não é um sentimento curto. Deve ser um estado estável e contínuo, que é a grande meditação. Nesse estado, será o fundamento, a partir do qual podemos fazer e pensar de qualquer maneira positiva, de modo a ajudar e beneficiar a nós e aos outros.
Todo praticando o Dao tem como objetivo o estado do Nirvana. Há muitas maneiras diferentes de praticar o Dao. Para recitar ou cantar o nome de Fo ou Pusa, ou ler a escritura do budismo, ou pensar no significado do ensinamento de Buda e sentar-se para meditar, todos eles são um dos caminhos. (Fo é Buda; Pusa é Budhisattva.) Essa parte é para ajudar e nos beneficiar. Quando nosso coração está limpo, puro e pacífico, temos a força para ajudar e beneficiar os outros, que é o aprendizado mais profundo.
“Reconhecer o coração, alcançar a raiz do interior, entender a lei do não fazer” é o grau mais alto na prática do Tao. O homem que está em tal estado é chamado Sramana. Antes do estado acima mencionado, ele poderia ter feito as seguintes coisas.
“Aqueles que sempre seguem os 250 Preceitos, estão em estado de limpeza e purificação enquanto vão e param, e praticam o Dao das Quatro Nobres Verdades, tornam-se Arhats.” Significa que os monges budistas têm que obedecer aos 250 Preceitos. . E não importa para onde estão indo, a coisa boa para beneficiar a si mesmos e aos outros, ou parar as coisas más para não machucar a si mesmos ou aos outros, devem estar no estado de limpeza e purificação no coração e na mente.
Nós não somos monge budista, então não temos que obedecer aos 250 Preceitos. Mas isso nos inspira. Quando estamos fazendo as coisas boas e não estamos fazendo as coisas más, devemos também manter a limpeza e a purificação no coração e na mente. Significa que devemos remover o ganancioso, o ódio, a estupidez e a paixão, de coração e mente, porque essas coisas contaminariam nosso coração e mente, e nos deixarão ter o pensamento negativo. Se esses deles forem removidos, estaremos no esplendor, teremos a mente pacífica e o pensamento positivo, em benefício de nós e dos outros.
“Faça a prática do Dao das Quatro Nobres Verdades.” Significa que colocar o Dao das quatro nobres verdades na prática é uma das condições para se tornar Arhat. As quatro nobres verdades são Sofrimento, Agregação, Eliminação e Tao, que são as causas e condições para atingir o estado de Buda. O sofrimento é a causa. A agregação e eliminação são as condições. O Dao é a condição e resultado. "Dao" é transliterado da palavra chinesa. Seu significado original é o caminho. E seu significado é estendido para praticar a verdade.
A primeira causa e condição para entrar no caminho de Buda é perceber o sofrimento de nosso interior, como qualquer dor causada por nosso corpo, ou qualquer pressão causada por nossa vida, ou qualquer doença mental causada por nossa ganância, ódio, estupidez. e paixão.
A segunda causa e condição para entrar no caminho de Buda é perceber e descobrir que o sofrimento do nosso interior é agregado continuamente. A maioria das pessoas não tem essa percepção. Qualquer sofrimento é fácil de ser esquecido pelas pessoas. Uma vez que qualquer sofrimento é lembrado por eles, o que eles pensam é que eles são a pessoa perseguida, todos os seus sofrimentos internos são causados ​​pelos outros. Então eles querem se vingar para eliminar o sofrimento deles. Tal pensamento está violando o caminho de Buda.
Quando percebemos e descobrimos que o sofrimento do nosso interior é agregado continuamente, seguimos o caminho de Buda para eliminar o sofrimento do nosso interior. Isso significa que entrar no caminho de Buda é uma maneira de eliminar nosso sofrimento interior. Então, podemos ter dúvidas, qual é o caminho de Buda? A definição do caminho de Buda é ampla e infinita. O ponto está nesta escritura. Em segundo lugar, o ponto mais importante está na Escritura do Coração da Sabedoria Suprema, que você pode encontrar e ler no meu blog. É difícil para o público entender a Escritura do Coração da Sabedoria Suprema. Em uma palavra, o fundamento do caminho de Buda é a autopercepção, o autocontrole, a autoliberação e a autodisciplina.
Então, quando “caminhamos” pelo caminho de Buda, isso significa que colocamos a verdade ou a lei búdica ensinada por Buda na prática. Nós damos um nome como "Dao" (ou "Tao").
"Arhats são capazes de voar e mudar, têm a vida de grandes éons, podem habitar e se mover no céu e na terra." Isso significa a libertação e liberdade sobre a vida pessoal e ação. Isso também significa que o Arhat pode decidir sua própria duração de vida e pode decidir onde morar, ou onde nascer, o céu ou a terra. Em segundo lugar, não importa onde o Arhat vá ou vive, os guardiões invisíveis estão sempre ao lado do Arhat para protegê-lo, porque os espíritos e os fantasmas no céu e na terra seriam movidos pela virtude de Arhat e jurariam se tornar os guardiões proteja o Arhat. Os Arhats incluem machos e fêmeas. Em algumas Escrituras, o Bodhisatva também é chamado de Arhat, que possui imensurável felicidade devido à virtude de Arhat.
Está realmente além do nosso conhecimento e experiência. Mas isso não significa que tal Arhat não exista, porque não podemos provar que tal Arhat existe, e também não podemos provar que tal Arhat não existe. É mais como a experiência transcendental pessoal. Quando nos tornamos Arhat ou quando nos encontramos Arhat, é uma experiência transcendental muito pessoal.
Quando uma pessoa tem a experiência prática mencionada, damos a ela um nome como “Arhat”. "Arhat" é sânscrito.
“O próximo é Anāgāmi. No momento da morte, seus espíritos sobem acima do décimo nono céu, onde eles provam os Arhats. ”Isso significa que uma pessoa está no momento da morte, seu espírito habita no céu ou acima do décimo nono e onde ele provém o fruto de Arhat Então, é dado um nome como “Anāgāmi”, que é sânscrito.
Há trinta e três céus que são mencionados no budismo. Eles são mais semelhantes aos diferentes espaços dimensionais, de acordo com o nosso entendimento no tempo moderno.
“O próximo é Sakridāgāmi, que ganha o Arhat imediatamente, depois de ascender ao céu uma vez e retornar à terra uma vez.” Significa que tal pessoa pratica a lei de Buda e reencarna no céu e na terra uma vez. E então, ganha o fruto do Arhat. Damos a essa pessoa um nome como “Sakridāgāmi”, que é a sanskirt.
“O próximo é Srotāpanna, que prova Arhat, depois de sete mortes e sete nascimentos.” Isso significa que essa pessoa pratica a lei de Buda e tem que experimentar a reencarnação por sete vezes no céu e na terra. E então, ganha o fruto do Arhat. Tal pessoa recebe um nome como “Srotāpanna”, que é Sanskirt.
No budismo, existe tal conceito que existem imensuráveis ​​reencarnações para um espírito de uma pessoa, como um espírito em uma roda, onde inclui os Seis Caminhos, que são três pertencentes a bons caminhos e três pertencem a caminhos maus. Os três bons caminhos são os caminhos do Bodhisattva, Ashura e Humano. Os três maus caminhos são os caminhos do Fantasma, Animal e Inferno. Que o espírito reencarna nos Seis Caminhos por turnos é como uma roda girando continuamente, e nunca sai da roda giratória. Somente quando o espírito entra no caminho de Buda, há a chance de deixar a roda giratória.
"Cortar o amor e o desejo é como membros quebrados que não podem ser usados​​novamente." A definição do amor e do desejo aqui é mais estreita, o que significa que as pessoas gostam de alguém romanticamente ou são sexualmente atraídas. O amor e o desejo afetariam a emoção e o pensamento das pessoas. Algumas pessoas usam seu amor e desejo de controlar os outros. No entanto, algumas pessoas são assim controladas em mente. Não importa qual deles, seu coração e mente não são liberados e não são livres. Uma vez que seu amor e desejo não estão contentes, o pensamento e o comportamento irracionais são assim ocorridos. Não importa como eles são, seu coração e mente podem ser feridos. No entanto, alguém gosta de tal situação. O Buda considera essas pessoas como estupidez e paixão, e essas pessoas estão, portanto, no estado de não-brilho.
Que cortar o amor e o desejo é como membros quebrados significa que uma pessoa deve ter a determinação de praticar o Dao. Não deixe que o amor e o desejo se tornem o obstáculo na prática do Tao.
Mas o supracitado é um dos ensinamentos de Buda. Existe o profundo e outro ensinamento de Buda. Isto é, não é necessário cortar o amor e o desejo. Por quê? Não há amor e desejo fundamentalmente, quando compreendemos completamente o não-eu e o auto-vazio. Nosso amor e desejo ocorrem e são atraídos pela situação externa. Se entendermos o Vazio de fora e de dentro, onde encontrar o amor e o desejo de sermos cortados? Mas, tal conceito é difícil de ser entendido pelo Arhat, para não mencionar as pessoas comuns. Pode ser possível entender, quando fazemos a meditação profunda. Se não tivermos essa sabedoria, é melhor cortarmos o amor e o desejo quando tivermos a determinação de praticar o Tao. Em tal situação, o amor e o desejo não são reais, porque são ilusões. Mas as pessoas comuns as consideram reais. Inglês: (Chapter 1)A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
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2019.09.06 16:46 TaoQingHsu (Prólogo) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda

Co-tradutores no tempo da dinastia Han Oriental, China (25 a 200 dC): Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).
Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).
Professor e escritor por explicar a dita Escritura: Tao Qing Hsu
O conteúdo
Prólogo
O Honrado Pelo Mundo, tendo atingido o estado de Buda, fez tal meditação, que deixar de lado o desejo, estar em estado de silêncio, é a melhor vitória. Morando na grande meditação, conquistando todos os caminhos dos demônios, o Buda girou a Roda da Lei das Quatro Nobres Verdades no Jardim dos Veados e salvou Ajñāta Kaundinya e assim cinco pessoas que haviam provado o fruto de Dao. Houve também várias perguntas ditas por Bhikkhu, que perguntaram ao Buda sobre o avanço e pararam. O ensino e a admoestação do Honrado Pelo Mundo permitem que eles se iluminem um por um. Colocando as palmas das mãos juntas, elas respeitosamente prometeram cumprir a admoestação do Honrado pelo Mundo.
Este prólogo introduziu a causa, condição e situação sobre o ditado para os quarenta e dois capítulos seguintes.
“O Honrado Pelo Mundo”, que é um dos dez nomes de Buda, é que os discípulos budistas respeitosamente chamam seu professor, o Buda Sakyamuni, quando eles estão aprendendo e falando sobre a prática ou ensinamento de Buda com seu professor. Por que é chamado de “o Honrado Pelo Mundo”, porque o Buda possui muitas virtudes que são estimadas pelo público, pelas pessoas comuns e pelos santos no mundo e nas pessoas no céu. Depois que Siddhartha morreu, o público o chama respeitosamente como o Buda Sakyamuni, é especialmente mostrado na escritura chinesa do budismo. Pessoas iluminadas não se chamariam de Buda ou do Honrado Pelo Mundo. Por quê? Pense nisso.
“Ter atingido o estado de Buda” significa que Siddhartha se iluminou e se libertou do sofrimento mundano, foi capaz de falar da lei de Buda para o público e salvou as pessoas que estão sofrendo.
“Fez tal meditação” significa que ele se sentou sob a árvore Bodhi e contemplou profundamente como salvar as pessoas que estão sofrendo.
"Que deixar de lado o desejo, estar em estado de silêncio, é a melhor vitória". Podemos descobrir que o pensamento de Buda Sakyamuni é diferente das pessoas comuns. A maioria das pessoas pensa que ter a família, autoridade, riqueza, status elevado no trabalho ou na sociedade, que é que eles têm as vantagens mais do que os outros, é a vitória. Se eles querem ter tantas coisas, eles devem ter o forte desejo por essas coisas, e devem ter a habilidade social flexível, caso contrário, eles não alcançarão o sucesso. No entanto, o Buda Sakyamuni pensou que sair do desejo, estar em estado de silêncio, é a melhor vitória.
Em outras palavras, isto é, nenhuma competição, nenhuma luta, nenhum argumento e nenhum coração para alcançar o sucesso mundano são a melhor vitória. De nós somos uma criança, que o que nós somos educados são implantados o conceito de sucesso sobre a competição, luta e argumento para a nossa vida melhor, não importa se estamos na escola ou na sociedade. Parece que se não fizermos essas coisas, seremos um perdedor em nossa sociedade, no mundo e em toda a nossa vida. E parece que, se não existem tais conceitos para nossos filhos ou para o público, nosso país perderá o poder da competição no mundo. Tal conceito faz com que muitas crianças e pessoas estejam em estado de ansiedade, medo, sofrimento e mau humor, e as façam ter doenças no corpo físico e mental. Então, devemos esgotar a força física e espiritual das pessoas e os recursos de saúde e gastar muito tempo para tratar essas pessoas.
Portanto, você pode observar que o conceito secular a ser considerado o certo, inteligente e a vitória do público é considerado por Buda Sakyamuni como nenhum brilho. Em outras palavras, o que o pensamento das pessoas comuns é escuridão e estupidez.
Muita gente pensa que tal conceito de Buda Sakyamuni não será positivo e permitirá que seus filhos ou pessoas percam a competição por sua vida no mundo. Eu tenho que dizer que todos eles entendem mal o ensinamento de Buda. De fato, o desejo positivo ocorre de nenhum desejo e do estado de silêncio. Por quê? Se o Buda Sakyamuni não tinha desejo, como seria possível ele falar da lei de Buda por 49 anos e salvar seres conscientes para libertar-se do sofrimento? Em outras palavras, seu desejo havia sido sublimado por ele mesmo. Então, podemos ter dúvidas. Qual é a diferença entre seu desejo e o desejo das pessoas comuns? Ou qual é o desejo sobre o ensinamento de Buda? Pense nisso. Desta escritura, você pode encontrá-lo.
Na explicação estreita, o desejo significa imundícia, como o ganancioso por dinheiro, o amor ao erótico, e assim ocorria o ódio ao povo, a arrogância e a falta de confiança, que manchariam nosso coração para ferir a nós mesmos e aos outros, e nos faz sofrer. Então, a motivação de tal desejo é o egoísmo. Em tal situação, o coração é como grandes ondas, como poderia estar em paz? Deixando de lado esse desejo, não haveria aflição. Nosso coração estaria no estado de paz e silêncio, o que significa que o coração é claro, limpo e puro.
“Morando na grande meditação, conquistando todos os caminhos dos demônios”, o que significa que quando Siddhartha vivia na grande meditação sob a árvore Bodhi, o demônio no céu queria testá-lo e saber se Siddhartha havia eliminado o desejo de coração ou não. . Então, o demônio transformou seus familiares em três lindas garotas, que atraíram Siddhartha com sua beleza e sensualidade. Siddhartha não foi atraído por eles. Pelo contrário, Siddhartha assimilou-os. E então, o demônio no céu tornou-se o defensor para proteger e manter o budismo e suas escrituras.
“O Buda girou a Roda da Lei das Quatro Nobres Verdades no Jardim Selvagem dos Cervos”, o que significa que Siddhartha fala da Lei Buda em relação às Quatro Nobres Verdades, o que significa o sofrimento, o acúmulo, a eliminação e o Dao. . No budismo, girar a roda da lei significa ensinar ou falar da lei búdica. Siddhartha, na profunda contemplação, descobrira que os seres sencientes estavam sofrendo e acumulando o sofrimento todos os dias. Quando pensam em eliminar o sofrimento, entram no Tao para se libertarem do sofrimento, o que significa que entrariam no caminho de Buda.
Em relação ao sofrimento, oito sofrimentos são mencionados, que são o sofrimento da vida, envelhecimento, doença, morte, afastando-se do ente querido ou amado, encontrando-se em ódio, exigindo algo que não poderia ser contente, e o sofrimento de flamejante em cinco agregações.
Tais sofrimentos seriam acumulados dia a dia e, assim, aumentariam nossa aflição. Somente quando sentimos tal aflição, teríamos um pensamento para eliminar o sofrimento. Assim, é possível praticarmos o Tao e provar o Tao, o que significa libertar-nos do sofrimento e, além disso, ajudar os outros a se libertarem do sofrimento.
O Deer-Wild Garden (o sânscrito é mṛgá-dāva) é um lugar famoso na Índia. Na lenda, havia dois Pusa que se transformaram no Rei dos Cervos e se ofereceram ao Rei Humano para proteger o rebanho de veados. O Rei-Humano prometeu e construiu um jardim para proteger o rebanho de cervos. Então o lugar era chamado de Jardim dos Veados-Selvagens. É o primeiro lugar que Siddhartha rodou a Roda da Lei, e é por isso que é tão famosa.
“Salvo Ajñāta Kaundinya e assim cinco pessoas que provaram assim o fruto de Dao.” Quando Siddhartha se iluminou sob a árvore Bodhi, ele pensou qual deles poderia ser salvo. Então, ele pensou nas cinco pessoas, que eram seus parentes e seu protetor para acompanhar com ele a prática do Tao. Ajñāta Kaundinya é um deles. Eles haviam experimentado a prática ascética juntos. Mas, Siddhartha finalmente acha que a prática ascética não funcionou para a iluminação. Siddhartha então aceitou a oferta de leite de uma menina. Ajñāta Kaundinya e assim cinco pessoas pensaram que Siddhartha desistiu da prática ascética e depois o abandonou. Depois que Siddhartha aceitou a oferta de leite de uma menina, ele retornou a árvore Bodhi e sentou-se para meditar continuamente. Então, em uma noite, ele se iluminou completamente. Depois disso, ele falou sobre a primeira escritura “A escritura da grande direção, amplamente difundida pela solenidade”, que em sânscrito é mahā-vaipulya-buddhâvata-sātra-sūtra. Esta é uma escritura incrível. No entanto, é pena que seja difícil de ser compreendido pelas pessoas comuns. Então ele teve que falar sobre o que as pessoas comuns poderiam aceitar e entender, como essa escritura.
Ajñāta Kaundinya e assim cinco pessoas foram as primeiras pessoas a serem salvas por Siddhartha e se tornaram seu primeiro discípulo, que havia provado o fruto de Dao. Isso significa que eles alcançaram o fruto de Arhat. Então, quando somos iluminados, quem será salvo por nós? Naturalmente, nossos familiares ou parentes serão os primeiros. Então, como essas pessoas devem ser iluminadas? Quando você ler, entender e compreender cuidadosamente esta escritura, você saberá.
“Também houve várias perguntas feitas por Bhikkhu, que perguntaram ao Buda sobre o sinal verde e pararam.” Bhikkhu é sânscrito. Significa monge budista. Também tinha o significado de romper o mal no coração, aterrorizar o demônio, purificar para obedecer aos preceitos e o erudito implorando, o que significa que eles praticam o Tao para cortar seus problemas, conquistar o demônio dentro e fora, obedecer os preceitos com o coração limpo, e para pedir comida, de modo a manter a vida para praticar o Dao e eliminar o coração ganancioso.
O mal no coração e o demônio de dentro e de fora significa os problemas e aflições no coração. O ir em frente e parar estão relacionados a como colocar o Dao em prática, o que deve ir em frente e o que deve ser parado quando se pratica o Dao, o que também é mencionado nesta escritura.
“O ensino e a admoestação do Honrado Pelo Mundo permitem que eles se iluminem um por um. Colocando as palmas das mãos juntos, eles respeitosamente prometeram cumprir a admoestação do Honrado pelo Mundo. ”Então, se você tivesse entendido e entendido completamente essa escritura, você poderia ser inspirado ou iluminado da mesma forma que os monges budistas. Inglês: (The Prologue)A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
https://po-bvlwu.blogspot.com/2018/10/prologo-uma-breve-conversa-sobre.html
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2019.08.26 21:30 AmazonianCouple Livro sobre relações não-monogâmicas

Livro sobre relações não-monogâmicas
Galera, descobri um dia desses esse livro que vai ser lançado no próximo mês no Brasil e já fiz minha compra em pré-venda mesmo. A editora divulgou uma entrevista com uma das autoras, e quem se interessar eu vou colocar nos comentários. Saquem a introdução do livro:
Muita gente sonha em viver em abundância de amor, sexo e amizade. Alguns acreditam que é impossível ter uma vida assim, se contentam com menos do que gostariam e acabam de certa forma se sentindo solitários e insatisfeitos. Outras pessoas tentam alcançar seus sonhos, mas pressões sociais externas ou seus próprios sentimentos acabam por interromper essa busca, e decidem manter esses sonhos no mundo da fantasia. No entanto, algumas poucas pessoas persistem e descobrem que amar, ter intimidade e fazer sexo abertamente com muita gente não só é possível como também pode ser recompensador de um jeito que jamais podiam imaginar.

O amor livre tem sido realizado com sucesso há séculos — com frequência, sem muito alarde. Neste livro, vamos compartilhar técnicas, habilidades e ideais que funcionaram por quem seguiu por esse caminho.

Quem, afinal, pratica amor livre com ética? Nós. Assim como muitas outras pessoas. Talvez você também possa ser uma delas. Se você sonha com liberdade, com uma intimidade tanto erótica quanto com profundidade, com abundância de amizade, flerte e afeto, ou com a possibilidade de seguir os seus desejos para ver até onde eles chegarão, então você já deu o primeiro passo.

Por que escolhemos certas palavras?

A partir do momento em que você viu ou ouviu falar deste livro, provavelmente imaginou que alguns dos termos usados não fossem ter o mesmo significado a que você está acostumado. Que tipo de pessoa ficaria animada em se autodenominar promíscua? E por que insistiria em ser reconhecida pela sua ética?

Na maior parte do mundo, promíscua é uma palavra altamente ofensiva para descrever uma mulher cuja sexualidade é voraz, indiscriminada e infame. É interessante notar que os termos análogos, garanhão ou pegador, usados para descrever homens altamente sexuais, são em geral usados para indicar aprovação e inveja. Se questionamos a respeito da moral de um homem, provavelmente escutaremos sobre a sua honestidade, lealdade, integridade e princípios elevados. Se perguntamos sobre a moral de uma mulher, é mais provável recebermos informações sobre sua vida sexual. Para nós, isso é um problema.

Então, temos orgulho em reivindicar a palavra promíscua como um termo de aprovação, até mesmo de afeto. Para nós, promíscua é uma pessoa de qualquer gênero que celebra sua sexualidade de acordo com a proposta radical de que sexo é bom e que é benéfico sentir prazer. Pessoas promíscuas podem escolher não fazer sexo algum, ou ficar à vontade para encarar um batalhão inteiro. Podem ser heterossexuais, homossexuais, assexuais ou bissexuais, ativistas radicais ou gente pacata.

Como orgulhosas promíscuas que somos, acreditamos que sexo e amor sexual são forças fundamentais do bem, atividades com potencial de fortalecer conexões íntimas, realçar vidas, gerar consciência espiritual e até mesmo mudar o mundo. Além disso, acreditamos que toda relação íntima consensual tem esses mesmos potenciais, e que qualquer caminho erótico, quando conscientemente escolhido e atentamente seguido, pode ser uma força positiva e criativa na vida das pessoas e de suas comunidades.

Pessoas promíscuas compartilham sua sexualidade da mesma maneira que as filantropas distribuem seu dinheiro: porque têm isso de sobre e ficam felizes em dividir com outras pessoas, porque compartilhar isso faz do mundo um lugar melhor. Quem se identifica com essa visão de mundo, no geral, descobre que quanto mais amor e sexo se compartilha, mais se recebe de volta: um milagre da multiplicação em que ganância e generosidade caminham lado a lado para prover mais para todo mundo. Imagine viver em abundância sexual!

— Dossie Easton & Janet W. Hardy, na introdução
capa do livro 'ética do amor livre'
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2019.08.22 21:24 gabriela34 Amor?

Estar com alguém do seu lado né? Mas não um alguém qualquer, um alguém com quem você divide seus problemas, que você sorri apenas de pensar em vocês dois juntos, um alguém que te mostre o significado de amor. Mas, pra quem acha que isso é simples e fácil, me desculpem, mas não é por ai. Sim, realmente é maravilhoso estar ao lado de quem se ama. Mas convivendo com a pessoa você automaticamente descobre mais dela do que ela mesmo sabe. Brigas irão surgir, do nada, por motivos extremamente bobos, vocês irão dormir brigados sim, você vai pensar varias vezes em desistir. Mas sabe o que vai acontecer? Você vai relevar. Vai relevar porque o ama, porque ama o jeito que ele te trata, ama a companhia dele. E depois que tudo isso passar, vai perceber o quão feliz é apenas por estar com ele.
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2019.07.18 19:18 altovaliriano O Clube das Senhoras Mortas

Link: https://bit.ly/2JFSJ6B
Autor: Lauren (autodescrita como "dona de pre-gameofthrones e asoiafuniversity")

“Senhoras morrem ao dar à luz. Ninguém canta canções sobre elas.”
O Clube das Senhoras Mortas é um termo que eu inventei por volta de 2012 para descrever o Panteão de personagens femininas subdesenvolvidas em ASOIAF a partir da geração anterior ao início da história.
É um termo que carrega críticas inerentes a ASOIAF, que esta postagem irá abordar, em um ensaio dividido em nove partes. A primeira, segunda e a terceira parte deste ensaio definem o termo em detalhes. As seções subsequentes examinam como essas mulheres foram descritas e por que este aspecto de ASOIAF merece críticas, explorando a permeabilidade da trope das mães mortas na ficção, o uso excessivo de violência sexual ao descrever estas mulheres e as diferenças da representação do sacrifício masculino versus o sacrifício feminino na narrativa de GRRM.
Para concluir, eu afirmo que a maneira como estas mulheres foram descritas mina a tese de GRRM, e ASOIAF – uma série que eu considero como sendo uma das maiores obras de fantasia moderna – fica mais pobre por causa disso.
*~*~*~*~
PARTE I: O QUE É O CLUBE DAS SENHORAS MORTAS [the Dead Ladies Club]?
Abaixo está uma lista das mulheres que eu pessoalmente incluo no Clube das Senhoras Mortas [ou simplesmente CSM]. Esta lista é flexível, mas é geralmente sobre quem as pessoas estão falando quando falam sobre o CSM [DLC, no original]:
  1. Lyanna Stark
  2. Elia Martell
  3. Ashara Dayne
  4. Rhaella Targaryen
  5. Joanna Lannister
  6. Cassana Estermont
  7. Tysha
  8. Lyarra Stark
  9. A Princesa Sem Nome de Dorne (mãe de Doran, Elia, e Oberyn)
  10. Mãe sem Nome de Brienne
  11. Minisa Whent-Tully
  12. Bethany Ryswell-Bolton
  13. EDIT – A Esposa do Moleiro - GRRM nunca deu nome a ela, porém ela foi estuprada por Roose Bolton e deu à luz a Ramsay
  14. Eu posso estar esquecendo alguém.
A maioria do CSM é composta de mães, mortas antes de a série começar. Deliberadamente, eu uso a palavra "panteão" quando estou descrevendo o CSM, porque, como os deuses da mitologia antiga, estas mulheres normalmente exercem grande influência ao longo da vida de nossos atuais POVs e sua deificação é em grande parte o problema. As mulheres do CSM tendem a ser fortemente romantizadas ou fortemente vilanizadas pelo texto; ou em um pedestal ou de joelhos, para parafrasear Margaret Attwood. As mulheres do CSM são descritas por GRRM como pouco mais do que fantasias masculinas e tropes batidos, definidas quase que exclusivamente por sua beleza e magnetismo (ou falta disso). Elas não têm qualquer voz própria. Muitas vezes elas sequer têm nome. Elas são frequentemente vítimas de violência sexual. Elas são apresentadas com pouca ou nenhuma escolha em suas histórias, algo que eu considero como sendo um lapso particularmente notório quando GRRM diz que são nossas escolhas que nos definem.
O espaço da narrativa que é dado a sua humanidade e sua interioridade (sua vida interior, seus pensamentos e sentimentos, à sua existência como indivíduos) é mínimo ou inexistente, que é uma grande vergonha em uma série que foi feita para celebrar a nossa humanidade comum. Como posso ter fé na tese de ASOIAF, que as vidas das pessoas "tem significado, não sua morte", quando GRRM criou um círculo de mulheres cujo principal, se não único propósito, era morrer?
Eu restringi o Clube das Senhoras Mortas às mulheres de até duas gerações atrás porque a Senhora em questão deve ter alguma conexão imediata com um personagem POV ou um personagem de segundo escalão. Essas mulheres tendem a ser de importância imediata para um personagem POV (mães, avós, etc.), ou no máximo elas estão a um personagem de distância de um personagem POV na história principal (AGOT - ADWD +).
Exemplo #1: Dany (POV) – > Rhaella Targaryen
Exemplo #2: Davos (POV) – > Stannis – > Cassana Estermont
*~*~*~*~
PARTE II: "E AGORA, DIGA O NOME DELA."
Lyanna Stark, "linda e voluntariosa, e morta antes do tempo". Sabemos pouco sobre Lyanna além de quantos homens a desejaram. Uma figura tipo Helena de Troia, um continente inteiro de homens lutou e morreu porque "Rhaegar amou sua Senhora Lyanna". Ele a amava o suficiente para trancá-la em uma torre, onde ela deu à luz e morreu. Mas quem era ela? Como ela se sentiu sobre qualquer um desses eventos? O que ela queria? Quais eram suas esperanças, seus sonhos? Sobre isto, GRRM permanece em silêncio.
Elia Martell, "gentil e inteligente, com um coração manso e uma sagacidade doce." Apresentada na narrativa como uma mãe e uma irmã morta, uma esposa deficiente que não poderia dar à luz a mais filhos, ela é definida unicamente por suas relações com vários homens, com nenhuma história própria além de seu estupro e assassinato.
Ashara Dayne, a donzela na torre, a mãe de uma filha natimorta, a bela suicida, não temos quaisquer detalhes de sua personalidade, somente que ela foi desejada por Barristan o Ousado e Brandon ou Ned Stark (ou talvez ambos).
Rhaella Targaryen, Rainha dos Sete Reinos por mais de 20 anos. Sabemos que Aerys abusou e estuprou para conceber Daenerys. Sabemos que ela sofreu muitos abortos. Mas o que sabemos sobre ela? O que ela achou do desejo de Aerys de fazer florescer os desertos dorneses? O que ela passou fazendo durante 20 anos quando não estava sendo abusada? Como ela se sentiu quando Aerys mudou a corte de Rochedo Casterly por quase um ano? Não temos respostas para qualquer uma dessas perguntas. Yandel escreveu todo um livro de história de ASOIAF fornecendo muitas informações sobre as personalidades e peculiaridades e medos e desejos de homens como Aerys e Tywin e Rhaegar, então eu conheço quem são esses homens de uma forma que não conheço as mulheres no cânone. Não acho que seja razoável que GRRM deixe a humanidade de Rhaella praticamente em branco quando ele teve todo O Mundo de Gelo e Fogo para detalhar sobre personagens anteriores a saga, e ele poderia facilmente ter escrito uma pequena nota lateral sobre a Rainha Rhaella. Temos uma porção de diários e cartas e coisas sobre os pensamentos e sentimentos de rainhas medievais do mundo real, então por que Yandel (e GRRM) não nos informaram um pouco mais sobre a última rainha Targaryen nos Sete Reinos? Por que nós não temos uma ilustração de Rhaella em TWOIAF?
Joanna Lannister, desejada por ambos um Rei e um Mão do Rei e feita sofrer por isso, ela morreu dando à luz Tyrion. Sabemos do "amor que havia entre" Tywin e Joanna, mas detalhes sobre ela são raros e distantes. Em relação a muitas destas mulheres, as escassas linhas no texto sobre elas deixam frequentemente o leitor a perguntar, "bem, o que exatamente isso que dizer?". O que exatamente significa que Lyanna fosse voluntariosa? O que exatamente significa que Rhaella fosse consciente de seu dever? Joanna não é exceção, com a provocativa (ainda que frustrantemente vaga) observação de GRRM de que Joanna "governava" Tywin em casa. Joanna é meramente um esboço grosseiro no texto, como um reflexo obscuro.
Cassana Estermont. Honestamente eu tentei recordar uma citação sobre Cassana e percebi que não houve qualquer uma. Ela é um amor afogado, a esposa morta, a mãe morta, e não sabemos de mais nada.
Tysha, uma adolescente que foi salva de estupradores, apenas para sofrer estupro coletivo por ordem de Tywin Lannister. O paradeiro dela tornou-se algo como um talismã para Tyrion em ADWD, como se encontrá-la fosse libertá-lo da longa e negra sombra de seu pai morto, mas fora a violência sexual que ela sofreu, não sabemos mais nada sobre essa garota humilde exceto que ela amava um menino considerado pela sociedade westerosi como indigno de ser amado.
Quanto a Lyarra, Minisa, Bethany e as demais, sabemos pouco mais que seus nomes, suas gravidezes e suas mortes, e de algumas não temos sequer nomes.
Eu por vezes incluo Lynesse Hightower e Alannys Greyjoy como membras honorárias, apesar de que, obviamente, elas não estejam mortas.
Eu disse acima que as mulheres do CSM ou são postas em um pedestal ou colocadas de joelhos. Lynesse Hightower se encaixa em ambos os casos: foi-nos apresentada por Jorah como uma história de amor saída direto das canções, e vilanizada como a mulher que deixou Jorah para ser uma concubina em Lys. Nas palavras de Jorah, ele odeia Lynesse, quase tanto quanto a ama. A história de Lynesse é definida por uma porção de tropes batidas; ela é a “Stunningly Beautiful” “Uptown Girl” / “Rich Bitch” “Distracted by the Luxury” até ela perceber que Jorah é “Unable to support a wife”. (Todos estes são explicados no tv tropes se você quiser ler mais.) Lynesse é basicamente uma encarnação da trope gold digger sem qualquer profundidade, sem qualquer subversão, sem aprofundar muito em Lynesse como pessoa. Mesmo que ela ainda esteja viva, mesmo que muitas pessoas ainda vivas conheçam-na e sejam capazes de nos dizer sobre ela como pessoa, elas não o fazem.
Alannys Greyjoy eu inclui pessoalmente no Clube das Senhoras Mortas porque sua personagem se resume a uma “Mother’s Madness” com pouco mais sobre ela, mesmo que, novamente, não esteja morta.
Quando eu incluo Lynesse e Alannys, cada região nos Sete Reinos de GRRM fica com pelo menos uma do CSM. Foi uma coisa que se sobressaiu para mim quando eu estava lendo pela primeira vez – quão distribuídas estão as mães mortas e mulheres descartadas de GRRM, não é só em uma Casa, está em todos os lugares da obra de GRRM.
E quando digo "em toda a obra do GRRM," eu quero dizer em todos os lugares. Mães mortas em segundo plano (normalmente no parto) antes de a história começar é um trope que GRRM usa ao longo de sua carreira, em Sonho Febril, Dreamsongs e Armageddon Rag e em seus roteiros para TV. Demonstra falta de imaginação e preguiça, para dizer o mínimo.
*~*~*~*~
PARTE III: QUEM NÃO SÃO ELAS?
Mulheres históricas e mortas há muito tempo, como Visenya Targaryen, não estão incluídas no Clube das Senhoras Mortas. Por que, você pergunta?
Se você for até o americano comum na rua, provavelmente será capaz de lhe dizer algo sobre a mãe, a avó, a tia ou alguma outra mulher em suas vidas que seja importante para eles, e você pode ter uma ideia sobre quem eram essas mulheres como pessoas. Mas o americano médio provavelmente não poderá contar muito sobre Martha Washington, que viveu séculos atrás. (Se você não é americano, substitua “Martha Washington” pelo nome da mãe de uma figura política importante que viveu há 300 anos. Sou americana, então este é o exemplo que estou usando. Além disso, eu já posso ouvir os nerds da história protestando - sente-se, você está nitidamente acima da média.).
Da mesma forma, o westerosi médio deve (misoginia à parte) geralmente ser capaz de lhe dizer algo sobre as mulheres importantes em suas vidas. Na história da vida de nosso mundo, reis, senhores e outros nobres compartilharam ou preservaram informações sobre suas esposas, mães, irmãs e outras mulheres, apesar de terem vivido em sociedades medievais extremamente misóginas.
Então, não estou falando “Ah, meus deus, uma mulher morreu, fiquem revoltados”. Não é isso.
Eu geralmente limito o CSM às mulheres que morreram recentemente na história westerosi e que tiveram suas humanidades negadas de uma maneira que seus contemporâneos do sexo masculino não tiveram.
*~*~*~*~
PARTE IV: POR QUE ISSO IMPORTA?
O Clube da Senhoras Mortas é formado por mulheres de até duas gerações passadas, sobre as quais devemos saber mais, mas não sabemos. Nós sabemos pouco mais além de que elas tiveram filhos e morreram. Eu não conheço essas mulheres, exceto através do fandom transformativo. Eu conheci muito sobre os personagens masculinos pré-série no texto, mas cânone não me dá quase nada sobre essas mulheres.
Para copiar de outra postagem minha sobre essa questão, é como se as Senhoras Mortas existissem na narrativa do GRRM apenas para serem abusadas, estupradas, parir e morrer para mais tarde terem seus semblantes imutáveis moldados em pedra e serem colocadas em pedestais para serem idealizadas. As mulheres do Clube das Senhoras Mortas não têm a mesma caracterização e evolução dos personagens masculinos pré-série.
Pense em Jaime, que, embora não seja um personagem pré-série, é um ótimo exemplo de como o GRRM pode usar a caracterização para brincar com seus leitores. Começamos vendo Jaime como um babaca que empurra crianças de janelas (e não me entenda mal, ele ainda é um babaca que empurra crianças para fora das janelas), mas ele também é muito mais do que isso. Nossa percepção como leitores muda e entendemos que Jaime é bastante complexo, multicamadas e cinza.
Quanto a personagens masculinos mortos pré-série, GRRM ainda consegue fazer coisas interessantes com suas histórias, e transmitir seus desejos, e brincar com as percepções dos leitores. Rhaegar é um excelente exemplo. Os leitores vão da versão de Robert da história, de que Rhaegar era um supervilão sádico, à ideia de que o que quer que tenha acontecido entre Rhaegar e Lyanna não foi tão simples como Robert acreditava, e alguns fãs progrediam ainda mais para essa ideia de que Rhaegar era fortemente motivado por profecias.
Mas nós não temos esse tipo de desenvolvimento de personagens com as Senhoras Mortas. Por exemplo, Elia existe na narrativa para ser estuprada e morrer, e para motivar os desejos de Doran por justiça e vingança, um símbolo da causa dornesa, um lembrete da narrativa de que são os inocentes que mais sofrem no jogo dos tronos. . Mas nós não sabemos quem ela era como pessoa. Nós não sabemos o que ela queria na vida, como ela se sentia, com o que ela sonhava.
Nós não temos caracterização do CSM, nós não temos mudanças na percepção, mal conseguimos qualquer coisa quando se trata dessas mulheres. GRRM não escreve personagens femininas pré-série da mesma maneira que ele escreve personagens masculinos pré-série. Essas mulheres não recebem espaço na narrativa da mesma forma que seus contemporâneos masculinos.
Pensa na Princesa Sem Nome de Dorne, mãe de Doran, Elia e Oberyn. Ela era a única governante feminina de um reino enquanto a geração Rebelião de Robert estava surgindo, e ela também é a única líder de uma grande Casa durante esse período cujo nome não temos.
O Norte? Governado por Rickard Stark. As Terras Fluviais? Governadas por Hoster Tully. As Ilhas de Ferro? Governadas por Quellon Greyjoy. O Vale? Governado por Jon Arryn. As Terras Ocidentais? Governadas por Tywin Lannister. As Terras da Tempestade? Steffon, e depois Robert Baratheon. A Campina? Mace Tyrell. Mas e Dorne? Apenas uma mulher sem nome, ops, quem diabos liga, quem liga, por se importar com um nome, quem precisa de um, não é como se nomes importassem em ASOIAF, né? *sarcasmo*
Não nos deram o nome dela nem em O Mundo de Gelo e Fogo, ainda que a Princesa Sem Nome tenha sido mencionada lá. E essa falta de um nome é muito limitante - é tão difícil discutir a política de um governante e avaliar suas decisões quando o governante nem sequer tem um nome.
Para falar mais sobre o anonimato das mulheres... Tysha não conseguiu um nome até o A Fúria dos Reis. Apesar de terem sido mencionadas nos apêndices do livro 1, nem Joanna nem Rhaella foram nomeadas dentro da história até o A Tormenta de Espadas. A mãe de Ned Stark não tinha um nome até surgir a árvore genealógica no apêndice da TWOIAF. E quando a Princesa Sem Nome de Dorne conseguirá um nome? Quando?
Quando penso nisso, não posso deixar de pensar nesta citação: "Ela odiava o anonimato das mulheres nas histórias, como se elas vivessem e morressem só para que os homens pudessem ter sacadas metafísicas." Muitas vezes essas mulheres existem para promover os personagens masculinos, de uma forma que não se aplica a homens como Rhaegar ou Aerys.
Eu não acho que GRRM esteja deixando de fora ou atrasando esses nomes de propósito. Eu não acho que GRRM está fazendo nada disso deliberadamente. O Clube das Mulheres Mortas, em minha opinião, é o resultado da indiferença, não de maldade.
Mas esses tipos de descuidos, como a princesa de Dorne, que não têm nome, são, em minha opinião, indicativos de uma tendência muito maior - GRRM recusa dar espaço a essas mulheres mortas na narrativa, ao mesmo tempo em que proporciona espaço significativo aos personagens masculinos mortos ou anteriores à série. Esta questão, em minha opinião, é importante para a teoria espacial feminista - ou as maneiras pelas quais as mulheres habitam ou ocupam o espaço (ou são impedidas de fazê-lo). Algumas acadêmicas feministas argumentam que mesmo os “lugares” ou “espaços” conceituais (como uma narrativa ou uma história) influenciam o poder político, a cultura e a experiência social das pessoas. Essa discussão provavelmente está além do escopo desta postagem, mas basicamente argumenta-se que as mulheres e meninas são socializadas para ocupar menos espaço do que os homens em seus arredores. Assim, quando o GRRM recusa o espaço narrativo para as mulheres pré-série de uma forma que ele não faz para os homens pré-série, sinto que ele está jogando a favor de tropes misóginas ao invés de subvertê-las.
*~*~*~*~
PARTE V: A MORTE DA MÃE
Dado que muitas dos CSM (embora não todas) eram mães, e que muitas morreram no parto, eu quero examinar este fenômeno com mais detalhes, e discutir o que significa para o Clube das Senhoras Mortas.
A cultura popular tende a priorizar a paternidade, marginalizando a maternidade. (Veja a longa história de mães mortas ou ausentes da Disney, storytelling que é meramente uma continuação de uma tradição de conto de fadas muito mais antiga da “aniquilação simbólica” da figura materna.) As plateias são socializadas para ver as mães como “dispensáveis”, enquanto pais são “insubstituíveis”:
Isto é alcançado não apenas removendo a mãe da narrativa e minando sua atividade materna, mas também mostrando obsessivamente sua morte, repetidas vezes. […] A morte da mãe é invocada repetidamente como uma necessidade romântica [...] assim parece ser um reflexo na cultura visual popular matar a mãe. [x]
Para mim, a existência do Clube das Senhoras Mortas está perpetuando a tendência de desvalorizar a maternidade, e ao contrário de tantas outras coisas sobre o ASOIAF, não é original, não é subversivo e não é boa escrita.
Pense em Lyarra Stark. Nas próprias palavras de GRRM, quando perguntado sobre quem era a mãe de Ned Stark e como ela morreu, ele nos diz laconicamente: “Senhora Stark. Ela morreu”. Não sabemos nada sobre Lyarra Stark, além de que ela se casou com seu primo Rickard, deu à luz quatro filhos e morreu durante ou após o nascimento de Benjen. É outro exemplo de indiferença casual e desconsideração do GRRM para com essas mulheres, e isso é muito decepcionante vindo de um autor que é, em diversos aspectos, tão incrível. Se GRRM pode imaginar um mundo tão rico e variado como Westeros, por que é tão comum que quando se trata de parentes femininos de seus personagens, tudo o que GRRM pode imaginar é que eles sofrem e morrem?
Agora, você pode estar dizendo, “morrer no parto é apenas algo que acontece com as mulheres, então qual é o grande problema?”. Claro, as mulheres morriam no parto na Idade Média em percentuais alarmantes. Suponhamos que a medicina westerosi se aproxime da medicina medieval - mesmo se fizermos essa suposição, a taxa em que essas mulheres estão morrendo no parto em Westeros é excessivamente alta em comparação com a verdadeira Idade Média, estatisticamente falando. Mas aqui vai a rasteira: a medicina de Westerosi não é medieval. A medicina de Westerosi é melhor do que a medicina medieval. Parafraseando meu amigo @alamutjones, Westeros tem uma medicina melhor do que a medieval, mas pior do que os resultados medievais quando se trata de mulheres. GRRM está colocando interferindo na balança aqui. E isso demonstra preguiça.
Morte no parto é, por definição, um óbito muito pertencente a um gênero. E é assim que GRRM define essas mulheres - elas deram à luz e elas morreram, e nada mais sobre elas é importante para ele. ("Senhora Stark. Ela morreu.") Claro, há algumas pequenas minúcias que podemos reunir sobre essas mulheres se apertarmos os olhos. Lyanna foi chamada de voluntariosa, e ela teve algum tipo de relacionamento com Rhaegar Targaryen que o júri ainda está na expectativa de conhecer, mas seu consentimento foi duvidoso na melhor das hipóteses. Joanna estava felizmente casada, e ela foi desejada por Aerys Targaryen, e ela pode ou não ter sido estuprada. Rhaella foi definitivamente estuprada para conceber Daenerys, que ela morreu dando à luz.
Por que essas mulheres têm um tratamento de gênero? Por que tantas mães morreram no parto em ASOIAF? Os pais não tendem a ter mortes motivadas por seu gênero em Westeros, então por que a causa da morte não é mais variada para as mulheres?
E por que tantas mulheres em ASOIAF são definidas por sua ausência, como buracos negros, como um espaço negativo na narrativa?
O mesmo não pode ser dito de tantos pais em ASOIAF. Considere Cersei, Jaime e Tyrion, mas cujo pai é uma figura divina em suas vidas, tanto antes como depois de sua morte. Mesmo morto, Tywin ainda governa a vida de seus filhos.
É a relação entre pai e filho (Randyll Tarly, Selwyn Tarth, Rickard Stark, Hoster Tully, etc.) que GRR dá tanto peso em relação ao relacionamento da mãe, com notáveis exceções encontradas em Catelyn Stark e Cersei Lannister. (Embora com Cersei, acho que poderia ser arguir que GRRM não está subvertendo nada - ele está jogando no lado negro da maternidade, e a ideia de que as mães prejudicam seus filhos com sua presença - que é basicamente o outro lado da trope da mãe morta - mas esta postagem já está com um tamanho absurdo e eu não vou entrar nisso aqui.)
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PARTE VI: O CSM E VIOLÊNCIA SEXUAL
Apesar de suas alegações de verossimilhança histórica, GRRM fez Westeros mais misógino do que a verdadeira Idade Média. Tendo em conta que detalhes sobre violência sexual são as principais informações que temos sobre o CSM, por que é necessária tanta violência sexual?
Eu discuto esta questão em profundidade na minha tag #rape culture in Westeros, mas acho que merece ser tocado aqui, pelo menos brevemente.
Garotas como Tysha são definidas pela violência sexual pela qual passaram. Sabemos sobre o estupro coletivo de Tysha no livro 1, mas sequer aprendemos seu nome até o livro 2. Muitas do CSM são vítimas de violência sexual, com pouca ou nenhuma atenção dada a como essa violência as afetou pessoalmente. Mais atenção é dada a como a violência sexual afetou os homens em suas vidas. Com cada novo assédio sexual que Joanna sofreu em razão de Aerys, sabemos que por meio de O Mundo de Gelo e Fogo que Tywin rachou um pouco mais, mas como Joanna se sentiu? Sabemos que Rhaella havia sido abusada a ponto de parecer que uma fera a atacara, e sabemos que Jaime se sentia extremamente conflituoso por causa de seus juramentos da Guarda Real, mas como Rhaella se sentia quando seu agressor era seu irmão-marido? Sabemos mais sobre o abuso que essas mulheres sofreram do que sobre as próprias mulheres. A narrativa objetifica, ao invés de humanizar, o CSM.
Por que os personagens messiânicos de GRRM têm que ser concebidos por meio de estupro? A figura materna sendo estuprada e sacrificada em prol do messias/herói é uma trope de fantasia velha e batida, e GRRM faz isso não uma vez, mas duas (ou possivelmente três) vezes. Sério, GRRM? Sério? GRRM não precisa depender de mães estupradas e mortas como parte de sua história trágica pré-fabricada. GRRM pode fazer melhor que isso, e ele deveria. (Mais debates na minha tag #gender in ASOIAF.)
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PARTE VII: SACRIFÍCIO MASCULINO, SACRIFÍCIO FEMININO E ESCOLHA
Agora, você pode estar se perguntando: "É normal que os personagens masculinos se sacrifiquem, então por que as mulheres não podem se sacrificar em prol do messias? O sacrifício feminino não é subversivo?”
Sacrifício masculino e sacrifício feminino muitas vezes não são os mesmos na cultura popular. Para resumir - os homens se sacrificam, enquanto as mulheres são sacrificadas.
As mulheres que morrem no parto para dar à luz o messias não são a mesma coisa que os personagens masculinos fazendo uma última grande investida com armas em punho para dar ao Herói Messiânico a chance de Fazer A Coisa. Os personagens masculinos que se vão com armas fumegantes em mãos escolhem esse destino; é o resultado final da sua caracterização fazer isso. Pense em Syrio Forel. Ele escolhe se sacrificar para salvar um dos nossos protagonistas.
Mas mulheres como Lyanna, Rhaella e Joanna não tiveram uma escolha, não tiveram nenhum grande momento de vitória existencial que fosse a ápice de seus personagens; eles apenas morreram. Elas sangraram, elas adoeceram, elas foram assassinados - elas-apenas-morreram. Não havia grande escolha para se sacrificar em favor de salvar o mundo, não havia opção de recusar o sacrifício, não havia escolha alguma.
E isso é fundamental. É isso que está no coração de todas as histórias do GRRM: escolha. Como eu disse aqui,
“Escolha […]. Esta é a diferença entre bem e mal, você sabe disso. Agora parece que sou eu que tenho que fazer uma escolha” (Sonho Febril). Nas palavras do próprio GRRM, “Isso é algo que se vê bem em meus livros: Eu acredito em grandes personagens. Todos nós somente capazes de fazer grandes coisas, e de fazer coisas ruins. Nós temos os anjos e os demônios dentro de nós, e nossas vidas são uma sucessão de escolhas.” São as escolhas que machucam, as escolhas em que o bom e o mal são sopesados – essas são as escolhas em que “o coração humano [está] em conflito consigo mesmo”, o que GRRM considera “a única coisa que vale a pena escrever sobre”.
Homens como Aerys, Rhaegar e Tywin fazem escolhas em ASOIAF; mulheres como Rhaella não têm nenhuma escolha na narrativa.
GRRM acha que não vale a pena escrever sobre as histórias do Clube das Senhoras Mortas? Não houve nenhum momento na mente do GRRM em que Rhaella, Elia ou Ashara se sentiram em conflito em seus corações, em nenhum momento eles sentiram suas lealdades divididas? Como Lynesse se sentiu escolhendo concubinato? E sobre Tysha, que amou um garoto Lannister, mas sofreu estupro coletivo nas mãos da Casa Lannister? Como ela se sentiu?
Seria muito diferente se soubéssemos sobre as escolhas que Lyanna, Rhaella e Elia fizeram. (O Fandom frequentemente especula sobre se, por exemplo, Lyanna escolheu ir com Rhaegar, mas o texto permanece em silêncio sobre este assunto mesmo em A Dança dos Dragões. GRRM permanece em silêncio sobre as escolhas dessas mulheres.)
Seria diferente se o GRRM explorasse seus corações em conflito, mas não ficamos sabendo de nada sobre isso. Seria subversivo se essas mulheres escolhessem ativamente se sacrificar, mas não o fizeram.
Dany provavelmente está sendo criada como uma mulher que ativamente escolhe se sacrificar para salvar o mundo, e acho isso subversivo, um esforço valoroso e louvável da parte da GRRM lidar com essa dicotomia entre o sacrifício masculino e o sacrifício feminino. Mas eu não acho que isso compensa todas essas mulheres mortas sacrificadas no parto sem escolha.
*~*~*~*~
PARTE VIII: CONCLUSÕES
Espero que este post sirva como uma definição funcional do Clube das Senhoras Mortas, um termo que, pelo menos para mim, carrega muitas críticas ao modo como a GRRM lida com essas personagens femininas. O termo engloba a falta de voz dessas mulheres, o abuso excessivo e fortemente ligado ao gênero que sofreram e sua falta de caracterização e arbítrio.
GRRM chama seus personagens de seus filhos. Eu me sinto como essas mulheres mortas - as mães, as esposas, as irmãs - eu sinto como se essas mulheres fossem crianças natimortas de GRRM, sem nada a não ser um nome em uma certidão de nascimento, e muito potencial perdido, e um buraco onde já houve um coração na história de outra pessoa. Desde os meus primeiros dias no tumblr, eu queria dar voz a essas mulheres sem voz. Muitas vezes elas foram esquecidas, e eu não queria que elas fossem.
Porque se elas fossem esquecidas - se tudo o que havia para elas era morrer - como eu poderia acreditar em ASOIAF?
Como posso acreditar que “a vida dos homens tem significado, não sua morte” se GRRM criou este grupo de mulheres meramente para ser sacrificado? Sacrificado por profecia, ou pela dor de outra pessoa, ou simplesmente pela tragédia em tudo isso?
Como posso acreditar em todas as coisas que a ASOIAF representa? Eu sei que GRRM faz um ótimo trabalho com Sansa, Arya e Dany e todos os outros POVs femininos, e eu o admiro por isso.
Mas quando a ASOIAF pergunta, “o que é a vida de um garoto bastardo perante um reino?” Qual é o valor de uma vida, quando comparada a tanta coisa? E Davos responde, suavemente, “Tudo”… Quando ASOIAF diz que… quando a ASOIAF diz que uma vida vale tudo, como as pessoas podem me dizer que essas mulheres não importam?
Como posso acreditar em ASOIAF como uma celebração à humanidade, quando a GRRM desumaniza e objetifica essas mulheres?
O tratamento dessas mulheres enfraquece a tese central da ASOIAF, e não precisava ser assim. GRRM é melhor do que isso. Ele pode fazer melhor.
Eu quero estar errada sobre tudo isso. Eu quero que GRRM nos conte em Os Ventos do Inverno tudo sobre as escolhas de Lyanna, e eu quero aprender o nome da Princesa Sem Nome, e eu quero saber que três mulheres não foram estupradas para cumprir uma profecia da GRRM. Eu quero que GRRM sopre vida dentro delas, porque eu o considero o melhor escritor de fantasia vivo.
Mas eu não sei se ele fará isso. O melhor que posso dizer é eu quero acreditar.
[...]
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2019.06.21 16:27 Amanda3exceler A volta da cultura artesã através dos Pallets ABN Paletes

Antigamente, os móveis que compunham uma casa, todos os detalhes de construções e demais objetos era aferido por profissionais que faziam essas artes com as suas mãos, de forma caprichada e original, tendo linhas ideológicas diferentes para cada situação. Eles eram os famosos artesãos. Todos as minucias eram realizadas no mais alto critério, determinado, na maioria dos casos, pelas famílias que fazia o pedido. As marcas de obras onde a arte exalava tinha muito antes, mas pouco atualmente.
Nos dias de hoje, as produções dos mais variados objetos ficaram otimizadas. O valor da originalidade de um produto se perdeu com tempo. Obras enriquecidas de detalhes viraram empecilho do que prazer. O mundo se modernizou, tornando as ações mais rápidas e instantâneas. Contudo, ao mesmo tempo, fez com que pedaços importantes da civilização fossem perdidos com a passagem da vida, deixando o ser humano menos detalhista e mais óbvio.
Vários especialistas no ramo psíquico dizem que essa mudança acabou afetando no condicionamento mental do homem. Para a maioria, é melhor ter um objeto de forma rápida do que construí-lo com maior tempo de demora. Contudo, o que a maioria não consegue enxergar, atualmente, é que essa rapidez, na maioria das vezes, pode danificar a concepção de um projeto completo, através da falta de qualidade que, em muitos casos, acaba existindo.
É muito comum observamos vários produtos tendo defeitos graves em suas elaborações. O Recall de carros é um exemplo dos reflexos negativos desse modismo. A falta de percepção e argucia aos detalhes fizeram que o processo qualitativo fosse substituído pelo imediatismo, ocasionando grandes perdas para o ser humano em várias áreas, principalmente no campo da observação. E a tendência é que esse método de vida se virilize pelo mundo como um todo, deixando de lado a importância de uma boa observação.
Contudo, alguns exemplos estão mostrando que essa cultura pode estar voltando. No campo da sustentabilidade, várias pessoas estão aplicando esse conceito para reaproveitar objetos para o seu dia a dia, gerando características importantes, como o senso de criatividade. Vários objetos estão sendo usados para esse meio. Um dos mais contemplados e colocados como modelo são os Pallets Novos, que são retrabalhados para inúmeras atividades.

Produção maximizada = Perda de criatividade.

Durante muitos anos, a alta demanda de produtividade extrema acabou ruindo com grande parte da característica humana de pensar e agir com criatividade. Nesse período, boa parte da população se viu num pensamento uniforme, onde os diferentes eram escrachados e excluídos do recinto. Nunca o senso de criar ficou tão rejeitado e deixado para trás como na época da guerra fria. Desenvolver algo novo significada ficar ao lado de alguma vertente política da época. Não se observava o bem geral, e sim, o combate ideológico.
Nesse período, características preciosas do homem se perdeu. Observar uma obra de arte e divagar com ela pelos pensamentos, aguçar a curiosidade, pensar no próximo quando elaborar um projeto, trabalhar com carinho e amor, criando em prol da sua felicidade, não do dinheiro (como é atualmente) foram alguns dos vários detalhes perdidos com o tempo. Antes, ser era mais importante do que ter. Mas nos dias de hoje esses valores se inverteram.
Eles acabaram afetando, de forma direta, vários trabalhos que tinha essa vertente, como o artesanato. Alguns historiadores constatam que foi nessa época que o mundo começou a desenvolver a cultura individualista e do ódio. Pensar numa construção harmônica agindo pela paixão e ganhando seu dinheiro pela obra como um sinal de recompensa pelo bom trabalho é uma essência rara de ser ver hoje em dia. Atualmente, a obrigação pesa muito mais do que um singelo sentimento de carinho pela atividade.

Sustentabilidade, a palavra que significa mudança.

Porém, essa história vem mudando nos últimos anos. Uma das ferramentas capazes dessa reorganização é o significado do termo sustentabilidade. Com a degradação de grandes ecossistemas do planeta, várias pessoas estão reutilizando materiais para a produção de produtos, com diferentes traços, colocando uma métrica original no processo de confecção. Os pallets é o material mais utilizado para a execução dessa regra.
Em várias casas já é possível detectar inúmeros produtos feitos com o material, desde estantes até decoração em jardins. As obras são realizadas por meios artesanais, resgatando uma das características do homem da criatividade. Ela vem sendo empregada em vários lugares, mostrando uma essência completamente distinta ao que grande parte da população mundial se acostumou a viver. Ser diferente, hoje em dia, não é crime, é salvação!

Conheça a ABN Paletes: https://www.abnpaletes.com.b
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2019.05.15 20:27 ArthurMacedo3230 Pétalas de Rosas

Pétalas de Rosas Em alguns campos da Noruega, havia somente uma rosa…Não uma rosa qualquer, mas sim, uma que tinha em uma única e delicado detalhe. Algo em que lhe aborrecia e se sentia ameaçada era a presença humana, por causa de sua estupidez e arrogância. As atitudes imorais do homem e de sua presença ao lado dela faziam com que as suas pétalas caíssem, juntamente com uma parte de sua alma, que em questões de sentimento era algo indescritível. Indescritível para a mente humana, por causa da grandeza amorosa e sábia que se manifestava na alma da rosa. Quando sua pétala caía, o solo da Terra se manifestava em coragem e paz, mas o medo e a guerra era tão iminente na raça humana que se tornava imprenscindível. O medo levava a pessoa ao suicídio e a guerra em pessoas desesperançosas. Tudo isso afetava a alma da rosa, sendo como uma doença sem cura e que com o passar do tempo se proliferava cada vez mais. Mas em um dia qualquer, a rosa se surpreendeu pela presença de uma menina, que em termos de inteligência e sabedoria era algo surpreendente e extremamente raro na raça humana, sentindo sua alma sendo renovada por uma força desconhecida. A paciente menina sentou-se ao lado da rosa, percebendo a sua presença , que em movimentos delicados presenciava o doce cheiro das pétalas e de sua textura, mandando inúmeras correntes elétricas ao seu cérebro, o mundo e as cores pareciam mais vivas e sentia o verdadeiro significado da natureza de seu mundo, sendo algo nunca sido presenciado pelo homem. A menina se levantava e lágrimas salgadas rapidamente deslizavam diante de sua pele delicada, referindo-se ao desespero e sofrimento carregado por ela e de sua raça, sendo algo enraizado desde a evolução do homem e que não se tinha cura. A partir desse momento, todas as pétalas da rosa caíram, sendo o fim de sua vida, porém o início de várias outras, assim o vento leva e espalha suas pétalas pelo campo, espalhando o seu amor, sua sabedoria, e suas doces e salgadas memórias, que se tornariam a semente de uma nova vida. Arthur Macedo
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Que como todos os outros ditam os lados de um quadrado Eu quero um amor Que não bote lados num quadrado Um animal, uma dança, uma criança Um vampiro se apaixona pela Mônica e quer transformá-la em vampira. E agora? 🔸 Esse episódio é parte do Cine Gibi 1. Para assistir ao filme completo, é só cl... O incrível história de amor de uma índia Dessana com um gringo alemão, onde tudo prova que para o amor não tem limites e nem barreiras Vídeo de apoio à construção de um triângulo sabendo a medida dos três lados do mesmo. O amor é o maior mandamento bíblico! Sendo assim, é fundamental saber se nossa ideia sobre o que é amor está correta. Será que existe mais de um tipo de amor... Um retrato esperançoso sobre o amor, a empatia e a verdade. A história de um casal que procura o caminho para se reconstruir, visto pelo ponto de vista de cada um deles. Direção: Ned Benson Será que sabemos o que é o amor? Será que não temos vivido uma ilusão egoísta e assim colaborado para um sistema degradante e corrompido? Nós perdemos a identidade do amor verdadeiro, e ... O que é o amor ? Já imaginou lidar na mesma semana com o fim de um relacionamento amoroso e o diagnóstico que seu pai estava com uma doença rara, degenerativ... Vídeo de apoio à construção de um triângulo. Vídeo de apoio à construção de um triângulo ... Construção de um triângulo dados dois lados e o ângulo por eles formado Carlos Leão ... Áudio oficial da música 'Amor de Que' da Pabllo Vittar. Escute o EP '111 1' da Pabllo Vittar na sua plataforma digital preferida: https://SMB.lnk.to/PV111 As...